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Aiba supera metas do Plano ABC+ Bahia e reforça compromisso com agricultura sustentável

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A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) superou as metas assumidas junto ao Plano ABC+ Bahia, conforme apresentado durante a reunião do Grupo Gestor Executivo (GGE) da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri). O encontro aconteceu durante a 34ª Feira Internacional da Agropecuária (Fenagro), em Salvador.

Plano ABC+ Bahia integra política nacional de baixa emissão de carbono

O Plano ABC+ Brasil é uma política pública nacional voltada à redução das emissões de gases de efeito estufa nas atividades agropecuárias, conforme compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris (2015). A iniciativa distribui metas entre os estados, e na Bahia, a Seagri coordena um grupo gestor responsável pela execução das ações locais — metas que, segundo o relatório da Aiba, foram amplamente superadas.

O programa está em sua segunda fase, com vigência entre 2020 e 2030, e prevê revisões bienais das metas e tecnologias implementadas.

Ações da Aiba impulsionam práticas agrícolas sustentáveis

Durante a apresentação, a Aiba destacou a superação das metas estaduais por meio de uma série de ações institucionais voltadas ao fomento de práticas sustentáveis e de responsabilidade social. Entre os projetos de destaque estão:

  • Monitoramento Hídrico do Aquífero Urucuia;
  • Projeto Nascentes do Oeste;
  • Programa Jovem Aprendiz;
  • Projeto AgroPlus;
  • Eventos técnicos e científicos como workshops, fóruns, dias de campo, missões internacionais e feiras, voltados à difusão de conhecimento sobre agricultura de baixo carbono.
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Essas iniciativas reforçam o papel da Aiba como agente de transformação na promoção de tecnologias e práticas voltadas à sustentabilidade ambiental e produtiva no Cerrado baiano.

Agricultura e pecuária baianas se destacam pela sustentabilidade

A especialista ambiental da Aiba e representante da entidade no GGE, Gláucia Araújo, apresentou os principais indicadores de tecnologias e resultados obtidos nos últimos cinco anos na região do Cerrado baiano.

Segundo ela, os números comprovam o avanço da sustentabilidade no campo.

“A superação das metas do Plano ABC+ Bahia comprova que nossa agricultura e pecuária são sustentáveis, utilizam tecnologias conservacionistas e ajudam a fixar carbono no solo. Produzimos com responsabilidade ambiental e social, mostrando que é possível conciliar desenvolvimento e conservação, garantindo a segurança alimentar”, destacou Gláucia.

Integração com instituições e entidades do setor

Além da Aiba, também apresentaram relatórios de resultados a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb/Senar) e a Fundação Bahia. O encontro contou com a presença de representantes de instituições de ensino, pesquisa, setor florestal, agrícola e de governos estaduais e municipais, reforçando o caráter colaborativo do Plano ABC+ Bahia.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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