AGRONEGÓCIO

Atvos Lança Programa de Trainee Corporativo com Inscrições Abertas até 4 de Novembro

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A Atvos, reconhecida como uma das líderes na transição da matriz energética e uma das maiores produtoras de biocombustíveis do Brasil, anunciou a abertura das inscrições para o Programa de Trainee Corporativo 2025. Os interessados têm até o dia 4 de novembro para se candidatar. Podem participar graduados entre julho de 2022 e julho de 2024 nos cursos de Administração, Engenharias, Economia, Finanças, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Sistemas de Informação, Direito, Psicologia ou em áreas correlatas.

O Programa é direcionado a candidatos que estejam dispostos a trabalhar em um modelo híbrido, com três dias de atividades presenciais no escritório corporativo da Atvos, localizado em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. É necessário que os candidatos possuam experiência anterior na área de atuação e que o domínio do inglês em nível avançado seja desejável.

Cristiana Gomes, vice-presidente de Gente, Gestão e Sustentabilidade da Atvos, enfatiza que a empresa desempenha um papel fundamental na produção de biocombustíveis, apoiando a transição energética global. “Os novos talentos terão a chance de vivenciar e contribuir com projetos inovadores que geram impacto significativo no setor. Esta é uma oportunidade para se desenvolver em um segmento em ascensão no mercado de trabalho”, afirma.

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O Programa de Trainee, realizado em parceria com a Cia de Talentos, oferece uma trilha de aprendizagem acelerada, imersão em diferentes áreas da empresa e nas unidades agroindustriais situadas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Os participantes também participarão de treinamentos em habilidades gerais, desenvolverão um projeto individual de um novo produto ou processo da área de negócios e contarão com um programa de mentoria interna, além de acompanhamento de carreira pela área de Gente & Gestão.

“Valorizamos jovens que compartilham atitudes e comportamentos alinhados à nossa empresa e que desejam participar de projetos inovadores no agronegócio. O desenvolvimento profissional e o aprendizado contínuo são parte da nossa cultura, e esperamos que, ao final dos 15 meses do programa, os selecionados estejam prontos para ocupar cargos de especialistas ou de coordenação”, conclui a executiva.

Benefícios e Etapas do Processo Seletivo

As inscrições podem ser realizadas através do site da Atvos até 4 de novembro de 2024. Além de uma remuneração competitiva, os candidatos aprovados receberão benefícios como assistência médica e odontológica, vale-alimentação ou vale-refeição, vale-transporte ou estacionamento, previdência privada, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), seguro de vida, acesso ao Wellhub, convênios com farmácias e outras parcerias de desconto.

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Durante o período de inscrições, os candidatos serão convidados a realizar testes online. Os pré-aprovados seguirão para as etapas de Oficinas, Academia do Conhecimento e Entrevista Final, com previsão de início das atividades em fevereiro de 2025.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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