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ADAMA destaca benefícios da rotação arroz-soja no manejo de plantas daninhas resistentes

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A agricultura brasileira tem buscado constantemente métodos mais sustentáveis e eficazes para garantir altas produtividades e reduzir os custos de produção. Nesse cenário, a rotação de culturas, especialmente entre arroz irrigado e soja, tem se destacado como uma prática fundamental. Essa estratégia de diversificação de cultivos traz ainda vantagens diretas no manejo de plantas daninhas resistentes.

O Rio Grande do Sul é o maior produtor de arroz do Brasil, responsável por mais de um milhão de toneladas anuais, cerca de 70% da produção nacional e, de acordo com Diogo Margraf, agrônomo de desenvolvimento de mercado da ADAMA, o cenário da cultura do arroz tem boas perspectivas para esta safra, principalmente em relação ao custo-benefício e ao aumento dos preços pagos pela saca de arroz, mesmo com os desafios climáticos. “Porém, a adoção de novas tecnologias e identificação da melhor solução no momento ideal de controle, seja de plantas daninhas, pragas e doenças, ainda é um desafio”, afirma. Isso porque os custos de produção do cereal seguem elevados, explica o agrônomo.

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Formulações diferenciadas para o controle de plantas daninhas

A ADAMA, empresa integrante de uma das maiores holdings do agronegócio global, estará presente na 34ª Abertura da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, que ocorrerá de forma híbrida de 21 a 23 de fevereiro, em Capão Leão, no Rio Grande do Sul. Neste ano, o tema para o evento será “Gestão Potencializando Safras”, que propõe a necessidade de o produtor fazer sua gestão cada vez mais qualificada para potencializar e aumentar as safras, além de mostrar como fundamental a gestão do processo produtivo, com debates sobre o aprimoramento da administração das propriedades rurais.

Durante o evento, a empresa destacará os benefícios de Mayoral®, herbicida seletivo para a cultura do arroz. “A solução possui formulação exclusiva líquida, inovadora, que combina dois ingredientes ativos, trazendo facilidade de aplicação ao produtor e dispensando a mistura em tanque. Com alto nível de controle, combate folhas estreitas (capim-arroz-vermelho e capim-arroz) e folhas largas (chapéu-de-couro), contribuindo para o aumento da produtividade e qualidade do arroz”, explica Matheus Horner, representante técnico de vendas da companhia.

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Outro destaque será Apresa®, herbicida pré-emergente que combina dois ingredientes ativos em alta concentração, proporcionando eficácia 20% maior em comparação à mistura em tanque. O foco principal do produto é a cultura da soja, cada vez mais vulnerável ao capim-amargoso e capim-pé-de-galinha, que prejudicam o desenvolvimento da lavoura e precisam ser controlados antes mesmo de aparecerem.

“Temos observado que os produtores estão mais interessados em tecnologias que reduzam custos, garantam sustentabilidade técnica e econômica e melhorem a competitividade. A Abertura da Colheita do Arroz é uma excelente oportunidade para apresentarmos nossas soluções, com muita tecnologia em inovação e diferenciadas do que existe no mercado, e estarmos mais próximos dos produtores”, finaliza Margraf.

Fonte: ADAMA

Fonte: Portal do Agronegócio

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Operação Tolerância Zero interdita oficina e apreende motos irregulares em Cuiabá

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A Operação Tolerância Zero contra os rachas foi deflagrada nesta quarta-feira (22), em Cuiabá, com foco na repressão às corridas clandestinas e na responsabilização de quem promove, financia ou dá suporte à prática criminosa. A ação também ocorre em Tangará da Serra, Várzea Grande e outros municípios da Baixada Cuiabana.

Na Capital, três estabelecimentos foram fiscalizados pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp) durante a operação integrada, que reúne o Batalhão Raio, o Batalhão Ambiental, equipes do Grupo de Apoio (GAP) do CR1 e do CR2, além da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública.

Um dos estabelecimentos, localizado na Avenida Governador Dante Martins de Oliveira, onde funcionam uma loja de peças e uma oficina mecânica, foi interditado por diversas irregularidades. No local, foram constatadas ausência de alvará de funcionamento, licenciamento ambiental, alvará sanitário e autorização do Corpo de Bombeiros.

Além das infrações administrativas, duas motocicletas apresentaram irregularidades graves: uma com registro de furto e outra com o chassi raspado. Os veículos foram apreendidos, e a Polícia Militar adotou as providências no local. A Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos também foi acionada e duas pessoas foram conduzidas para prestar esclarecimentos.

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Outro estabelecimento, também na Avenida Governador Dante Martins de Oliveira, foi notificado para regularização. A fiscalização solicitou a correção de divergência de área, a apresentação de alvará de publicidade e aplicou auto de infração pela ausência do alvará do Corpo de Bombeiros.

Já em um terceiro estabelecimento, no bairro Jardim Presidente, foram exigidos licenciamento ambiental, alvará de publicidade e alvará do Corpo de Bombeiros. O proprietário também foi notificado por obstrução de passeio público e sarjeta.

“A oficina interditada responderá a processo administrativo e só poderá voltar a funcionar após regularizar toda a documentação exigida por lei”, informou a secretária de Ordem Pública, Juliana Palhares.

A secretária destacou ainda a importância da integração entre os órgãos públicos. “O crime tem uma cadeia por trás dele, e o município tem papel fundamental na fiscalização de estabelecimentos que possam fomentar atos ilícitos”, afirmou.

A mobilização teve início após denúncias e monitoramento do programa Vigia Mais apontarem a realização de rachas na MT-251, rodovia que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães.

Segundo o tenente-coronel PM Cacciolari, comandante do Raio e da operação, as abordagens já resultaram em prisões e apreensão de motocicletas. A partir de imagens coletadas e de publicações feitas pelos próprios participantes nas redes sociais, o setor de inteligência identificou organizadores e apoiadores das corridas clandestinas. “Identificamos um grupo que produz corridas ilegais. Isso coloca em risco a vida de terceiros, dos próprios participantes e o patrimônio público e privado. A tolerância é zero”, afirmou Cacciolari.

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As investigações também apontaram que algumas oficinas estariam promovendo, de forma aberta, serviços de preparação de veículos para corridas. Além disso, foram identificados vínculos entre proprietários de CNPJs e pessoas já investigadas ou processadas por tráfico de drogas.

O comandante do 1º Comando Regional, coronel PM Lima Júnior, ressaltou que a atuação integrada das agências de inteligência foi essencial para ampliar o alcance da operação. “Desde a ação operacional, a Prefeitura de Cuiabá tem atuado conosco. A inteligência identificou pessoas que apoiavam os rachas, algumas ligadas a oficinas. Agora avançamos para a etapa administrativa, para verificar a regularidade desses estabelecimentos. É uma ação completa: atuamos tanto na prática do racha quanto em quem financia e dá suporte”, concluiu.

A Operação Tolerância Zero segue em andamento para desarticular a cadeia que sustenta as corridas ilegais em Mato Grosso.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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