AGRONEGÓCIO

Até 100 cavalos: tratores compactos são os destaques da YANMAR para a Expodireto Cotrijal 2024

Publicado em

A YANMAR, multinacional japonesa fabricante de máquinas e equipamentos para diversos setores da indústria brasileira, entre eles, o agrícola, reúne em seu estande na Expodireto Cotrijal, que acontece de 04 a 08 de maio em Não-Me-Toque (RS), um diversificado portfólio de tratores compactos, com até 100 cavalos de potência. Os modelos em exposição na feira combinam eficiência, durabilidade e custo-benefício, tornando-os uma excelente opção para os produtores, principalmente, diante dos desafios atuais do agronegócio.

“Neste momento, com a falta de acesso ao crédito rural ou pelas taxas elevadas de juros, entre outros fatores, a parceria com banco de fábrica é fundamental. Juros subsidiados são uma alternativa para atender os produtores rurais, principalmente, da agricultura familiar. Os produtores que buscam aumentar a produtividade e a eficiência de suas operações, não podem deixar de investir em tecnologia e maquinário. E com banco de fábrica, é possível ter acesso a máquinas compactas, com as menores taxas, sem comprometer tanto as finanças do agricultor”, destaca Fernando Figueiredo, gerente Comercial Agrícola da YANMAR South America.

No portfólio de tratores da YANMAR, por exemplo, é possível encontrar modelos de 26 até 100 cavalos de potência. Alguns destes modelos estarão disponíveis na Expodireto Cotrijal. Para a feira, a marca evidencia os modelos Solis 26, incluindo o modelo com transmissão 9×9, e os Solis 60, 80 e 105. O trator YANMAR Solis 105 e o Solis 26 com transmissão 9×9, especialmente, estarão pela primeira vez em exposição no evento.

Novo trator YANMAR Solis 105

O modelo Solis 105 passa a ser o maior trator fabricado pela YANMAR no Brasil. Equipado com um motor 4105 e transmissão ITAT 12×12, ambos da Sonalika, conferindo 105 cavalos de potência, o novo YANMAR Solis 105 é capaz de lidar com as tarefas mais difíceis do campo. Ele possui bomba de óleo tripla, onde duas seções são dedicadas ao sistema hidráulico, que garantem maior vazão, e uma seção dedicada ao sistema de direção, que compartilha o óleo da transmissão, eliminando o reservatório e fluido da direção. Conta também com radiador de óleo para maior performance do sistema hidráulico.

Leia Também:  Tecnologias de autonomia e posicionamento para máquinas agrícolas são destaques da Hexagon na Agritechnica 2023

Entre os principais diferenciais, destaque para o levante hidráulico MITA, que é capaz de levantar até 3.500kg na rótula. O sistema de braços inferiores, reguladores e estabilizadores é de engate rápido, o que facilita o acoplamento de implementos. Ele também é equipado com dois cilindros auxiliares, que garantem mais desempenho ao equipamento, além de uma alavanca de controle externa para o levantamento dos braços inferiores, proporcionando ao operador o ajuste do hidráulico na traseira do trator.

Com um reservatório de combustível com capacidade para 117 litros, o YANMAR Solis 105 confere comodidades à operação, como a possibilidade de ajustar a altura do volante da direção; maior visibilidade em operações noturnas por meio dos faróis dianteiros tipo projetor, e das luzes traseiras e de trabalho em LED. “Potente e eficiente, o novo YANMAR Solis 105 é confortável para dirigir e equipado com uma variedade de recursos para maximizar a produtividade dos pequenos e médios agricultores”, enfatiza Figueiredo.

YANMAR Solis 26, com transmissão 9×9

O trator YANMAR Solis 26 é mais uma opção para os produtores rurais brasileiros, principalmente, para aqueles que necessitam de um trator estreito e baixo. O modelo já é amplamente conhecido no mercado, mas sua nova versão traz ainda mais vantagens, como sua transmissão 9×9, com reversor sincronizado; gama de velocidades alta, média e baixa, transmissão constant Mesh, embreagem simples e embreagem de segurança interna à transmissão, para utilização de implementos de alta inércia. Além disso, possui uma nova plataforma de operação, que é mais plana e proporciona mais comodidade ao operador.

Leia Também:  Produtos da Agricultura Familiar são destaques no Show Safra 2024

O modelo possui 26 cv de potência e foi desenvolvido para operação com pá frontal. Versátil, o equipamento permite atuar nas mais distintas aplicações, como por exemplo, em operações de manutenção, como pulverização de culturas adensadas anuais, como as de tomate e vagem, e também perenes, como café, uva, pêssego e caqui; bem como operação em estufas, onde o espaço é reduzido; e até mesmo em instalações agropecuárias, como aviários e currais. O tanque de combustível deste modelo possui 22 litros.

As alavancas para trocas de marchas e de gama de velocidades do modelo, também é outra novidade no equipamento. Elas foram reposicionadas para facilitar a direção e proporcionar ainda mais conforto à operação. “Os tratores YANMAR Solis já são reconhecidos no mercado agrícola brasileiro. Prova disso são as mais de 10 mil unidades vendidas no país nestes últimos cinco anos, onde cinco mil unidades foram comercializadas somente no último ano”, conclui Figueiredo.

Miniescavadeiras YANMAR

Líder no mercado brasileiro de miniescavadeiras há mais de seis anos consecutivos, a YANMAR também reúne em seu estande equipamentos de construção civil que podem ser utilizados no campo, auxiliando e maximizando a produção agrícola.

Entre as máquinas em exposição, a marca evidencia as miniescavadeiras ViO17 e a ViO20. “Na construção civil, as miniescavadeiras já são indispensáveis. E agora, elas também estão revolucionando o campo. Porém serem versáteis, elas podem ser um investimento estratégico para o agricultor executar inúmeras tarefas, que vão desde a abertura de valas e canteiros, até o preparo do solo e auxílio na colheita”, avalia o gerente Comercial de Construção Civil e Produtos de Força da YANMAR South America, Anderson Oliveira.

Produtores e visitantes podem conferir os modelos no estande YANMAR número 263, na Expodireto Cotrijal.

Fonte: YANMAR

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Tecnologia e química industrial garantem padrão e qualidade do chocolate mesmo com volatilidade do cacau

Published

on

Mercado do cacau volta a registrar superávit após anos de instabilidade

Após dois anos de forte oscilação no mercado internacional, a cadeia do cacau começa a dar sinais de recuperação. Segundo dados da Organização Internacional do Cacau (ICCO), o déficit registrado na safra 2023/24 foi revertido, com projeção de superávit de 48 mil toneladas na safra 2024/25.

A produção global deve alcançar cerca de cinco milhões de toneladas, indicando um cenário mais equilibrado, embora ainda sujeito a riscos climáticos e produtivos.

Produção segue em alta, mas setor ainda monitora riscos climáticos

Mesmo com a recuperação, o setor permanece atento a fatores estruturais que podem impactar a oferta global. De acordo com reportagem da Reuters, a Costa do Marfim — maior produtor mundial de cacau — projeta crescimento de 10,5% na safra 2025/26, com produção entre 2 e 2,1 milhões de toneladas.

Ainda assim, desafios como envelhecimento das lavouras, doenças e variações climáticas continuam no radar das principais regiões produtoras.

Preço do cacau atinge recorde histórico e reforça busca por eficiência

Nos últimos anos, o mercado também enfrentou forte pressão de preços. Dados da Trading Economics apontam que o cacau atingiu o recorde de US$ 12.906 por tonelada em dezembro de 2024.

Embora a cotação tenha recuado para cerca de US$ 3.800 por tonelada em junho deste ano, o histórico recente reforça a necessidade de maior eficiência industrial, redução de perdas e padronização de processos na cadeia de alimentos.

Leia Também:  Hoje é Dia: Dia do Café, dos ciganos e da África são destaques
Indústria brasileira amplia produção de chocolates

No Brasil, o setor mantém crescimento moderado. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (ABICAB) mostram que a produção nacional passou de 806 mil toneladas em 2024 para 814 mil toneladas em 2025.

O avanço reforça a importância de tecnologias industriais capazes de garantir regularidade na qualidade do produto final, mesmo com variações na matéria-prima.

Processos químicos garantem padronização do chocolate na indústria

Dentro desse cenário, processos industriais pouco visíveis ao consumidor ganham relevância estratégica. Segundo especialistas do setor, a qualidade do chocolate não depende apenas do cacau, mas também da capacidade da indústria de controlar suas variações naturais.

De acordo com Renan Coelho, diretor comercial da Katrium Indústrias Químicas, o cacau é uma matéria-prima agrícola altamente variável.

“O cacau muda conforme região, clima, solo e safra. O consumidor espera o mesmo sabor e textura em qualquer marca. A tecnologia permite transformar essa variabilidade em um produto padronizado”, explica.

Alcalinização do cacau melhora sabor, cor e solubilidade

Estudos publicados na revista científica Food Science and Technology International indicam que o processo de alcalinização altera propriedades como pH, cor e características sensoriais do cacau, influenciando diretamente sua aplicação industrial.

Leia Também:  Melhoramento genético e registro genealógico são destaques na participação da ABCZ no Encontro que Conecta Pecuaristas, em Marabá (PA)

Na prática, esse processo permite:

  • Redução da acidez natural
  • Suavização de notas amargas
  • Intensificação da coloração marrom
  • Melhora na solubilidade em bebidas e misturas industriais

Um dos insumos utilizados é o carbonato de potássio, agente alcalinizante que auxilia no controle de pH durante o processamento.

Controle tecnológico se estende a diferentes produtos alimentícios

Segundo Coelho, a padronização do cacau não se limita ao chocolate em barra. O controle de pH e textura também é essencial em produtos como:

  • Achocolatados em pó
  • Sorvetes
  • Biscoitos
  • Coberturas e recheios
  • Sobremesas lácteas

Essas aplicações exigem estabilidade de cor, sabor e dissolução em produção em larga escala.

Química aplicada sustenta estabilidade da indústria de alimentos

Mesmo com a recuperação da oferta global de cacau, especialistas avaliam que a química aplicada segue essencial para a indústria.

“A função da química não é substituir a qualidade da matéria-prima, mas garantir estabilidade, previsibilidade e desempenho industrial”, afirma o executivo.

Segundo ele, grande parte da inovação do setor ocorre nos bastidores da produção, garantindo que o consumidor final receba um produto consistente, independentemente das oscilações do mercado agrícola global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA