AGRONEGÓCIO

Avenida Gonçalo Antunes de Barros recebe operação tapa-buraco

Publicado em

Dando continuidade ao cronograma de recuperação viária, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, executou nesta quarta-feira (5), serviços de tapa-buraco na Avenida Gonçalo Antunes de Barros, no bairro Carumbé, região leste da capital. A ação contemplou toda a extensão da via, garantindo maior segurança para motoristas e pedestres, além de melhorar a durabilidade do pavimento.

Os trabalhos incluíram a aplicação de manta asfáltica, um processo que reforça a aderência do pavimento e reduz o desgaste precoce da via. Ao todo, aproximadamente 1,1 km de asfalto foi recuperado. Além do bairro Carumbé, o Jardim Aroeira também foi beneficiado dentro do mutirão de manutenção viária.

A programação das intervenções é definida com base nas demandas mais urgentes registradas pela população através do canal de atendimento ZapObras, via WhatsApp, no número (65) 9 9216-0484.

O secretário de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira, destacou a importância da operação para a mobilidade urbana da capital. “Nosso compromisso é garantir vias mais seguras e trafegáveis para a população. A operação tapa-buraco segue um planejamento técnico que prioriza os pontos mais críticos, atendendo às demandas dos cidadãos e melhorando a infraestrutura da cidade. Seguimos com um cronograma intenso para recuperar as ruas e avenidas de Cuiabá”, frisou.

Leia Também:  Preços dos ovos continuam em queda no atacado e no varejo

O processo de recomposição da pista segue um padrão técnico para garantir a durabilidade do reparo. Inicialmente, um caminhão-pipa é utilizado para remover a umidade acumulada nos buracos e fissuras. Dependendo da necessidade, retroescavadeiras auxiliam na limpeza e remoção de resíduos.

Em seguida, é aplicada uma camada de brita fina antes do preenchimento com asfalto quente, que é compactado e nivelado para garantir a qualidade do acabamento.

Para a execução dos serviços, são adotadas medidas de segurança, como o isolamento da área com fitas zebradas e sinalização adequada, garantindo a fluidez do trânsito nos trechos parcialmente interditados. Em casos de bloqueio total da via, desvios são coordenados pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

#PraCegoVer
Quatro trabalhadores da Secretaria Municipal de Obras Públicas realizam um serviço de tapa-buracos na Avenida Gonçalo Antunes de Barros, no bairro Carumbé. Eles usam uniformes laranja e amarelo. Dois operários utilizam pás para espalhar o asfalto. Ao lado deles, há um carrinho de mão com material asfáltico.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Leia Também:  Manejo Biológico de Nematóides: Estratégia Crucial para a Sustentabilidade no Setor Sucroenergético

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

Published

on

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

Leia Também:  Preços Futuros do Milho Sobem Moderadamente na Bolsa Brasileira e em Chicago

Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

Leia Também:  Anec Previsão para Exportação de Milho do Brasil Cai para 6,29 Milhões de Toneladas em Agosto

Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA