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Algodão fecha abaixo de 70 centavos em Nova York influenciado por petróleo, dólar e melhora nas lavouras americanas

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Nesta terça-feira, a Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão encerrou o dia com preços em queda. Os valores caíram abaixo da significativa marca técnica e psicológica de 70 centavos por libra-peso, atingindo os níveis mais baixos em dois anos.

De acordo com Gil Barabach, consultor da Safras & Mercado, essa desvalorização foi impulsionada pela queda nos preços do petróleo, pela firmeza do dólar e, sobretudo, pela melhora nas condições das lavouras americanas.

O relatório semanal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na segunda-feira, indicou uma melhoria substancial nas condições das lavouras de algodão. Até 21 de julho, 53% das lavouras estavam classificadas entre boas e excelentes, 29% em condição regular e 18% em condições ruins ou muito ruins. Na semana anterior, esses índices eram de 45%, 32% e 23%, respectivamente.

Os contratos com entrega para dezembro de 2024 fecharam o dia a 69,48 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 1,14 centavo, ou 1,6%. Já os contratos para março de 2025 terminaram cotados a 71,36 centavos, uma desvalorização de 1,15 centavo, ou 1,6%.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa reforça fiscalização de micotoxinas em São Paulo com tecnologia portátil de análise rápida

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O Ministério da Agricultura e Pecuária ampliou a capacidade de fiscalização de micotoxinas em produtos vegetais no estado de São Paulo com a adoção de um novo equipamento portátil de análise rápida. A tecnologia permitirá maior agilidade nas ações de inspeção conduzidas pelas equipes da defesa agropecuária, reduzindo o tempo de triagem de amostras durante operações em campo.

O equipamento será utilizado nas fiscalizações de produtos como amendoim, café, feijão, arroz e uva-passa, culturas frequentemente monitoradas devido ao risco de contaminação por micotoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos que podem comprometer a segurança alimentar e gerar prejuízos à cadeia produtiva.

A nova ferramenta possibilita a realização de análises preliminares em poucos minutos, permitindo identificar rapidamente a presença ou ausência de contaminantes como aflatoxina, no amendoim, e ocratoxina, no café.

Tecnologia amplia rapidez das ações de fiscalização

O equipamento, fabricado no Reino Unido e importado da Áustria, será utilizado pelas equipes do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal em São Paulo (Sipov-SP) diretamente nos locais de coleta das amostras.

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Segundo o Ministério da Agricultura, a tecnologia representa um avanço importante na modernização das ações de fiscalização vegetal, já que permite respostas mais rápidas durante operações de monitoramento e inspeção.

Na última semana, representantes da empresa responsável pela cessão do equipamento em regime de comodato realizaram uma demonstração técnica para servidores do Mapa que atuam na fiscalização vegetal em São Paulo.

A atividade contou com a participação do superintendente do Mapa no estado, Estanislau Steck, além de equipes envolvidas nas ações de defesa agropecuária.

Análises laboratoriais oficiais continuam sendo obrigatórias

Apesar da rapidez no diagnóstico inicial, o Ministério reforça que os resultados obtidos pelo equipamento portátil possuem caráter preliminar.

Após a triagem em campo, as amostras coletadas continuam sendo encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em São Paulo (LFDA/SP), responsável pelas análises laboratoriais oficiais e pela emissão dos laudos conclusivos que podem subsidiar eventuais processos administrativos.

A utilização da tecnologia deve ampliar a eficiência operacional das equipes de fiscalização, fortalecendo o monitoramento da qualidade e da segurança dos produtos vegetais destinados ao consumo interno e ao mercado exportador.

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Controle de micotoxinas é estratégico para segurança alimentar e exportações

O controle rigoroso de micotoxinas é considerado estratégico para o agronegócio brasileiro, especialmente em cadeias voltadas à exportação, como café e amendoim.

A presença dessas substâncias pode gerar barreiras sanitárias internacionais, restrições comerciais e riscos à saúde humana e animal, tornando o monitoramento preventivo essencial para garantir competitividade e conformidade dos produtos brasileiros.

Com a adoção do novo equipamento portátil, o Mapa busca aumentar a capacidade de resposta da fiscalização agropecuária e tornar mais eficiente o controle sanitário nas cadeias vegetais monitoradas no estado de São Paulo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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