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Bairro Pedra 90 recebe mutirão ‘DIA D’ de combate à dengue

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), promove neste sábado (15) o 2º mutirão ‘Dia D’ de combate ao Aedes aegypti no bairro Pedra 90. A ação contará com a participação de Agentes Comunitários de Saúde e Agentes Comunitários de Endemias, que percorrerão todo o bairro a partir das 08h. Além de realizarem vistorias praças e terrenos baldios que foram previamente notificados.

O ponto de concentração será no PSF Pedra 90. O objetivo é identificar e eliminar possíveis focos do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus.

Durante o mutirão, a população receberá cerca de 73 agentes com levarão orientações sobre medidas preventivas para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Também serão aplicados larvicidas e retirados criadouros que possam servir como ambiente propício para a reprodução do vetor.

A ação integra um conjunto de medidas emergenciais para conter o avanço das arboviroses na capital, que registrou um aumento significativo nos casos de dengue e chikungunya nas primeiras semanas de 2025. A mobilização conta com o envolvimento de diversas secretarias municipais, reforçando a importância do trabalho conjunto para a proteção da saúde pública.

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A Prefeitura de Cuiabá convida todos os moradores do bairro Pedra 90 a participarem do mutirão e destaca que a colaboração da comunidade é essencial. Pequenos cuidados diários, como eliminar recipientes com água parada e manter os quintais limpos, fazem toda a diferença na luta contra as doenças transmitidas pelo mosquito.

📍 Serviço:

📅 Data: Sábado, 15 de fevereiro de 2025

⏰ Horário: A partir das 08h

📌 Local de Concentração: PSF Pedra 90 V, localizado na Avenida Nilton Rabelo de Castro, QD: 04, s/nº – Pedra 90

#ParaCegoVer
A imagem ilustra dois agentes de saúde uniformizados desempenhando suas funções durante uma ação de fiscalização em imóveis.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Bezerro exige 9,7 arrobas e impõe pior troca ao pecuarista desde 2021

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A compra de um bezerro passou a consumir o equivalente a 9,7 arrobas de boi gordo em setembro, reduzindo o poder de compra do pecuarista que precisa repor os animais destinados à engorda. É a relação de troca mais desfavorável desde outubro de 2021, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Cepea/Esalq-USP).

O cálculo considera a média dos indicadores até 22 de setembro. De um lado está o boi gordo negociado em São Paulo, com preço médio de R$ 350,30 por arroba. Do outro, o bezerro nelore de oito a 12 meses comercializado em Mato Grosso do Sul, cotado em R$ 3.399,04 por cabeça.

Os dois mercados se valorizaram no último ano, mas em velocidades diferentes. O preço real do boi gordo subiu 11,3% em relação a setembro de 2025, enquanto o bezerro avançou 13,6%. Os valores foram corrigidos pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de agosto.

Essa diferença tornou a reposição mais cara mesmo com a recuperação da arroba. Em setembro do ano passado, a compra de um bezerro exigia 9,51 arrobas de boi gordo. Em setembro de 2024, eram necessárias 8,21 arrobas.

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O patamar atual só fica abaixo do registrado em outubro de 2021, quando o pecuarista precisava destinar 10,27 arrobas para adquirir um animal de reposição. A média de 2026 está em 9,62 arrobas, também acima da média histórica de 7,90 arrobas registrada na série do Cepea iniciada em fevereiro de 2000.

A relação de troca mostra quanto da receita obtida com a venda do gado terminado precisa ser comprometida na compra do animal jovem. Quanto maior a quantidade de arrobas exigida, menor é a parcela que permanece disponível para cobrir alimentação, sanidade, mão de obra, transporte, financiamento e os demais custos da engorda.

A pressão recai principalmente sobre o pecuarista que não produz os próprios bezerros e depende do mercado para formar novos lotes. Nesse sistema, a reposição representa uma das principais despesas e pode definir a rentabilidade da operação meses antes da venda do boi terminado.

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Desde janeiro, a arroba paulista acumula valorização real de 7,2%. O bezerro sul-mato-grossense subiu 8,3% no mesmo intervalo. A oferta restrita de bovinos prontos para o abate sustentou o boi gordo, mas a menor disponibilidade de animais jovens e a demanda pela reposição deram mais força às cotações da cria.

A valorização do bezerro favorece o criador que comercializa animais jovens, mas aumenta o capital necessário para recriadores e terminadores recomporem o rebanho. O resultado econômico dependerá da capacidade de ganho de peso, do custo da alimentação e do preço obtido pelo boi gordo ao final do ciclo.

Com a reposição no nível mais caro em quase cinco anos, a alta da arroba já não garante, isoladamente, melhora de margem. Para o terminador, o resultado passa a depender cada vez mais da eficiência da engorda e do momento escolhido para comprar e vender os animais.

Os valores são parciais e ainda podem mudar até o fechamento de setembro.

Fonte: Pensar Agro

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