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Açúcar registra forte volatilidade em abril e fecha mês em queda na Bolsa de Nova York

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O mercado internacional de açúcar apresentou elevada volatilidade ao longo de abril, refletindo a influência de fatores externos como o petróleo, tensões geopolíticas e expectativas climáticas. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), o contrato do açúcar bruto com vencimento em maio encerrou o dia 29 de abril cotado a 14,68 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 5,4% em relação aos 15,52 centavos registrados no fim de março.

Apesar da queda no acumulado mensal, o comportamento dos preços foi marcado por oscilações intensas. Ainda no fim de março, o contrato atingiu 16,10 centavos por libra-peso, o maior patamar em mais de cinco meses. Já em abril, o mercado chegou à mínima de 13,31 centavos no dia 17, antes de iniciar um movimento de recuperação.

Mercado externo: petróleo e geopolítica sustentam reação

A retomada das cotações na segunda quinzena do mês foi impulsionada principalmente pela valorização do petróleo no mercado internacional. O impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã contribuiu para sustentar os preços do barril, fator que influencia diretamente o açúcar ao elevar a competitividade do etanol.

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Com o petróleo mais caro, cresce a tendência de direcionamento da cana-de-açúcar para a produção de biocombustível, reduzindo a oferta de açúcar no mercado global. Esse movimento levou o contrato mais negociado a avançar cerca de 10% em aproximadamente duas semanas.

Mercado interno: etanol no radar e impacto nas usinas

No Brasil, o cenário também contribuiu para a volatilidade. O governo avalia elevar a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%, o que reforça a perspectiva de maior demanda pelo biocombustível.

Esse possível ajuste na política energética tende a influenciar diretamente o mix de produção das usinas, favorecendo o etanol em detrimento do açúcar, especialmente em um contexto de preços internacionais mais sensíveis ao petróleo.

Clima e oferta global: atenção ao El Niño e à Ásia

Outro fator relevante para o mercado é o clima. A expectativa de formação do fenômeno El Niño a partir de junho levanta preocupações sobre a produção agrícola na Ásia. Na Índia, o Departamento Meteorológico já projeta chuvas de monções abaixo da média, o que pode comprometer a safra de cana-de-açúcar.

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Esse cenário reforça o viés de suporte aos preços no mercado internacional, diante de possíveis restrições na oferta global ao longo do ano.

Indicadores e projeções: leve queda na produção brasileira

De acordo com a Companhia Nacional do Abastecimento (Conab), a produção de açúcar no Brasil para a safra 2026/27 deve apresentar leve recuo de 0,5% em relação ao ciclo anterior, estimado em 43,952 milhões de toneladas.

A projeção reflete um ambiente mais favorável ao etanol, o que pode limitar a produção de açúcar e manter o mercado atento às oscilações entre oferta e demanda.

Análise: mercado segue volátil e dependente de fatores externos

O desempenho do açúcar em abril evidencia um cenário ainda instável, fortemente atrelado a variáveis externas como energia, clima e decisões políticas. A tendência é de continuidade da volatilidade no curto prazo, com os preços reagindo rapidamente a mudanças no petróleo, no mix de produção brasileiro e nas condições climáticas globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá avança na reforma de poltronas e entrega novos equipamentos na rede de saúde

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Secretaria Adjunta de Atenção Secundária, segue avançando na reestruturação das unidades de saúde da capital. No último sábado (2), foram entregues seis poltronas totalmente reformadas à Policlínica do Pedra 90, ampliando o conforto e a qualidade do atendimento aos pacientes.

A entrega faz parte de um conjunto de ações voltadas à melhoria da rede municipal. Com as novas unidades, o município já contabiliza 40 poltronas reformadas entregues, de um total de 50 previstas. Outras 10 seguem em processo de reforma, com previsão de conclusão até o final de maio.

Além da Policlínica do Pedra 90, as poltronas também foram destinadas às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Morada do Ouro e Verdão, fortalecendo a estrutura dos serviços de urgência e emergência da capital.

Outro avanço importante é a reforma de 12 longarinas, que já estão em fase final e devem ser entregues até a próxima sexta-feira. As demais unidades também serão encaminhadas para reforma, ampliando ainda mais as melhorias nos espaços de espera e atendimento das unidades de saúde.

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As intervenções integram a Programação Anual de Saúde (PAS) 2026 e têm como foco a qualificação dos espaços assistenciais, promovendo mais conforto, segurança e dignidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Todas essas ações são realizadas com planejamento estratégico, garantindo que a população não fique desassistida durante os processos de reforma e manutenção das unidades.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que os investimentos fazem parte de um planejamento contínuo. “Estamos trabalhando para garantir que nossas unidades ofereçam não apenas atendimento de qualidade, mas também conforto e dignidade para a população. Essas melhorias fortalecem toda a rede municipal de saúde”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonsa, ressaltou o impacto direto das ações no atendimento. “A reforma das poltronas contribui para um ambiente mais acolhedor e seguro, beneficiando tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde”, pontuou.

As ações fazem parte de um pacote mais amplo de intervenções na rede municipal. Na UPA Morada do Ouro, por exemplo, já foram substituídas 16 poltronas, sendo 11 destinadas à enfermaria e cinco ao setor de medicação.

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Já a UPA Verdão passou por uma ampla reforma estrutural, com melhorias que incluem pintura, adequações nos banheiros, substituição de portas, reorganização de espaços e instalação de equipamentos dentro dos padrões exigidos pela Vigilância Sanitária.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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