AGRONEGÓCIO

Atenção, criador: prepare seus animais! Regulamento apresenta detalhes da ExpoZebu 2024

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Já está disponível no site da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), o regulamento da ExpoZebu 2024, que acontece de 27 de abril a 5 de maio, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG). A versão atualizada do regulamento, aprovada pelos membros da Diretoria da ABCZ e representantes das associações promocionais das raças zebuínas, apresenta todas as informações para os criadores interessados em participar da maior feira da pecuária zebuína mundial.

Entre as mudanças, destaque para a data-base do evento, que foi antecipada em um dia, sendo 25/04 (quinta-feira). Além disso, só poderá escolher pavilhão o criador que realizar a inscrição até 29/02. Já sobre a hospedagem dos tratadores no Residencial da ABCZ, a reserva ou dispensa desse serviço deverá ser sinalizada já no ato da inscrição.

O prazo para inscrições de animais começa no dia 29 deste mês e vai até 20 de abril, ou até que as vagas se esgotem. As inscrições serão feitas somente on-line, no site da ABCZ. Os criadores que realizarem o processo até 29 de fevereiro garantem os valores de R$ 400,00 (associados) e R$ 800,00 (não associados). Entre 1º de março e 6 de abril, o investimento é de R$ 500,00 (associados) e R$ 1.000,00 (não associados). Já a partir de 7 de abril, o valor é de R$ 600,00 (associados) e R$ 1.200,00 (não associados).

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Além dos descontos, a inscrição realizada até 29/02 possibilita que o criador escolha o pavilhão de seus animais, respeitando a setorização das raças. Para inscrições realizadas a partir de março, o alojamento dos animais é de competência exclusiva da ABCZ. Vale ressaltar que o número de inscrições pagas não está vinculado ao número de argolas, ficando a critério da ABCZ a colocação de mais de um animal por argola, quando necessário. No que se refere à hospedagem dos tratadores, já no ato da inscrição, o criador deverá indicar a reserva de alojamento da ABCZ ou manifestar a dispensa desse serviço.

Só poderá fazer a indicação de jurados o criador que realizar as inscrições até 1º de abril. Além disso, é necessário que pelo menos 2/3 dos animais inscritos estejam em nome do criador nos arquivos do Serviço de Registro Genealógico das Raças Zebuínas (SRGRZ), pelo menos seis meses antes da data-base do evento (25/04/2024 – quinta-feira).

Os trabalhos de julgamento serão realizados por um jurado titular e um assistente, ambos efetivos e pertencentes ao CJRZ. A definição dos jurados será feita por sorteio, no dia 2 de abril, entre os três nomes mais indicados pelos expositores, seguindo o ordenamento das raças de forma decrescente em função do número de animais inscritos. Vale ressaltar que não é permitido que o jurado indicado forneça assessoria técnica ou comercial em eventos relacionados à raça que está sendo avaliada, nem para centrais de genética, seja como pessoa física ou jurídica. Além disso, os jurados que atuaram na ExpoZebu anterior ficam impedidos de julgar a mesma raça na 89ª ExpoZebu. O jurado suplente e os auxiliares serão definidos pelo CJRZ e submetidos à apreciação da Diretoria da ABCZ.

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Para o torneiro leiteiro, o período de inscrições é de 4 de março a 20 de abril. O valor é de R$ 750,00 por animal (associados) e R$ 1.500,00 (não associados). Depois de feitas as inscrições, somente serão aceitas substituições até 25/04. A recepção, identificação e pesagem dos animais participantes da 89ª ExpoZebu serão de 21 a 24 de abril. Animais provenientes de localidades distantes mais de 700 km de Uberaba poderão dar entrada no Parque Fernando Costa a partir do dia 15 de abril. Confira o regulamento completo clicando aqui. https://expozebu.com.br/common/uploads/z_regulamento/regulamento-expozebu—v8-04996.pdf

Fonte: ABCZ

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Paraná projeta safra recorde de cevada em 2026 e fortalece liderança nacional na produção

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O Paraná caminha para registrar uma safra histórica de cevada em 2026. Impulsionado pelas condições climáticas favoráveis e pela expansão da área cultivada, o estado deve colher mais de 550 mil toneladas do cereal, consolidando sua posição como principal produtor brasileiro.

As informações constam no mais recente Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta semana.

Área cultivada cresce 21% e reforça expectativa de produção recorde

O plantio da cevada já alcançou 44% da área prevista para a safra 2026, beneficiado pelo clima favorável e pelos níveis adequados de umidade no solo.

A projeção aponta para uma área recorde de 126 mil hectares, crescimento de 21% em relação aos 104 mil hectares cultivados na temporada anterior. Com isso, a produção estadual deverá superar 550 mil toneladas, ampliando ainda mais a participação paranaense no abastecimento nacional.

Segundo o engenheiro agrônomo e analista do Deral, Carlos Hugo Godinho, o avanço dos trabalhos foi favorecido pelas condições climáticas observadas nas últimas semanas.

“As chuvas registradas em maio foram importantes para garantir a umidade necessária ao desenvolvimento das lavouras, enquanto o período mais seco recente permitiu acelerar o plantio”, destacou.

Apesar do cenário positivo, os técnicos acompanham com atenção os possíveis impactos do fenômeno El Niño. A expectativa de maior volume de chuvas durante a primavera pode comprometer a qualidade dos grãos no período da colheita.

Paraná lidera produção nacional de cevada

O estado mantém ampla liderança na produção brasileira de cevada. O segundo maior produtor do país, o Rio Grande do Sul, tem previsão de colher cerca de 100,4 mil toneladas.

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De acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção nacional deverá atingir 678,7 mil toneladas em 2026, representando aumento de 7,2% em comparação ao ciclo anterior.

Safra de milho segue em desenvolvimento e mantém potencial produtivo

O boletim também destaca o avanço da segunda safra de milho 2025/26, cuja estimativa permanece em 17,5 milhões de toneladas.

A colheita começou de forma pontual na região Oeste, principal polo produtor do estado. Até o momento, aproximadamente 14 mil hectares foram colhidos, volume que representa menos de 1% da área total cultivada.

Dos 2,9 milhões de hectares plantados, cerca de 24% das lavouras já estão na fase final de desenvolvimento e praticamente livres dos riscos de geadas. Os demais 76% ainda demandam monitoramento das condições climáticas durante as próximas semanas.

Exportações de carne de peru ganham força

A cadeia produtiva de perus também apresentou resultados positivos. Em 2025, o Paraná ampliou sua participação nas exportações brasileiras da proteína, alcançando 22,61% do total nacional.

Os embarques estaduais somaram 14.875 toneladas, avanço expressivo em relação às 8.692 toneladas exportadas no ano anterior.

No cenário nacional, a carne de peru brasileira foi destinada a 88 mercados internacionais, com destaque para os países das Américas, responsáveis por 63,05% das compras, e da África, com participação de 31,15%.

Maior oferta pressiona preços do brócolis

No segmento de hortaliças, o aumento sazonal da produção provocou queda nos preços do brócolis no mercado atacadista.

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A região de Curitiba, responsável por mais de 75% da produção estadual, registrou ampliação da oferta nas primeiras semanas de junho. Como resultado, o preço médio praticado no entreposto da capital recuou para R$ 8,33 por quilo, valor 28,6% inferior ao observado no mesmo período do mês anterior.

Balança comercial de lácteos fecha quadrimestre com superávit em volume

O setor lácteo paranaense encerrou o primeiro quadrimestre de 2026 com saldo positivo em volume comercializado no mercado externo.

As exportações alcançaram 4,3 mil toneladas, superando as importações, que totalizaram 3,1 mil toneladas no período.

Entretanto, a balança comercial permaneceu deficitária em valor financeiro. Enquanto as vendas externas geraram receita de US$ 8,1 milhões, as importações somaram US$ 11,4 milhões.

O resultado reflete o perfil da pauta comercial do setor. O Paraná exporta predominantemente produtos de menor valor agregado, como manteiga, enquanto importa itens com maior valor de mercado, especialmente queijos.

Agronegócio paranaense mantém trajetória de crescimento

Os números apresentados pelo Deral reforçam o bom momento vivido pelo agronegócio paranaense. A expectativa de safra recorde de cevada, o avanço do milho, o fortalecimento das exportações de proteína animal e o desempenho positivo de diferentes cadeias produtivas demonstram a diversidade e a força do setor no estado.

Mesmo diante dos desafios climáticos e das oscilações de mercado, o Paraná segue ampliando sua relevância no cenário agropecuário nacional e consolidando sua posição entre os principais polos produtores do Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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