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Alunos do IFMT conhecem o Museu da Imagem e do Som de Cuiabá em visita especial

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Neste domingo (15), cerca de 50 alunos do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), campus Pontes e Lacerda, tiveram a oportunidade de explorar as dependências e funcionalidades do Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC). A unidade, mantida pela Prefeitura de Cuiabá por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer, foi aberta especialmente para receber o grupo, uma vez que o museu normalmente não funciona aos domingos. O museu recebeu mais de 10.570 visitantes durante o ano, consolidando-se como um espaço de preservação e compartilhamento do patrimônio cultural.

Além disso, o MISC fortaleceu seus programas escolares, recebendo mais de 2.000 alunos de instituições locais e de outros estados. Entre os destaques, estiveram exposições como Janelas do Brasil de Evani Rocha e Fotocênicas de Fred Gustavos, que atraíram milhares de visitantes e proporcionaram experiências imersivas e educativas.

Assim como ocorreu com a turma de alunos de Pontes e Lacerda, explicou o coordenador geral do Misc, Cristovão Luiz Gonçalves, o Museu tem recebido grupos variados, incluindo turistas, professores, alunos de escolas públicas e privadas, além de universidades públicas e particulares. As visitas podem ser agendadas para qualquer dia da semana, incluindo sábados, domingos e feriados, mediante solicitação prévia.

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O MISC tem como missão preservar e promover a memória cultural da vida cuiabana e mato-grossense. Além de ser um espaço para exposições, mostras de fotografia e vídeos, o museu atua como centro de documentação, incentivando pesquisas sobre a história local e reforçando seu compromisso com a educação e a cultura.

“Através de suas exposições e acervo, o MISC valoriza a diversidade cultural de Cuiabá, promovendo ações de incentivo à pesquisa e disseminação de conteúdos audiovisuais e históricos. A experiência dos estudantes do IFMT reflete esse papel, ao possibilitar o encontro entre o passado e o futuro por meio da arte e do conhecimento,” destacou o secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Justino Astrevo.

O ano de 2024 foi marcante para o MISC, com reformas significativas que melhoraram sua estrutura, valorizando sua presença no centro histórico da capital e oferecendo mais conforto aos frequentadores e colaboradores.

“Essas conquistas só foram possíveis graças ao trabalho dedicado de nossa equipe, parceiros, patrocinadores e voluntários, além do apoio incondicional do público, que acredita em nossa missão de preservar e promover a cultura,” afirmou o coordenador

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O secretário Justino Astrevo destacou que o museu está comprometido em continuar evoluindo. “Para 2025, temos planos ainda mais ambiciosos. Acreditamos que o futuro reserva ainda mais inspiração, aprendizado e conexão cultural para todos que passarem pelas portas do MISC”, concluiu o secretário.

O Misc está localizado na Rua Voluntários da Pátria, esquina com a 7 de setembro, região do Centro Histórico da capital, com horário de funcionamento, das 08 às 12h e das 14 às 18h, de segunda a sexta-feira. Para maiores informações e agendamentos, entrar em contato pelo número (65) 98136-3741.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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El Niño volta ao radar do mercado de café e pode influenciar oferta global nas próximas safras

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A confirmação de um novo episódio do fenômeno El Niño para o segundo semestre de 2026 reacendeu a atenção do mercado internacional de café. Embora a produção brasileira da safra 2026/27 não deva sofrer impactos relevantes, especialistas avaliam que as alterações climáticas poderão afetar importantes regiões produtoras ao redor do mundo e influenciar as perspectivas de oferta nos próximos ciclos.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a cafeicultura dependem da intensidade e da duração do fenômeno, além do momento em que ocorre dentro do calendário agrícola de cada país. Por isso, os impactos tendem a variar entre as diferentes origens produtoras.

Safra brasileira 2026/27 segue com perspectiva positiva

No Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, a expectativa é de que a safra 2026/27 não registre perdas significativas em decorrência do fenômeno climático.

Segundo a Hedgepoint, o estágio atual das lavouras reduz os riscos imediatos para a produção nacional. Ainda assim, um outono e inverno com maior volume de chuvas podem provocar atrasos na colheita e aumentar a volatilidade do mercado ao longo dos próximos meses.

Mesmo sem expectativa de impactos relevantes sobre a produtividade da safra atual, o comportamento do clima continuará sendo acompanhado de perto pelos agentes do setor, especialmente diante da possibilidade de fortalecimento do El Niño durante o segundo semestre.

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Florada da safra 2027/28 entra no foco do mercado

Se a produção da temporada atual inspira maior tranquilidade, a mesma situação não se aplica ao próximo ciclo produtivo.

A Hedgepoint alerta que alterações no regime de chuvas e nas temperaturas durante o período de florada poderão influenciar o potencial produtivo da safra brasileira de 2027/28.

A fase de floração é considerada uma das mais importantes para a definição da produtividade dos cafezais. Qualquer irregularidade climática nesse período pode comprometer a formação dos frutos e alterar as estimativas futuras de produção.

América Central e Sudeste Asiático concentram maiores riscos

Enquanto o Brasil tende a enfrentar impactos limitados no curto prazo, outras importantes regiões produtoras apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do El Niño.

Segundo a análise da Hedgepoint Global Markets, países da América Central e do Sudeste Asiático podem sofrer alterações climáticas capazes de prejudicar tanto a safra 2026/27 quanto a temporada 2027/28.

Essas regiões desempenham papel estratégico no abastecimento global de café, especialmente na produção de grãos arábica e robusta, o que faz com que qualquer redução na oferta seja acompanhada com atenção pelos mercados internacionais.

Clima seguirá como principal variável para os preços

Com a possibilidade de um episódio mais intenso de El Niño entre o fim de 2026 e o início de 2027, operadores, exportadores e produtores deverão manter atenção redobrada à evolução das condições climáticas nas principais origens produtoras.

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Embora o cenário atual não indique prejuízos relevantes para a produção brasileira desta temporada, o mercado continua precificando riscos relacionados às próximas safras, uma vez que o equilíbrio entre oferta e demanda mundial depende diretamente das condições meteorológicas.

Segundo Laleska Moda, analista de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do fenômeno varia conforme a região e o período do ano em que atua.

A especialista explica que, no Brasil, a safra 2026/27 deve ser preservada, mas o andamento da colheita e, principalmente, a florada da safra 2027/28 exigirão acompanhamento constante. Já em países da América Central e do Sudeste Asiático, os efeitos do El Niño poderão ser mais intensos, afetando a produção nas duas próximas temporadas.

Diante desse cenário, o clima permanece como um dos principais fatores de formação das expectativas para o mercado global de café, influenciando decisões de comercialização, investimentos e projeções para a oferta mundial nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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