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Aprosoja MT Avança em Logística e Política Agrícola: Estratégias e Resultados em Discussão

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Nesta quarta-feira (04), a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) deu continuidade às reuniões das comissões de Logística, Relacionamento Institucional e Política Agrícola. Com a participação de diretores, produtores e delegados, os encontros destacaram prioridades estratégicas, como obras rodoviárias, políticas agrícolas e fortalecimento da relação com os produtores.

Logística: Desafios e Propostas

Pela manhã, a Comissão de Logística recebeu o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra), Marcelo de Oliveira e Silva. Ele apresentou o panorama das obras em andamento nas rodovias estaduais e detalhou os investimentos realizados pelo governo.

“É essencial prestar contas do que temos feito na gestão Mauro Mendes para melhorar a infraestrutura do estado”, afirmou o secretário.

Mateus Gondoni, coordenador de Logística da Aprosoja MT e produtor em Canarana, reforçou que a expansão da agricultura no estado precedeu os avanços em infraestrutura, gerando grandes desafios. Apesar disso, o governo tem atendido às demandas e mapeado áreas estratégicas. “O contato direto do produtor com a Sinfra e a Aprosoja é crucial para representar nossas demandas junto ao DNIT, ANTT e outros órgãos”, destacou.

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Carina Ossani Kasprzak, delegada do Vale do Arinos, apontou que obras inacabadas, como a da MT-220, impactam diretamente a região de Juara. Para ela, é fundamental acompanhar, identificar problemas e cobrar soluções. “Estamos distantes da capital e sentimos os impactos. Essas reuniões são essenciais para esclarecer dúvidas e buscar avanços”, afirmou.

Carina também elogiou as visitas de núcleos realizadas pela Aprosoja MT, que aproximaram a entidade dos produtores. “Nem sempre o produtor consegue ir até a sede, então levar essas reuniões até eles foi um grande avanço”, concluiu.

Relacionamento Institucional e Fortalecimento do Campo

À tarde, a reunião da Comissão de Relacionamento Institucional abordou estratégias para reforçar a conexão com os produtores e atender demandas regionais emergenciais. O objetivo central foi aproximar a entidade ainda mais do campo, promovendo engajamento e soluções práticas.

Política Agrícola: Conquistas e Próximos Passos

Encerrando o dia, a Comissão de Política Agrícola discutiu avanços significativos, com destaque para a moratória da soja. Após 18 anos de esforços, a lei foi sancionada, eliminando incentivos fiscais para empresas do setor.

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Diego Bertuol, diretor administrativo e coordenador da comissão, destacou a relevância política no agronegócio. “A moratória da soja foi um marco. Será o foco principal de fiscalização no próximo ano”, afirmou.

Guiverson Ferreira Bueno, produtor em Ipiranga do Norte, considerou a comissão essencial por tratar de temas políticos cruciais, como crédito e financiamentos. Ele também enfatizou a importância das discussões levadas ao Congresso Nacional. “Queremos garantir que o produtor tenha segurança para trabalhar e colher, independentemente de clima ou preços, com respaldo jurídico para sua produção”, finalizou.

As reuniões evidenciaram o compromisso da Aprosoja MT em atuar como ponte entre produtores e governo, promovendo soluções que atendam às demandas do setor agrícola em Mato Grosso.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expansão da indústria de papel e celulose impulsiona demanda por lubrificantes industriais de alta performance

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O crescimento acelerado da indústria brasileira de papel e celulose vem ampliando a necessidade de investimentos em eficiência operacional, confiabilidade industrial e manutenção estratégica. Na avaliação de Rogério Campos, Coordenador de Desenvolvimento de Negócios da FUCHS, os lubrificantes industriais de alta performance deixaram de ser apenas insumos operacionais e passaram a ocupar posição estratégica dentro da competitividade do setor.

A análise ocorre em um momento de expansão histórica da cadeia produtiva brasileira. Segundo dados da Indústria Brasileira de Árvores, o Brasil produziu 25,5 milhões de toneladas de celulose em 2024, crescimento de 5,2% sobre o ano anterior, consolidando o país como o segundo maior produtor global e líder mundial em exportações.

No segmento de papel, a produção nacional alcançou 11,3 milhões de toneladas, avanço de 4,6% em relação a 2023.

Para Rogério Campos, o avanço da indústria exige operações cada vez mais eficientes e tecnologicamente preparadas para suportar ambientes produtivos severos.

Crescimento da indústria aumenta pressão sobre eficiência operacional

Segundo o especialista, a expansão do setor está diretamente ligada à instalação de novos polos industriais, ampliação de fábricas e aumento da demanda global por embalagens sustentáveis, impulsionada pelo comércio eletrônico e pela substituição de plásticos.

Dentro desse cenário, Campos destaca que a confiabilidade operacional se torna um fator crítico para manter produtividade e competitividade.

“A lubrificação assume papel essencial para garantir desempenho, eficiência energética e segurança operacional, especialmente em um ambiente industrial extremamente agressivo como o da produção de papel e celulose”, analisa.

Ambientes severos exigem lubrificantes de alta performance

Na avaliação do especialista, um dos maiores desafios da indústria está nas condições extremas de operação.

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As plantas industriais do setor trabalham com:

  • Altas temperaturas;
  • Elevadas velocidades;
  • Contato constante com água e vapor;
  • Presença de agentes químicos;
  • Grandes cargas mecânicas.

Segundo Rogério Campos, essas condições aceleram desgaste, corrosão e falhas mecânicas quando não há gestão adequada da lubrificação.

“Os lubrificantes atuam diretamente na redução do atrito, dissipação de calor e proteção contra oxidação e contaminação. Quando corretamente especificados, contribuem para aumentar a vida útil dos equipamentos e reduzir paradas não programadas”, explica.

Indústria 4.0 transforma gestão da lubrificação

Outro ponto central da análise do executivo está na transformação tecnológica do setor.

Para Campos, a lubrificação industrial passa por uma evolução alinhada aos conceitos de manutenção preditiva e Indústria 4.0, com crescimento do uso de:

  • Lubrificantes sintéticos;
  • Monitoramento online;
  • Sistemas automatizados;
  • Soluções integradas de manutenção.

Na avaliação do especialista, essa transformação amplia previsibilidade operacional e reduz custos industriais.

“O mercado caminha para soluções mais inteligentes, sustentáveis e com maior estabilidade térmica, permitindo intervalos maiores de manutenção e redução significativa de falhas”, afirma.

Sustentabilidade acelera busca por soluções biodegradáveis

A análise também destaca o avanço das exigências ambientais dentro da indústria de papel e celulose.

Segundo Rogério Campos, cresce a procura por lubrificantes biodegradáveis e soluções com menor impacto ambiental, especialmente em áreas sensíveis das operações industriais.

Além disso, o desenvolvimento tecnológico vem priorizando:

  • Resistência à contaminação por água;
  • Maior estabilidade térmica;
  • Proteção anticorrosiva;
  • Resistência ao cisalhamento;
  • Melhor desempenho em ambientes úmidos.

“Essas tecnologias garantem maior proteção aos ativos industriais e ajudam a reduzir custos operacionais”, ressalta.

Falhas de lubrificação podem comprometer competitividade

Para o especialista, erros na gestão da lubrificação representam riscos operacionais e financeiros relevantes para a indústria.

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Equipamentos como bombas, compressores, mancais, turbinas, sistemas hidráulicos e transportadores dependem diretamente de lubrificantes adequados para operar de forma contínua.

Segundo Campos, falhas podem provocar:

  • Quebras mecânicas;
  • Superaquecimento;
  • Corrosão interna;
  • Paradas inesperadas;
  • Perdas de produção;
  • Aumento dos custos de manutenção.

“As consequências vão além dos danos técnicos. Afetam diretamente produtividade, competitividade e disponibilidade operacional das plantas industriais”, alerta.

Lubrificação passa a ser diferencial estratégico para o setor

Na conclusão da análise, Rogério Campos afirma que empresas que investirem em tecnologias avançadas de lubrificação tendem a ganhar vantagem competitiva nos próximos anos.

Para ele, o setor de papel e celulose brasileiro vive um momento de consolidação global e precisará sustentar crescimento com operações mais eficientes, sustentáveis e confiáveis.

“Investir em inovação e lubrificantes industriais de alta performance fortalece a competitividade das empresas e contribui para o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva”, conclui.

Segundo o especialista, a modernização industrial associada à manutenção estratégica será determinante para que o Brasil continue ampliando sua relevância global na produção de papel e celulose.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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