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Apoio à Agricultura: Desafios e Avanços para o Futuro Sustentável

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De acordo com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), José Zeferino Pedrozo, a complexidade é o termo que mais bem define os tempos atuais. O avanço acelerado da ciência e da tecnologia promove mudanças significativas em diversas áreas, afetando não apenas as atividades humanas, mas também os setores econômicos em sua totalidade. Essas transformações têm gerado, no âmbito interno, mudanças revolucionárias, distópicas e disruptivas.

No cenário global, desafios adicionais se apresentam, como conflitos bélicos incessantes que interrompem cadeias de suprimento, alteram o comércio internacional e colocam o planeta em alerta. Paralelamente, uma crise climática e ambiental tem impactos globais, afetando todos os continentes.

A agricultura catarinense, parte essencial do setor primário da economia, reflete profundamente as influências externas e internas. Como um campo de intensa aplicação tecnológica, ela é particularmente sensível às mudanças que acontecem ao seu redor. No entanto, a integração do conhecimento científico com a atuação prática dos empresários rurais, produtores e empreendedores do campo tem gerado aumentos na produção e produtividade, ao mesmo tempo em que promove a proteção dos recursos naturais.

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Ação da Faesc e Senar/SC: Qualificação e Defesa do Setor Agropecuário

Dentro deste contexto desafiador, a Faesc e o Senar/SC desempenham papéis cruciais, com ações contínuas, intensas e articuladas, voltadas à qualificação técnica e profissional dos produtores rurais, suas famílias, trabalhadores e empresários do setor. O objetivo é prepará-los para enfrentar os novos desafios impostos pelas transformações do cenário atual.

Além disso, essas entidades promovem a defesa política e institucional da agricultura catarinense, buscando garantir as melhores políticas públicas e a devida atenção por parte de todos os níveis da Administração Pública. Isso é fundamental, pois o sucesso do setor agropecuário está diretamente relacionado à promoção da paz social, assegurada pela oferta regular e acessível de alimentos, e ao crescimento econômico, já que a estabilidade do abastecimento contribui para o controle da inflação e para a mitigação da fome.

Sustentabilidade e Eficiência: O Caminho para o Futuro da Agricultura

A produção eficiente e sustentável nas cadeias produtivas de grãos, lácteos, carnes, pescados, frutas, entre outros, é vista como a chave para a perenização do setor. Esse modelo visa garantir que as futuras gerações possam viver em um ambiente de segurança alimentar e prosperidade, proporcionando-lhes as condições necessárias para o contínuo desenvolvimento.

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O apoio irrestrito à agricultura e ao agronegócio é mais do que essencial, uma vez que esse setor, embora fundamental para a sociedade, é vulnerável a uma série de fatores imprevisíveis e incontroláveis, como condições climáticas adversas, flutuações de mercado, surtos de pragas, epizootias, zoonoses, crises políticas e conflitos internacionais. Assim, assegurar a continuidade do crescimento sustentável da agricultura é essencial para a estabilidade econômica e social.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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