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Agroceres PIC recebe clientes, contribui com discussões e apresenta soluções tecnológicas no XX Congresso Abraves

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A Agroceres PIC teve uma participação bastante produtiva no XX Congresso Nacional da Abraves. A empresa aproveitou o evento, um dos mais tradicionais da suinocultura brasileira, para receber seus clientes e parceiros, participar e contribuir com as discussões e, também, para apresentar soluções tecnológicas para elevar a competitividade do setor.

Para isso, além de ser patrocinadora Diamante do congresso, montou uma estrutura especial para recepcionar e acolher os visitantes: um lounge e o “Chimarródromo Agroceres PIC”.

A Agroceres PIC também esteve no congresso para compartilhar conhecimento científico. Nesta edição, 5 trabalhos elaborados pelas equipes de Serviços Técnicos, Serviços Veterinários e de Boas Práticas e Bem-estar Animal foram selecionados pela Comissão Científica da Abraves e expostos na forma de pôsteres durante o evento.

“Nossa participação no XX Congresso Nacional da Abraves foi altamente positiva. Para nós é sempre muito importante estar junto de nossos clientes e, durante o evento, tivemos a oportunidade de recebê-los e reiterar nossa disposição em ajudá-los no que for preciso”, comenta Pedro Guimarães Lisboa, Supervisor Comercial da Agroceres PIC, que também destacou a participação do time técnico da empresa, que além de atualizar seus conhecimentos, visando à manutenção do alto nível dos seus serviços, colaborou com as discussões de temas estratégicos para o desenvolvimento do setor.

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Promovido pela Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos, o XX Congresso Nacional foi realizado em Porto Alegre (SP) entre os dias 16 e 19 de outubro. Um dos principais fóruns técnicos do setor, o congresso reúne profissionais da suinocultura com o objetivo de levar informações técnico-científicas relacionadas às mais diferentes especialidades da atividade e contribuir com o desenvolvimento da área nos âmbitos regional e nacional. Nesta edição, o Congresso Nacional Abraves registrou a participação de cerca de 1.200 pessoas.

Fonte: Agroceres PIC

Fonte: Portal do Agronegócio

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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