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Alta reforça liderança em genética zebuína na ExpoZebu 2026 e destaca consistência de reprodutores de corte e leite

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Alta leva genética zebuína de alta performance à ExpoZebu 2026

A Alta, referência global em melhoramento genético bovino, chega à ExpoZebu 2026 com o objetivo de reforçar sua liderança no mercado de genética zebuína e ampliar o relacionamento com produtores rurais.

A atuação da empresa será integrada durante o evento, com presença no estande localizado no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), além da Central de touros, que reúne mais de 500 reprodutores, e uma equipe técnica especializada em atendimento e planejamento genético personalizado.

Consistência genética e seleção são diferenciais da bateria Alta

A empresa se destaca pela consistência de sua bateria de touros, resultado de um processo contínuo de seleção genética que garante previsibilidade e desempenho aos criatórios.

Segundo o gerente de Corte Zebu da Alta, Rafael Oliveira, grande parte dos reprodutores que ingressam nas centrais tem origem em linhagens consolidadas dentro da própria bateria da empresa.

Esse modelo reforça a confiança do mercado e sustenta a solidez do programa genético desenvolvido pela companhia ao longo dos anos.

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“Nelore produtivo” ganha força com reprodutores de destaque

O avanço do chamado “Nelore produtivo” também é impulsionado por reprodutores de alto impacto genético, como o REM Armador, amplamente utilizado em criatórios de elite e considerado um marco no melhoramento da raça.

Outros nomes de destaque incluem REM Hermoso, Diplomata da Agronova e o REM Passaport, atualmente entre os touros com maior contribuição genética nas centrais.

Esses reprodutores reforçam a capacidade da bateria Alta de manter desempenho consistente ao longo das gerações.

Fertilidade e eficiência elevam resultados na pecuária de corte

Um dos diferenciais técnicos da bateria da Alta é a presença de reprodutores com certificação de alta fertilidade pelo programa Concept Plus, iniciativa global voltada à eficiência reprodutiva em vacas de corte.

Na prática, esse fator se traduz em maior taxa de prenhez, melhor aproveitamento dos rebanhos e ganho direto em produtividade nos sistemas pecuários.

Destaque em rankings genéticos consolida liderança no setor

A consistência da bateria também é confirmada nos principais sumários genéticos do país. Na avaliação mais recente da ANCP (Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores), a Alta lidera em número de animais entre os melhores classificados.

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Dos 10 touros com maior MGTe em centrais, sete pertencem à bateria da empresa, incluindo o líder do ranking, o touro Nobre 7P.

Portfólio completo e oportunidades comerciais na ExpoZebu

Durante a ExpoZebu 2026, os visitantes poderão conhecer tanto a genética de corte quanto o portfólio de leite da Alta, além de tecnologias voltadas à eficiência produtiva no campo.

A empresa também oferecerá condições comerciais especiais e campanhas exclusivas durante o evento, atraindo produtores, técnicos e delegações internacionais.

ExpoZebu como espaço estratégico de relacionamento e negócios

Mais do que um ambiente de vendas, a ExpoZebu é considerada estratégica para fortalecimento de relacionamento com o mercado. Em um cenário de crescente demanda por eficiência na pecuária, a Alta reforça sua posição como protagonista na entrega de soluções genéticas que contribuem para uma produção mais produtiva, previsível e competitiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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