AGRONEGÓCIO

Agroceres PIC destaca investimentos e diferenciais de seus programas de atualização genética no Show Rural Coopavel

Publicado em

De olho vivo nas necessidades dos produtores, a Agroceres PIC leva à 36ª edição do Show Rural Coopavel seu pacote completo de tecnologias e soluções genéticas.

Além do portfólio de produtos, os visitantes que passarem pelo estande da empresa poderão conhecer os impactos dos investimentos que a Agroceres PIC vem fazendo no Brasil, em especial o novo Núcleo Genético Gênesis, de Paranavaí(PR), já em plena operação, e cujos primeiros animais chegam ao mercado no primeiro trimestre do ano. A empresa prepara-se também para inaugurar, ainda no primeiro semestre, uma nova Unidade de Disseminação de Genes, em Campo Grande (MS), sua sétima UDG no país.

“A suinocultura é uma atividade muito dinâmica. A incorporação de novas tecnologias é uma condição básica para que o produtor possa atuar com eficiência e rentabilidade”, afirma Nilo Chaves de Sá, Consultor Técnico Comercial da Agroceres PIC. “A Agroceres PIC investe permanentemente em sua estrutura, no desenvolvimento de novas tecnologias e serviços para conferir competitividade aos produtores. Nesta edição, vamos enfatizar junto aos participantes os diferenciais econômicos que nossos produtos e serviços agregam à produção de suínos”.

Leia Também:  Aprosoja-MT destaca atuação do TCE-MT na aprovação de nova lei sobre incentivos fiscais

Durante todo o evento, os profissionais da equipe técnico-comercial da empresa estarão à disposição dos visitantes. O atendimento compreende desde trocas de informações técnicas e de mercado até o detalhamento dos investimentos, produtos e serviços oferecidos pela Agroceres PIC.

Um dos maiores e mais tradicionais eventos de difusão tecnológica do agronegócio brasileiro, o Show Rural Coopavel acontece, nesta edição, entre os dias 05 e 09 de fevereiro, em Cascavel (PR).

Fonte: Agroceres PIC

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Café: safra robusta derruba preços do arábica enquanto exportações de robusta ganham força, aponta Rabobank

Published

on

O mercado brasileiro de café atravessa um momento de transição marcado pelo avanço da colheita, expectativa de safra elevada e mudanças importantes no comércio internacional. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, a combinação entre maior oferta e ajustes na demanda global tem pressionado os preços do café arábica, enquanto o robusta (conilon) ganha espaço nas exportações e nos blends utilizados pela indústria mundial.

Segundo o banco, a colheita segue avançando em ritmo satisfatório nas principais regiões produtoras do país. As condições climáticas têm favorecido os trabalhos tanto nas áreas de arábica quanto de robusta, sem impactos relevantes na qualidade dos grãos em secagem, apesar de registros pontuais de chuvas e episódios isolados de granizo no Sul de Minas Gerais.

Produção brasileira deve alcançar 73,3 milhões de sacas

A expectativa do RaboResearch é de uma produção total de 73,3 milhões de sacas de café na safra brasileira de 2026, sendo 46,7 milhões de sacas de arábica e 26,6 milhões de sacas de robusta. O volume reforça a perspectiva de uma oferta significativa no mercado, fator que vem contribuindo para a pressão sobre os preços nos últimos meses.

O banco observa que, no início da colheita, alguns produtores relataram rendimentos abaixo do esperado, situação considerada comum nessa fase dos trabalhos. A tendência, entretanto, é de normalização à medida que a colheita avança e os volumes efetivos da safra sejam confirmados.

Preços do café arábica acumulam forte queda

O cenário de maior oferta tem impactado diretamente as cotações internacionais. O contrato futuro do café arábica com vencimento em julho de 2026 registrou desvalorização de 16,5%, recuando de aproximadamente US$ 2,40 por libra-peso para níveis próximos de US$ 2,00 por libra-peso.

Leia Também:  Custo de Produção de Algodão em Mato Grosso Apresenta Queda, Indica CPA

Já o robusta apresentou comportamento mais resiliente. O contrato negociado na Bolsa de Londres caiu apenas 2,4% no mesmo período, passando de cerca de US$ 3.800 por tonelada para a faixa de US$ 3.700 por tonelada. Mesmo assim, o mercado físico também registrou recuos nos preços da variedade.

Exportações mostram movimentos opostos entre arábica e robusta

Os embarques brasileiros revelam uma mudança importante na dinâmica do comércio internacional de café.

Em maio, as exportações de café arábica somaram 2,12 milhões de sacas, queda de 5,9% em relação a abril. Na comparação com o mesmo mês de 2025, a retração foi de 11,9%.

Por outro lado, o robusta apresentou forte crescimento. Os embarques alcançaram 601 mil sacas em maio, avanço de 21% sobre abril e impressionante alta de 195% frente ao mesmo período do ano passado.

Na avaliação do Rabobank, esse movimento reflete uma mudança temporária na composição dos blends utilizados pela indústria global, com maior participação do robusta. Entretanto, a recente desvalorização do arábica e a entrada da nova safra brasileira tendem a favorecer uma retomada gradual da participação dessa variedade nas misturas internacionais.

Europa segue liderando compras de arábica brasileiro

O relatório mostra que os principais destinos do café arábica brasileiro continuam concentrados na Europa, com destaque para a Alemanha. Os Estados Unidos aparecem como o segundo maior comprador da variedade.

Leia Também:  Rabobank apresenta perspectivas para o mercado global de celulose em 2024

No caso do robusta, os principais mercados atualmente são Colômbia, México e Reino Unido, refletindo o aumento da demanda internacional por essa categoria de café.

Possível tarifa dos EUA preocupa indústria de café solúvel

Entre os fatores de atenção para os próximos meses está a proposta anunciada pelos Estados Unidos de elevar a tarifa de importação sobre o café solúvel de 10% para 25%.

Embora a medida ainda esteja em discussão e não tenha sido oficialmente implementada, o Rabobank alerta que uma eventual aprovação poderá reduzir a competitividade da indústria brasileira de café solúvel no mercado norte-americano.

Além disso, dados do Cecafé apontam queda de 17,2% nas exportações brasileiras de café para os Estados Unidos entre abril e maio de 2026. Na comparação anual, a retração chegou a 25,2%.

Clima e El Niño permanecem no radar do setor

Outro fator que continua sendo monitorado pelo mercado é a possível formação de um evento El Niño nos próximos meses. Segundo o Rabobank, as baixas temperaturas e as chuvas registradas na primeira quinzena de junho desaceleraram parte dos trabalhos de colheita, mas a expectativa é de normalização das condições climáticas nas próximas semanas.

Com a safra avançando e os preços pressionados, o mercado de café deverá continuar acompanhando de perto o comportamento da demanda internacional, a evolução das exportações brasileiras e os impactos climáticos sobre a produção futura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA