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ASBIA lança edição atualizada do Manual de Inseminação Artificial (IA) em Bovinos

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A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) está colocando no mercado um completo e atualizado Manual de Inseminação Artificial (IA) em Bovinos. O conteúdo aborda o histórico da biotécnica reprodutiva, as vantagens da Inseminação Artificial visando o melhoramento genético na pecuária, além de fornecer orientações técnicas para que o profissional de IA tenha sucesso no processo.

“O manual foi totalmente atualizado por um time de especialistas, composto por Adolfo Firmo Ferreira, gerente de produção ABS Brasil e Membro do Comitê RTs ASBIA, a dra. Lúcia Helena Rodrigues, consultoria técnica na área de Reprodução Animal voltada para Andrologia Bovina e Tecnologia de Sêmen e Membro do Comitê RTs ASBIA e Tatiana Issa Uherara Berton, Responsável Técnica da Tairana e Membro Comitê RTs ASBIA. Ele é um completo guia de orientação para o melhoramento genético para produção de carne e de leite no Brasil”, informa Cristiano Botelho, executivo da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA).

“Alguns cuidados são cruciais para realizar o procedimento de inseminação com sucesso. Caso alguns procedimentos não sejam perfeitamente seguidos, a taxa de prenhez do rebanho pode ser comprometida. Sabemos a importância da inseminação para evoluirmos com o melhoramento genético de forma contínua. O Manual é uma importante ferramenta para o avanço constante”, reforça Botelho.

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Em 60 páginas, a edição 2023 do Manual de Inseminação Artificial reúne histórico, definição e vantagens da IA, orientações sobre manejo da propriedade, condições ideais das instalações para realização dos procedimentos, explicação técnica e ilustrada sobre o aparelho reprodutivo das fêmeas, formas de reconhecimento do cio e horários propícios para realização da IA, entre muitos outros tópicos para apoiar os usuários da tecnologia.

“O Manual reúne muito conhecimento. Detalhamos porque alguns cios não devem ser aproveitados, os materiais necessários para realizar a inseminação, além da importância e os tipos de embalagem do sêmen, os cuidados no manuseio do botijão, a higiene necessária e a sequência correta a ser seguida”, completa Cristiano Botelho.

O conteúdo também vem com uma ficha para ser preenchida com informações sobre controle da inseminação artificial, além de calendário com datas relativas à previsão de parto das fêmeas bovinas. “O investimento em genética representa menos de 2% dos custos de produção de uma propriedade de pecuária e é o único insumo que deixa resíduos positivos e permanentes para as futuras gerações de animais. É dever da ASBIA democratizar esse conhecimento. O Manual é mais um material com referências atuais e adaptado à realidade da pecuária brasileira”, completa o executivo da entidade.

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Pedidos do Manual de Inseminação Artificial edição 2023 podem ser feitos pelo telefone (34) 3333-1403 e e-mail [email protected].

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expansão da indústria de papel e celulose impulsiona demanda por lubrificantes industriais de alta performance

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O crescimento acelerado da indústria brasileira de papel e celulose vem ampliando a necessidade de investimentos em eficiência operacional, confiabilidade industrial e manutenção estratégica. Na avaliação de Rogério Campos, Coordenador de Desenvolvimento de Negócios da FUCHS, os lubrificantes industriais de alta performance deixaram de ser apenas insumos operacionais e passaram a ocupar posição estratégica dentro da competitividade do setor.

A análise ocorre em um momento de expansão histórica da cadeia produtiva brasileira. Segundo dados da Indústria Brasileira de Árvores, o Brasil produziu 25,5 milhões de toneladas de celulose em 2024, crescimento de 5,2% sobre o ano anterior, consolidando o país como o segundo maior produtor global e líder mundial em exportações.

No segmento de papel, a produção nacional alcançou 11,3 milhões de toneladas, avanço de 4,6% em relação a 2023.

Para Rogério Campos, o avanço da indústria exige operações cada vez mais eficientes e tecnologicamente preparadas para suportar ambientes produtivos severos.

Crescimento da indústria aumenta pressão sobre eficiência operacional

Segundo o especialista, a expansão do setor está diretamente ligada à instalação de novos polos industriais, ampliação de fábricas e aumento da demanda global por embalagens sustentáveis, impulsionada pelo comércio eletrônico e pela substituição de plásticos.

Dentro desse cenário, Campos destaca que a confiabilidade operacional se torna um fator crítico para manter produtividade e competitividade.

“A lubrificação assume papel essencial para garantir desempenho, eficiência energética e segurança operacional, especialmente em um ambiente industrial extremamente agressivo como o da produção de papel e celulose”, analisa.

Ambientes severos exigem lubrificantes de alta performance

Na avaliação do especialista, um dos maiores desafios da indústria está nas condições extremas de operação.

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As plantas industriais do setor trabalham com:

  • Altas temperaturas;
  • Elevadas velocidades;
  • Contato constante com água e vapor;
  • Presença de agentes químicos;
  • Grandes cargas mecânicas.

Segundo Rogério Campos, essas condições aceleram desgaste, corrosão e falhas mecânicas quando não há gestão adequada da lubrificação.

“Os lubrificantes atuam diretamente na redução do atrito, dissipação de calor e proteção contra oxidação e contaminação. Quando corretamente especificados, contribuem para aumentar a vida útil dos equipamentos e reduzir paradas não programadas”, explica.

Indústria 4.0 transforma gestão da lubrificação

Outro ponto central da análise do executivo está na transformação tecnológica do setor.

Para Campos, a lubrificação industrial passa por uma evolução alinhada aos conceitos de manutenção preditiva e Indústria 4.0, com crescimento do uso de:

  • Lubrificantes sintéticos;
  • Monitoramento online;
  • Sistemas automatizados;
  • Soluções integradas de manutenção.

Na avaliação do especialista, essa transformação amplia previsibilidade operacional e reduz custos industriais.

“O mercado caminha para soluções mais inteligentes, sustentáveis e com maior estabilidade térmica, permitindo intervalos maiores de manutenção e redução significativa de falhas”, afirma.

Sustentabilidade acelera busca por soluções biodegradáveis

A análise também destaca o avanço das exigências ambientais dentro da indústria de papel e celulose.

Segundo Rogério Campos, cresce a procura por lubrificantes biodegradáveis e soluções com menor impacto ambiental, especialmente em áreas sensíveis das operações industriais.

Além disso, o desenvolvimento tecnológico vem priorizando:

  • Resistência à contaminação por água;
  • Maior estabilidade térmica;
  • Proteção anticorrosiva;
  • Resistência ao cisalhamento;
  • Melhor desempenho em ambientes úmidos.

“Essas tecnologias garantem maior proteção aos ativos industriais e ajudam a reduzir custos operacionais”, ressalta.

Falhas de lubrificação podem comprometer competitividade

Para o especialista, erros na gestão da lubrificação representam riscos operacionais e financeiros relevantes para a indústria.

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Equipamentos como bombas, compressores, mancais, turbinas, sistemas hidráulicos e transportadores dependem diretamente de lubrificantes adequados para operar de forma contínua.

Segundo Campos, falhas podem provocar:

  • Quebras mecânicas;
  • Superaquecimento;
  • Corrosão interna;
  • Paradas inesperadas;
  • Perdas de produção;
  • Aumento dos custos de manutenção.

“As consequências vão além dos danos técnicos. Afetam diretamente produtividade, competitividade e disponibilidade operacional das plantas industriais”, alerta.

Lubrificação passa a ser diferencial estratégico para o setor

Na conclusão da análise, Rogério Campos afirma que empresas que investirem em tecnologias avançadas de lubrificação tendem a ganhar vantagem competitiva nos próximos anos.

Para ele, o setor de papel e celulose brasileiro vive um momento de consolidação global e precisará sustentar crescimento com operações mais eficientes, sustentáveis e confiáveis.

“Investir em inovação e lubrificantes industriais de alta performance fortalece a competitividade das empresas e contribui para o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva”, conclui.

Segundo o especialista, a modernização industrial associada à manutenção estratégica será determinante para que o Brasil continue ampliando sua relevância global na produção de papel e celulose.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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