AGRONEGÓCIO

Ano de 2023 consolida Instituto Desenvolve Pecuária como referência no mercado da carne

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O ano de 2023 consolidou o Instituto Desenvolve Pecuária que passou a ser ouvido como referência no mercado pecuário do Rio Grande do Sul. Durante o período, a entidade trabalhou institucionalmente promovendo diversas ações com os associados junto a outras entidades da carne, assim como com representantes dos frigoríficos e do varejo. Eventos realizados em importantes espaços como Expodireto Cotrijal, Expointer e lives no canal de YouTube da instituição levaram conhecimento aos associados e visibilidade para a instituição.

O presidente do Desenvolve Pecuária, Luís Felipe Barros, lembra que a entidade iniciou o ano participando da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS). “Pela primeira vez uma feira eminentemente voltada à agricultura chamou uma instituição para falar sobre pecuária. Isso foi muito importante para nós, porque é posicionamento institucional”, ressalta, colocando que foi uma oportunidade de começar a falar com uma região do estado que é ainda muito voltada para a agricultura. “Essa ação gerou frutos e já houve interesse em realizar parcerias na utilização das pastagens, enfim, novas formas e modelos de negócios”, conta Barros.

Entre as ações desenvolvidas pelo Instituto está a segunda edição de sua convenção para os associados, realizada em Pelotas (RS). Barros destaca que, na oportunidade, para falar de mercado, foi ouvido Leonir Pascoal, do Frigorífico Silva. A entidade também realizou o Segundo Fórum da Cadeia Produtiva da Carne. “Novamente instigamos todos os elos, demonstrando que uma cadeia não se sustenta em pé se todas as partes envolvidas não estiverem com o foco no mesmo objetivo”, salienta.

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O presidente do Desenvolve Pecuária relembra, ainda, a Expointer, quando a instituição promoveu um encontro internacional de institutos de desenvolvimento da carne. Conforme Luís Felipe Barros, a promoção da carne gaúcha e os alinhamentos da cadeia somente serão atingidos quando houver uma entidade que pense na pecuária gaúcha 24 horas por dia, a exemplo do Instituto Mato-Grossense da Carne (Imac) e do Instituto Nacional da Carne (INAC), com sede no Uruguai. “É fundamental termos uma entidade que pense na pecuária do Rio Grande do Sul e é isso que defendemos. O nosso ponto de provocação e de ação maior em 2023 foi trazer à tona essa discussão que é a criação do Instituto Gaúcho da Carne, para que ele possa promover a nossa carne”, afirma.

De acordo com Barros, a entidade não quer a repetição do que ocorreu este ano em que 53% da carne consumida no estado, segundo dados do Nespro/Ufrgs, veio de fora. “Em 2023 também tivemos uma queda acentuada de preço, especialmente no mês de agosto, onde chegou a refletir 50% de deságio entre um ano e outro. E nós queremos trabalhar efetivamente, de forma estratégica, para que mesmo que os ciclos pecuários ocorram, as quedas não aconteçam de uma forma tão acentuada”, pontua o dirigente.

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Barros reforça que o Instituto também trouxe aos pecuaristas gaúchos neste ano cenários para o setor entender o que é esperado para 2024. Cita uma das ações da entidade, nesse sentido, quando representantes do Frigorífico Minerva apresentaram um modelo de negócio um pouco distinto e que “talvez seja impactante para os pecuaristas do Estado”. Ele lembra, ainda, que foi ouvido o coordenador do Nespro/Ufrgs, professor Júlio Barcellos, que apresentou um cenário onde não vai haver uma elevação acentuada do preço do boi, mas, pelo menos, uma estabilidade, com quedas normais de entressafra. “E, segundo o professor, para o final do ano deve haver uma pequena melhora no preço do boi, assim como em relação à finalização deste ciclo da pecuária, onde em 2023 foi percebido de forma mais destacada um maior abate no número de fêmeas”, informa.

Luís Felipe Barros projeta que 2024 será um ano para o Desenvolve Pecuária trabalhar menos a parte institucional e mais a parte estratégica. “A nossa presença na Expodireto Cotrijal já está confirmada e seguiremos lutando pela criação do Instituto Gaúcho da Carne, principalmente para promoção da carne do estado, ainda mais agora que estreitamos relacionamentos com entidades do setor e com o governo estadual”, conclui.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Instituto Desenvolve Pecuária

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Brasil abre 13 novos mercados para produtos agropecuários e amplia oportunidades de exportação

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O agronegócio brasileiro conquistou novas oportunidades no mercado internacional com a abertura de 13 novos mercados para produtos agropecuários nacionais. A ampliação do acesso comercial foi confirmada pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE), após a conclusão de negociações sanitárias e fitossanitárias com parceiros estratégicos em diferentes regiões do mundo.

As novas autorizações contemplam países da América do Sul, América Central, África e também a União Econômica Eurasiática (UEE), ampliando a presença dos produtos brasileiros em mercados de elevado potencial de consumo.

Novos destinos ampliam diversidade da pauta exportadora

Entre os países que abriram seus mercados para produtos brasileiros estão Argentina, Bolívia, El Salvador, Equador, Etiópia, Guiana, Honduras, Nicarágua, Nigéria, Paraguai, República Dominicana, Venezuela e a União Econômica Eurasiática, bloco formado por Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia.

As autorizações abrangem uma ampla variedade de produtos agropecuários, reforçando a diversificação da pauta exportadora brasileira.

Entre os destaques estão:

  • Material genético bovino para El Salvador e Honduras;
  • Castanha de caju para a União Econômica Eurasiática;
  • Milho pipoca para Equador e República Dominicana;
  • Ovos férteis para a Nigéria;
  • Couro bovino salgado para a Bolívia;
  • Mudas de cana-de-açúcar para Honduras;
  • Sementes de coco para a Guiana;
  • Sementes de mamona para o Paraguai;
  • Sementes de maracujá para a Venezuela;
  • Sementes de pimenta habanero para a Nicarágua;
  • Farinhas, gorduras animais e hemoderivados destinados à alimentação animal para a Etiópia;
  • Sêmen de pacu-caranha para a Argentina.
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União Econômica Eurasiática ganha relevância para o agro brasileiro

Entre as novas aberturas, a autorização para exportação de castanha de caju à União Econômica Eurasiática chama atenção pelo potencial comercial do bloco.

Segundo o governo brasileiro, os países integrantes da UEE importaram mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no último ano. Atualmente, soja, carnes e café estão entre os principais itens exportados para essa região.

A ampliação da pauta comercial fortalece a estratégia de diversificação dos destinos das exportações brasileiras e reduz a dependência de mercados tradicionais.

Agronegócio alcança 639 aberturas de mercado desde 2023

Com os novos anúncios, o agronegócio brasileiro atingiu a marca de 639 aberturas de mercado em 97 destinos internacionais desde o início de 2023, resultado do trabalho conjunto entre o Mapa e o Itamaraty para ampliar a presença dos produtos nacionais no comércio global.

A expectativa é que os produtores e exportadores dos segmentos contemplados iniciem as operações comerciais nos novos mercados nos próximos meses, ampliando receitas, fortalecendo a competitividade do setor e consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de alimentos, insumos e genética animal.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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