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AGRO: Show Rural vai injetar R$ 200 mi na economia do Oeste do Paraná

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Essa é a soma de recursos que a mostra de tecnologia, uma das três maiores disseminadoras de inovações e tecnologias para o campo do mundo, deverá injetar nos mais diferentes setores econômicos da região antes, durante e depois do evento.

Preparativos – Os preparativos para a 36ª edição, de 5 a 9 de fevereiro, acontecem desde o último dia 2 de janeiro. São cem empresas credenciadas na montagem dos estandes dos 600 expositores e 2,4 mil pessoas desempenharão, neste mês de janeiro, as mais diferentes funções e tarefas no parque. Na semana da feira, serão mais de quatro mil trabalhadores diretamente envolvidos. “Esse dinheiro é canalizado para hotéis, pousadas, restaurantes, bares, lanchonetes, supermercados, lojas do comércio, entretenimento, entre outros”, observa o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Impacto – O impacto do Show Rural na economia da região é importante, principalmente para um início de ano. “A Coopavel e todos que organizam e participam do evento ficam felizes com o crescimento da feira e com os seus reflexos, contribuindo para avanços fundamentais à agricultura e à pecuária e também aos mais diferentes setores produtivos de Cascavel e da região – alcança um raio de cerca de 150 quilômetros”, destaca Dilvo. Outra contribuição de grande relevância que o evento traz é divulgar o nome da cidade e do Oeste, bem como as suas potencialidades e possibilidades, para o Brasil e para o mundo.

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O evento – O 36º Show Rural Coopavel vai ser realizado de 5 a 9 de fevereiro, no centro tecnológico da cooperativa, no Km-577 da BR-277, em Cascavel, no Oeste do Paraná. Serão 600 expositores, empresas que estão entre as maiores do planeta em suas respectivas áreas conectadas ao agronegócio.

Público – A expectativa de público é superior a 300 mil pessoas e a estimativa de vendas é na casa dos R$ 5,5 bilhões. Uma boa notícia é que o acesso ao parque, neste ano, acontecerá de forma mais rápida e segura. Além do trevo Cataratas, que foi reestruturado e inaugurado em 2023, os dez quilômetros do perímetro urbano ao local do evento serão percorridos, na ida e na volta, em trecho de pista dupla.

Fonte: Assessoria de Imprensa Coopavel

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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