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Alunos da Escola Municipal de Música de Cuiabá participam de evento solidário

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Alunos da curso de violão da Escola Municipal de Música de Cuiabá, coordenada pela Secretaria Municipal de Cultura, participarão do 3º Concerto Beneficente. O evento é organizado pelo violonista e professor Joel Amorim e ocorre no dia 18 de abril, às 20h, no salão de eventos do Condomínio Rio Cachoeirinha, no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá.

A iniciativa é aberta ao público e visa arrecadar alimentos para a comunidade local. Para a entrada, são solicitados 2 kg de alimentos não perecíveis, que poderão ser entregues no dia do evento.

Os 12 alunos que se apresentarão integram a turma intermediária e já tocam os instrumentos com desenvoltura. A participação no concerto é considerada uma oportunidade para demonstrarem seu aprendizado e contribuí para que a turma conquista confiança diante do público.

O repertório contará com obras do violão clássico, incluindo composições de autores consagrados e algumas de autoria do próprio Joel. Além disso, o público poderá assistir às apresentações dos alunos e dos convidados especiais — ambas aguardadas com grande expectativa.

Segundo o professor Joel, como é carinhosamente conhecido, o concerto — cuja finalidade é ajudar famílias em situação de vulnerabilidade — vem ganhando força e sendo realizado duas vezes por ano. “Desta vez, escolhi a data às vésperas da Páscoa para exercitar o espírito solidário, justamente numa época em que a reflexão toma conta das pessoas. Todos nós podemos fazer um pouco, e unindo esse pouco de cada participante, poderemos atingir um objetivo maior, que é ajudar mais pessoas”, explicou o cuiabano Joel Amorim, que é músico de formação e violonista profissional.

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Para o secretário municipal de Cultura, Johnny Everson, destacou as ações da Escola de Música. “Observe que crianças e adolescentes estão sendo contemplados com a oportunidade de fazer música, estudar música, com grandes professores formados na Universidade Federal, especialistas em música, com alto nível didático. Essas pessoas estão sendo agraciadas gratuitamente com essa oportunidade de aprender, e, ao mesmo tempo, estão contribuindo com um evento beneficente. Há uma frase que diz que ninguém tem tão pouco que não possa contribuir com alguém, e nem tanta coisa que não possa receber algo de alguém que tenha algo útil a oferecer. É isso: nossos artistas em formação da Escola de Música já são atrações de projetos beneficentes, e com certeza contribuirão com a sociedade, com o interesse público de pessoas que precisam. É aquela onda do bem, de uma mão estendida para a outra — é a demonstração de amor por meio da música. Fico feliz com essa iniciativa dos professores e feliz também por ver que a Escola Municipal de Música, em tão pouco tempo, já está florescendo com tantas sementes maravilhosas desse novo tempo que estamos construindo para a sociedade”, destacou o secretário.

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Joel Amorim tem uma vasta trajetória profissional. Participou de eventos como os “Cursos Internacionais de Verão” da Escola de Música de Brasília (DF), onde foi aluno de Marcus Tardelli e Eduardo Meirinhos; do Festival Eleazar de Carvalho (Fortaleza/CE); das Semanas de Música Mato Grosso – Volume (SESC Arsenal); do Ciclo de Palestras Música e Ciência – Musicien (ECCO/UFMT); da Jornada Violonística (Bacharelado/UFMT), além de masterclasses e cursos com Victor de Castro e Cyro Delvizio.

SERVIÇO
O quê: 3º Concerto Beneficente
Quando: 18/04 (sexta-feira)
Horário: 20h
Local: Condomínio Rio Cachoeirinha – Av. das Palmeiras, s/nº, bairro Jardim Imperial
Entrada: 2 kg de alimento não perecível

#PraCegoVer
A foto mostra a sala de música da Secretaria Municipal de Cultura em dia de aula de violão. Vários alunos estão sendo assistidos pelos professores.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

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Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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