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Adapar destaca sanidade e qualidade no Show Rural 2025

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A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) marcará sua presença no Show Rural 2025, em Cascavel, com um estande dedicado à promoção da sanidade e qualidade do setor agropecuário do estado. Sob o lema “Sanidade e Qualidade para o Agro Paranaense”, a Adapar apresentará suas principais ações educativas, seus procedimentos de trabalho e suas iniciativas voltadas à conservação de solos e água, à sanidade vegetal e animal, além da inocuidade dos alimentos. Durante o evento, mais de 30 servidores da agência estarão à disposição, atuando em parceria com as equipes do Sistema Estadual de Agricultura (Seagri).

Entre as ações educativas, a Adapar dará ênfase à importância do sistema de notificação de doenças emergenciais dos animais, com destaque também para a vacinação e controle da raiva dos herbívoros, por meio da erradicação dos morcegos hematófagos. Outras estações educativas abordarão a brucelose e a tuberculose, além das doenças que afetam as granjas suinícolas e avícolas, esclarecendo o ciclo dessas enfermidades e as estratégias de enfrentamento.

Outro foco da Adapar será a divulgação do Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e do Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (SUSAF-PR). A adesão ao SUSAF será discutida como uma ferramenta estratégica para ampliar os mercados e garantir a qualidade e segurança dos produtos agroindustriais.

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No campo da sanidade vegetal, além das ações no estande, a Adapar promoverá conscientização sobre a deriva de agrotóxicos em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), com demonstrações práticas realizadas em uma van equipada.

A Adapar também se unirá ao espaço dedicado à fruticultura do IDR-Paraná, apresentando técnicas para o controle do greening e certificação de boas práticas de produção, com ênfase em culturas como o morango. Neste ambiente, os visitantes poderão observar de perto, utilizando lupas profissionais, o psilídeo, inseto vetor do greening, além de banners educativos desenvolvidos pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) sobre o ciclo de vida do inseto.

Além disso, o estande abordará o controle de pragas e doenças por meio de práticas voltadas para a limpeza e vistoria de implementos agrícolas, fundamentais para evitar a disseminação de problemas fitossanitários.

Durante o evento, a Adapar entregará o certificado de propriedade livre de Brucelose e Tuberculose para a Estância Baobá, localizada no município de Jaguapitã. O certificado atesta que a agroindústria cumpriu os requisitos do Plano Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, com a cerimônia de entrega programada para acontecer durante a programação do Seagri.

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No dia 11 de fevereiro de 2025, ocorrerão as Reuniões Ordinárias do Comitê Estadual de Sanidade Suína do Paraná (Coesui/Paraná) e do Comitê Estadual de Sanidade Avícola do Paraná (Coesa/Paraná), que terão como objetivo discutir e alinhar estratégias de sanidade no setor agropecuário diante das atuais demandas.

A feira também marcará o lançamento da nova comunicação visual da Adapar, com mais de 40 banners institucionais e temáticos, que refletem os objetivos estratégicos da agência. Os temas incluem inocuidade de alimentos, preservação do solo agrícola, qualidade dos insumos agropecuários e gestão compartilhada dos programas sanitários coordenados pela Adapar.

As ações integradas pelo IDR-Paraná, com o apoio da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e da Adapar, também estarão em evidência no Show Rural, abordando temas como energias renováveis, agricultura familiar, sanidade agropecuária, manejo e conservação de solos, turismo rural e pecuária leiteira, sempre com foco no desenvolvimento sustentável do setor agropecuário e na inovação no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita avança e clima favorece safra de café 2026 no Brasil, aponta Rabobank

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A safra brasileira de café 2026 segue apresentando evolução positiva no campo. De acordo com o mais recente relatório do Rabobank, a colheita avançou em todas as principais regiões produtoras do país durante o mês de maio, beneficiada por condições climáticas favoráveis tanto para o café arábica quanto para o conilon (robusta).

Segundo a análise, o rendimento das lavouras permanece dentro da normalidade para o período, sem registros de problemas significativos que possam comprometer a produção. A previsão de tempo seco e estável para as próximas semanas deve continuar favorecendo o ritmo dos trabalhos de colheita.

Clima contribui para avanço da colheita

Nas principais regiões produtoras, os volumes de chuva registrados em maio ficaram abaixo das médias históricas, condição que favoreceu a entrada das máquinas nas lavouras e reduziu interrupções durante a colheita.

Em Guaxupé (MG), um dos principais polos produtores de café arábica do país, o acumulado de chuvas foi de 21 milímetros durante o mês, abaixo da média histórica de 47 milímetros. Em Patrocínio (MG), no Cerrado Mineiro, foram registrados 17,7 milímetros, também abaixo da média dos últimos anos.

Nas regiões produtoras de conilon, o comportamento foi semelhante. Alta Floresta D’Oeste (RO) acumulou 15 milímetros de chuva em maio, enquanto Linhares (ES) registrou 30,9 milímetros, volumes inferiores aos padrões históricos.

De acordo com os analistas, as precipitações pontuais observadas ao longo do mês não foram suficientes para comprometer o andamento das atividades no campo.

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Granizo provoca danos localizados no Sul de Minas

O levantamento aponta que algumas áreas do Sul de Minas Gerais registraram episódios isolados de granizo, especialmente nos municípios de Boa Esperança e Campo do Meio.

Apesar dos danos observados em determinadas propriedades, o Rabobank destaca que os impactos foram localizados e não representam ameaça relevante à produção regional. O fenômeno é considerado comum para esta época do ano no cinturão cafeeiro brasileiro e, historicamente, costuma gerar perdas limitadas.

Exportações mostram recuperação em abril

No comércio exterior, o Brasil embarcou aproximadamente 3,12 milhões de sacas de café de 60 quilos em abril de 2026.

O volume representa crescimento de 0,64% em relação ao mesmo mês de 2025 e alta de 1,6% na comparação com março deste ano.

Apesar da recuperação mensal, o desempenho acumulado ainda segue abaixo do registrado no ano anterior. Entre janeiro e abril, as exportações brasileiras somaram cerca de 11,6 milhões de sacas, resultado 16% inferior ao observado no mesmo período de 2025.

A expectativa do mercado é de que os embarques ganhem força nos próximos meses com o avanço da nova safra. O início da colheita tende a aumentar a disponibilidade de café para comercialização e estimular a liberação gradual dos estoques retidos pelos produtores.

Especialistas alertam que a manutenção prolongada do produto armazenado pode resultar em desvalorização, já que o mercado passa a classificar o café como safra antiga.

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Mercado apresenta comportamento distinto entre arábica e conilon

O mercado cafeeiro vive um momento de divergência entre as duas principais variedades produzidas no Brasil.

Após registrarem valorização em abril, os preços passaram a seguir trajetórias diferentes em maio. O café arábica acumulou queda de 10,9%, refletindo a expectativa de aumento da oferta da safra 2026/27 e uma postura mais cautelosa dos compradores.

Já o café conilon apresentou maior estabilidade, com recuo de apenas 0,4% no período. O desempenho reforça a percepção de maior equilíbrio entre oferta e demanda para essa variedade.

Analistas observam que o conilon continua encontrando suporte na demanda da indústria e em uma oferta global mais ajustada, enquanto o arábica enfrenta maior pressão diante da perspectiva de uma safra brasileira mais robusta.

Perspectivas para o setor

Com a colheita avançando em ritmo satisfatório e sem problemas climáticos relevantes até o momento, o cenário segue favorável para os produtores brasileiros.

O mercado, entretanto, continuará atento ao comportamento das exportações, ao desenvolvimento final da safra e à evolução dos preços internacionais, especialmente do arábica, que permanece mais sensível às expectativas de oferta global.

Para os próximos meses, a combinação entre avanço da colheita, aumento da disponibilidade física e movimentação dos estoques deverá ser determinante para a formação dos preços e para o desempenho do setor cafeeiro brasileiro em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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