AGRONEGÓCIO

Arena Herbicidas promove debate sobre manejo de plantas daninhas em nove estados brasileiros

Publicado em

A ADAMA lançou o Arena Herbicidas, uma série de mais de 20 eventos que ocorrerão até julho em nove estados brasileiros. O objetivo é criar um espaço de debate profundo sobre os desafios enfrentados no manejo de plantas daninhas nas lavouras. Produtores rurais, pesquisadores e influenciadores das principais regiões produtoras do país participarão desses encontros.

Impacto na produtividade

O controle eficaz de plantas daninhas é crucial para evitar perdas significativas na produtividade agrícola. Estudos da Embrapa indicam que, se não controladas adequadamente, essas plantas podem reduzir a produção em mais de 90%. A ADAMA busca, através desses eventos, conscientizar os produtores sobre a importância desse manejo e demonstrar como seu portfólio de herbicidas pode ser uma solução eficiente para esse desafio.

Abordagem técnica e sustentável

Cada evento do Arena Herbicidas contará com a participação de pesquisadores e influenciadores locais, enriquecendo o debate técnico com experiências regionais. A expectativa da ADAMA é engajar mais de mil produtores ao longo da série de eventos, fortalecendo seu compromisso de oferecer suporte técnico e promover práticas sustentáveis no manejo de plantas daninhas.

Leia Também:  Encontro semestral da Comissão sobre Drogas Ilícitas do TJMT será nesta sexta-feira

“Estamos entusiasmados com o lançamento dessa iniciativa, que reafirma nosso compromisso em estar ao lado do agricultor, compartilhando conhecimento técnico e promovendo práticas agrícolas sustentáveis”, destaca Vinicius Boleta, gerente de Herbicidas da ADAMA.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

Published

on

A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

Leia Também:  Servidoras do paço municipal participam de dinâmica sobre o câncer de mama

A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

Leia Também:  Drone: o novo aliado da indústria florestal no combate às plantas daninhas

Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA