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Asfalto já é uma realidade para diversos moradores do Parque Ohara; Prefeitura de Cuiabá atua em seis ruas do bairro

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A Prefeitura de Cuiabá está realizando obras de pavimentação asfáltica no bairro Parque Ohara. Os trabalhos tiveram início nesta semana e representam um avanço significativo na infraestrutura local. Ao todo, serão atendidas seis ruas: Macucos, Pativas, Tarumãs, Embaúbas, Pequis e Bem-te-vi, totalizando quase mil metros de asfalto. A iniciativa integra o pacote de obras lançado pelo prefeito Emanuel Pinheiro e que terá conclusão nos próximos dias. Entre os bairros contemplados também estão o Jardim Presidente I e o Parque Cuiabá, onde o asfalto já foi concluído.

“Estaremos concluindo e entregando essa benfeitoria, proporcionando maior qualidade de vida para os moradores do Parque Ohara, do Jardim Presidente I e do Parque Cuiabá. Essas obras promovem desenvolvimento e valorização da região, aumento do valor imobiliário, saúde, bem-estar, fomento ao comércio local e fortalecem o sentimento de pertencimento dos moradores. É a Prefeitura de Cuiabá trabalhando para nossa gente”, destacou o prefeito Emanuel Pinheiro.

Para viabilizar a pavimentação, foram implementados sistemas de drenagem e terraplanagem, garantindo a qualidade do serviço oferecido. Além disso, as obras incluem a instalação de meio-fio, sarjeta e calçadas, assim como sinalização horizontal e vertical, com placas e faixas que asseguram uma infraestrutura completa, segura e de qualidade para os moradores e visitantes do bairro.

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“São melhorias estruturais que consideramos fundamentais para resolver problemas antigos, como a poeira no período de seca e a lama durante as chuvas, desafios constantes enfrentados pelos moradores”, enfatizou o vice-prefeito e secretário Municipal de Obras, José Roberto Stopa.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Vendas de máquinas agrícolas e industriais caem em 2026 e acendem alerta no setor, aponta Abimaq

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A indústria brasileira de máquinas e equipamentos iniciou 2026 sob pressão. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram retração nas vendas em março e no acumulado do primeiro trimestre, refletindo um ambiente de demanda mais fraca e maior concorrência com produtos importados.

O faturamento do setor somou R$ 23,8 bilhões em março, queda de 3,4% na comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do trimestre, a receita líquida alcançou R$ 61,7 bilhões, recuo expressivo de 11% frente aos três primeiros meses do ano anterior.

Mercado interno recua e importações avançam

O desempenho negativo foi puxado principalmente pela queda nas vendas no mercado doméstico. A receita líquida interna recuou 0,9% em março e acumulou queda de 12,6% no trimestre, evidenciando a perda de ritmo da demanda nacional.

Em contrapartida, as importações de máquinas e equipamentos cresceram de forma significativa, avançando 21,4% em março e 4,2% no acumulado do trimestre. O aumento reforça a competitividade dos produtos estrangeiros no mercado brasileiro e pressiona ainda mais a indústria local.

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Exportações mostram resiliência, mas com sinais de desaceleração

No mercado externo, o desempenho foi mais estável. As exportações somaram US$ 1,03 bilhão em março, praticamente estáveis na comparação anual. No acumulado do trimestre, houve crescimento de 7,5%, atingindo US$ 2,9 bilhões.

Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações brasileiras do setor. As vendas para o país totalizaram US$ 709 milhões no trimestre, acima dos US$ 631 milhões registrados no mesmo período de 2025.

No entanto, na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve retração de 10,5% nas exportações para o mercado norte-americano. O recuo foi puxado por quedas em segmentos relevantes, como máquinas agrícolas (-32%), componentes (-16%) e equipamentos para logística e construção civil (-13,5%).

Com isso, a participação dos Estados Unidos nas exportações do setor ficou em 24,3% no primeiro trimestre, abaixo do pico de 29,3% registrado em 2023, embora ligeiramente acima dos 23,3% observados em 2025.

Capacidade instalada sobe, mas pedidos indicam fraqueza

A utilização da capacidade instalada da indústria atingiu 79,9% em março, acima dos 77,6% registrados no mesmo mês de 2025, indicando melhora operacional.

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Por outro lado, a carteira de pedidos, importante indicador de demanda futura, apresenta sinais de enfraquecimento. Em março, houve leve alta frente a fevereiro, com 9 semanas de pedidos, mas ainda assim queda de 1,5% na comparação anual.

No acumulado do trimestre, a retração foi de 5,2%, reforçando a perspectiva de um ano mais desafiador para o setor.

Perspectivas para 2026

Segundo a Abimaq, o comportamento da carteira de pedidos indica que a indústria deve enfrentar um período de receitas mais fracas ao longo de 2026. A combinação de demanda interna desaquecida, avanço das importações e incertezas no mercado externo compõe um cenário de cautela.

Para o agronegócio, o desempenho do setor de máquinas é um termômetro importante, já que reflete diretamente o nível de investimento no campo. A evolução desse mercado será decisiva para medir o ritmo de modernização e expansão da produção agrícola nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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