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Alta no preço do arroz impulsiona consumo de macarrão e massas alimentícias

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De acordo com dados da pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), revelou que, somente no último mês, o preço do arroz registrou um aumento significativo de 3,41%. A situação segue a tendência do cenário mundial: o produto alcançou, no último mês de agosto, o maior preço em 15 anos, com um avanço de 9,8% em um mês, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

A Índia, um produtor crucial, responsável por 40% do fornecimento global de arroz, é apontada como a principal vilã para esse quadro, após adotar, em julho, restrições às exportações. No Brasil, as chuvas e os ciclones que atingiram, nos últimos meses, o Rio Grande do Sul, estado que é o maior produtor de arroz do País, atrapalharam a colheita e atrasaram o plantio da próxima safra.

As consequências podem ser observadas nas prateleiras. A queda nas vendas vem se acentuando em todo o País, ainda de acordo com a pesquisa da Abras. O pacote de 5kg de arroz chega a atingir a marca de R$ 30, um patamar de preços não observado desde o auge da pandemia.

Em contrapartida, um levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) divulgado em outubro, mostra que o macarrão está entre os 10 produtos mais consumidos no País. Segundo o estudo, 44,5% dos brasileiros consomem massas semanalmente.

Outra pesquisa realizada pela Horus, empresa de inteligência de mercado, para o período de janeiro a setembro de 2023, reforça a tendência. Ela indica que a categoria de Massas Secas Alimentícias/Macarrão esteve presente em 8,3% das notas fiscais, com uma média de itens 20% maior e tíquete médio 23,6% maior que o mesmo período do ano passado. O Brasil é o terceiro maior país produtor de macarrão do mundo, de acordo com a Organização Mundial de Pasta (IPO).

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Diante dos dados, é possível concluir que, para grande parte dos brasileiros, substituir o arroz pelo macarrão é uma estratégia para economizar e variar o cardápio.

Versátil, democrático, prático e saboroso, o macarrão harmoniza bem com praticamente tudo: carnes, legumes, molhos diversos, saladas e outros itens. O Grupo Damezza, companhia cearense especialista na produção e comercialização de farinha de trigo, massas e biscoitos, detém marcas como a Puríssima, Puríssima Times, Danado de Bom e Coração Nordestino, que trazem em seus portfólios uma variedade de produtos da categoria de Massas Alimentícias e Macarrão, aliando qualidade diferenciada e preço justo.

A Puríssima apresenta ao mercado o macarrão em sua definição pura – ou seja – independente de qual seja o formato (espaguete, penne, fusilli, talharim, etc) o macarrão “original” é produzido a partir da farinha de trigo e/ou derivados de trigo durum e/ou derivados de outros cereais, leguminosas, raízes e/ou tubérculos, resultantes do processo de empasto e amassamento mecânico, sem fermentação, de acordo com a definição da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

As versões Spaguetti Comum, Sêmola Lasanha, Sêmola Fusilli e Sêmola Argola são as opções da Puríssima que se destacam pela qualidade e custo-benefício. São grandes aliadas para quem busca opções mais nutritivas e de fácil preparo, tanto nas refeições do dia a dia quanto para receitas mais elaboradas.

Já a Puríssima Times também traz o tradicional macarrão Espaguete enriquecido com Sêmola especialmente para o público das regiões Norte e Nordeste que é aficionado por futebol. As embalagens trazem a temática de algumas das equipes de futebol mais populares das regiões citadas: Ceará, Fortaleza, Remo e Paysandu. Os espaguetes do Vozão, do Leão do Pici, do Papão e do Leão do Norte caíram no gosto dos cearenses e paraenses e, além de saborosos, são uma excelente fonte de carboidrato, que garante energia e ainda pode ser aliada das pessoas que fazem dieta para controle de colesterol, já que não contém adição de ovos em sua produção.

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A marca Coração Nordestino, como o próprio nome sugere, traz para o preparo do tradicional macarrão espaguete, grãos especiais colhidos no Nordeste. Também oferece uma ótima relação entre qualidade diferenciada e preço acessível. A Coração Nordestino também aparece nas versões Macarrão Comum Parafuso e Sopinha, ideais para preparar diferentes e nutritivas receitas para almoço ou jantar.

Também produzido com grãos nordestinos, o Espaguete Danado de Bom é uma massa alimentícia mista que leva arroz e milho em seu preparo. O resultado é um sabor marcante e uma textura incrível. Sem glúten, também é uma opção saudável para celíacos e para quem deseja adotar uma dieta com restrição a essa proteína. De fácil preparo, vai bem com vários tipos de molhos e acompanhamentos.

Com diferentes tipos de cortes e inúmeras formas de preparo, o macarrão e as massas alimentícias oferecem ao brasileiro uma possibilidade infinita de cardápios e são fortes aliados para driblar a alta do valor do arroz.

Fonte: AD2M Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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