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Aliados pela Água, programa de sustentabilidade da Coca-Cola, é vencedor em duas categorias do Prêmio “Guardiões pela Água”, promovido pela ONU

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O primeiro projeto foi premiado na categoria Acesso à Água e Saneamento e o segundo dividiu o prêmio da categoria Resiliência Hídrica. Cases vencedores de premiação do Movimento +Água foram anunciados em cerimônia realizada no dia 08/12 durante a COP 28, em Dubai, nos Emirados Árabes. Empresas premiadas apresentaram suas ações durante o painel “Agenda Azul: Investir em água como prioridade para os negócios” em evento promovido pelo Pacto Global.

A Coca-Cola Brasil teve 2 projetos de sustentabilidade premiados nesta sexta-feira, durante a COP 28 em Dubai. Os projetos “Aliados pela Água: Água + Acesso” e “Aliados pela Água: Proteção de bacias hidrográficas” foram vencedores da 1° edição do Prêmio ‘Guardiões pela Água’, promovido pelo Pacto Global da ONU no Brasil para fomentar iniciativas de destaque das empresas participantes do Movimento +Água.

O Movimento integra a estratégia Ambição 2030, para impulsionar os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da Agenda 2030 da ONU. A premiação busca dar visibilidade às boas práticas das empresas comprometidas com a segurança hídrica e foi dividida em duas categorias: Acesso à Água e Saneamento e Segurança Hídrica. Enquanto o programa “Água+ Acesso” venceu na primeira, o programa de “Proteção de Bacias Hidrográficas”, dividindo o primeiro lugar com o case de outra empresa.

A Coca-Cola investe e contribui para ampliar o acesso e tratamento de água de forma sustentável em áreas rurais e isoladas do país. Desde 2017, mais de 183 mil pessoas de 410 comunidades foram beneficiadas em 10 estados brasileiros. Por ano, são mais de 3 bilhões de litros de água tratados pelo programa, que já recebeu mais de R$ 30 milhões em aporte, em parceria com 17 organizações aliadas.

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A companhia apoia projetos e conservação, restauração e proteção de florestas e áreas naturais que contribuem para a resiliência e recarga de bacias hidrográficas. Desde 2009, foram 115 mil hectares de áreas protegidas em 7 estados e 5 biomas brasileiros.

“A água é o principal elemento de nossas bebidas e eixo central de nossa estratégia e compromissos de sustentabilidade em todo o mundo. Em 2007 a Coca-Cola foi pioneira em anunciar globalmente o compromisso de devolver 100% da água que utilizamos em nossas fábricas para a natureza e sociedade. Essa meta já foi atingida em 2015 e, cada vez mais, ampliamos esta atuação para que ela aconteça em cada bacia, fábrica e localidade em que operamos. Receber estes prêmios mostra que estamos no caminho certo”, orgulha-se Rodrigo Brito, Head de Sustentabilidade para a Coca-Cola no Brasil e Cone Sul.

Camila Valverde, diretora de Impacto e COO do Pacto Global da ONU no Brasil, aposta que a premiação pode incentivar e reconhecer os esforços que vêm sendo feito pelas empresas. “Procuramos com a premiação incentivar a implementação de práticas concretas para mitigação, adaptação e meios de implementação para mudanças do clima, de modo a reconhecer e estimular o esforço das empresas comprometidas com a Plataformas de Meio Ambiente (Ação pelo Clima, Água e Oceano e Agro Sustentável), além de transformar as boas práticas desenvolvidas pelas empresas em materiais possíveis de serem compartilhados com o setor privado e com a sociedade em geral, a fim de trazer mais notabilidade para a agenda climática. Esperamos ainda sensibilizar diferentes públicos acerca do tema do ODS 6 – Água Potável e Saneamento, e inspirar a implementação de boas práticas para empresas que ainda não as fazem”.

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A escolha dos cases vencedores foi feita por um Comitê Avaliador, formado por integrantes especialistas do time de Clima, Água e Oceano e Agro Sustentável do Pacto Global da ONU no Brasil, parceiros e convidados. Foram observadas a adequação ao tema, a replicabilidade da ação/projeto (potencial da ação/projetos de ser replicada por outras organizações), inovação (originalidade, benefícios da inovação e impacto), a qualidade da apresentação do case de boa prática (objetividade, clareza e resultados).

Fonte: Coca-Cola Brasil

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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