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Atvos lança programa “Geração Agro” para atuação na área de Excelência Operacional

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Em busca de profissionais interessados em desenvolver projetos desafiadores e vivenciar o dia a dia da área de Excelência Operacional de uma das principais produtoras de biocombustíveis do Brasil, a Atvos acaba de lançar o “Geração Agro”. Nesta primeira edição, o programa será voltado para profissionais que tenham de três a cinco anos de formação e que tenham disponibilidade para atuar em uma das unidades agroindustriais da companhia, nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

“Procuramos talentos que se identifiquem com o nosso propósito de produzir energia limpa que move o mundo e transforma vidas. Acreditamos que se trata de uma ótima oportunidade para quem deseja trabalhar com o que gosta, em uma empresa que é uma das protagonistas da transição da matriz energética e que está comprometida com a diversidade e o desenvolvimento de carreira de seus integrantes e da comunidade”, afirma Cristiana Gomes, vice-presidente de Pessoas & Organização da Atvos.

O Geração Agro, desenvolvido em parceria com a Cia de Talentos, terá duração de 18 meses e contará com uma trilha de aprendizagem acelerada e com imersão em todas as áreas de negócio. “O objetivo central é que esses novos integrantes sejam os embaixadores do programa de excelência da Atvos, sendo guardiões da cultura de excelência, liderando a implementação das melhores práticas de padronização de modelos operacionais, contribuindo com as análises de performance e o gerenciamento da rotina do dia a dia”, explica Pedro Mendes, diretor de Excelência Operacional da Atvos.

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Além disso, os novos integrantes participarão de um programa interno de mentoria, rodadas de conversas sobre negócios com os principais executivos da companhia, inclusive com o CEO, Bruno Serapião, e também de bate-papos regulares sobre carreira com a área de Gente & Gestão.

Ao todo, são 15 vagas disponíveis para profissionais de todo o país, com ensino superior completo (bacharelado, licenciatura ou tecnólogo) em cursos de Engenharias, Agronomia ou áreas correlatas. É necessário ter experiência prévia no agronegócio ou em indústrias em geral, bem como possuir inglês intermediário; nível avançado será considerado um diferencial, assim como ter conhecimentos em gestão de processos ou em excelência operacional.

As inscrições podem ser feitas no link, entre os dias 25 de março e 25 de abril. O processo seletivo contempla três etapas, todas de forma virtual: testes, dinâmicas de grupo e entrevistas. A previsão de início das atividades é para o mês de junho.

Benefícios e localidades

Além de remuneração competitiva, os participantes da primeira edição do “Geração Agro” terão benefícios como PLR (Programa de Participação nos Lucros e Resultados) anual, assistência médica e odontológica, alimentação e transporte, previdência privada, seguro de vida, Gympass, convênio com farmácia e parcerias de desconto.

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Os integrantes serão alocados em uma das unidades agroindustriais da Atvos, localizadas em Alto Taquari (MT), Caçu (GO), Costa Rica (MS), Mineiros (GO), Mirante do Paranapanema (SP), Nova Alvorada do Sul (MS), Perolândia (GO) e Rio Brilhante (MS).

Fonte: Atvos

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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