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Adoção de bioestimulantes na agricultura brasileira chega a 30% em 2023

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O setor de bioestimulantes no Brasil vem crescendo e a estimativa é de que neste ano já represente 3,7 bilhões de dólares devido ao aumento na adoção de produtos biológicos por parte dos agricultores brasileiros. De acordo com o responsável pela empresa Elicit Plant no Brasil, Felipe Sulzbach, a adoção no país chega a 30%, enquanto que no mundo este índice fica em torno de 18%. Ao falar sobre o setor no Brasil, Sulzbach destaca que os bioestimulantes estão se tornando cada vez mais importantes nos cultivos devido à crescente demanda por produtividade agrícola e segurança alimentar.

A Elicit Plant, uma empresa agribiotech que nasceu na França, iniciou neste ano a internacionalização do seu portfólio em mercados importantes da Europa, América do Norte e América do Sul, principalmente no Brasil. Conforme Sulzbach, a empresa desenvolveu um elicitor de plantas que é um bioestimulante inovador através do uso da tecnologia dos fitoesteróis, uma molécula naturalmente encontrada em plantas. Ele explica que a solução é estimular naturalmente o metabolismo das plantas frente a estresses abióticos, reduzindo a necessidade de água e permitindo uma melhor resistência ao estresse hídrico, por exemplo.

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Sulzbach também falou sobre as tendências da Elicit Plant para o setor de bioestimulantes no Brasil em 2024. Disse que as perspectivas para o setor agrícola no próximo ano, de acordo com várias fontes, são otimistas. “As margens tendem a ser positivas, mas o clima e a logística vão ser as grandes preocupações. Além disso, o mercado de bioestimulantes deverá atingir 6,6 bilhões de dólares até 2024, crescendo em torno de 10%, durante o período, até 2029”, observa afirmando que o setor está trazendo grandes benefícios para o agricultor e para a agricultura como um todo.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Elicit Plant

Fonte: Portal do Agronegócio

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Corriedale aposta em seleção genética e uso de dados para fortalecer produção de carne e lã no Rio Grande do Sul

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A Associação Brasileira de Criadores de Corriedale (ABCC) iniciou uma nova agenda voltada à modernização da ovinocultura, com foco na geração e aplicação de informações técnicas para apoiar decisões de seleção genética nas cabanhas do Rio Grande do Sul. A iniciativa busca aproximar dados produtivos, avaliação de desempenho e manejo reprodutivo da rotina dos criadores.

A proposta da entidade é ampliar o uso de ferramentas técnicas como suporte à escolha de reprodutores, planejamento de acasalamentos e evolução dos plantéis, fortalecendo a competitividade da raça Corriedale, reconhecida por sua dupla aptidão para produção de carne e lã.

Dados e tecnologia ganham espaço na seleção de ovinos

Segundo a ABCC, o avanço da ovinocultura passa pela integração entre conhecimento prático dos criadores e indicadores técnicos que permitam mensurar desempenho com maior precisão. A entidade destaca que a seleção de animais vem incorporando, de forma crescente, informações objetivas ao lado da avaliação visual tradicional.

A estratégia busca tornar mais eficiente a identificação de animais com melhor desempenho produtivo, contribuindo para rebanhos mais uniformes, produtivos e adaptados às condições de produção do Sul do país.

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Carne do Corriedale ganha protagonismo em nova estratégia da raça

O presidente da ABCC, Gustavo Velloso, afirma que a entidade tem direcionado esforços para fortalecer a produção de carne da raça, sem perder a conexão com sua trajetória histórica na ovinocultura gaúcha.

“Queremos trabalhar bastante a questão da carne e da marca da carne Corriedale. A raça representa cerca de 60% do rebanho ovino gaúcho, e esse é um fator muito importante. Por isso também estamos realizando esse primeiro teste de desempenho, com candidatos voltados à produção de carne em sistema de pastagem”, destacou.

Prova de desempenho avalia 41 reprodutores em Hulha Negra (RS)

Uma das principais ações em andamento é a prova de desempenho realizada no Centro de Pesquisas da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em Hulha Negra, no Rio Grande do Sul.

A avaliação reúne 41 ovinos reprodutores da raça Corriedale, oriundos de diferentes cabanhas do estado, em um sistema de manejo pastoril padronizado, com predominância de pastagem de azevém e suplementação mineral.

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O objetivo é gerar dados comparáveis de desempenho produtivo e genético, que possam subsidiar decisões de seleção nas propriedades.

Indicadores técnicos orientam evolução dos rebanhos

Durante o período de avaliação, os animais são acompanhados com base em diferentes indicadores zootécnicos. Entre eles está o Ganho Médio Diário (GMD), que mede o incremento de peso ao longo do tempo, além da Área de Olho de Lombo (AOL), utilizada para estimar o desenvolvimento muscular e o potencial de carcaça.

Também é observada a Espessura de Gordura Subcutânea (EGS), indicador importante para avaliar acabamento e qualidade da carne.

Segundo a ABCC, a combinação desses parâmetros permite identificar reprodutores com maior potencial para gerar cordeiros mais eficientes, com melhor rendimento de carcaça e qualidade de carne, contribuindo para o avanço produtivo da ovinocultura de corte no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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