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Açúcar fecha em baixa nos mercados internacionais, enquanto etanol segue em alta no Brasil

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Os contratos futuros de açúcar fecharam em queda nesta quarta-feira (13) nas principais bolsas internacionais, atingindo as mínimas de várias semanas, conforme analistas ouvidos pela Reuters. Esse movimento ocorre em meio a uma valorização anual do índice do dólar, que impacta o preço das commodities.

Na ICE Futures, de Nova York, o contrato de açúcar para março de 2025 encerrou o dia a 21,17 centavos de dólar por libra-peso, uma baixa de 18 pontos (ou 0,8%) em relação ao dia anterior. O contrato para maio de 2025 recuou 20 pontos, sendo negociado a 19,73 centavos por libra-peso. Os demais contratos caíram entre 10 e 16 pontos.

Mercado de Londres

Na ICE Futures Europe, em Londres, o contrato com vencimento em dezembro de 2024 foi negociado a US$ 538,20 por tonelada, representando uma baixa de 4,80 dólares em relação ao fechamento anterior. O contrato de março de 2025 caiu 7,60 dólares, fechando a US$ 549,30 por tonelada, enquanto os demais lotes recuaram entre 2,80 e 5,70 dólares.

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Mercado doméstico

No Brasil, as cotações do açúcar cristal também registraram queda no mercado interno, segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 167,19, uma ligeira redução em comparação aos R$ 167,53 da terça-feira, correspondendo a uma desvalorização de 0,20%.

Etanol hidratado em alta

Enquanto isso, o etanol hidratado segue em alta pelo sexto dia consecutivo, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. Nesta quarta-feira, o biocombustível foi comercializado a R$ 2.758,00 por metro cúbico, um aumento de 0,75% em relação aos R$ 2.737,50 do dia anterior. No acumulado de novembro, o indicador do etanol registra valorização de 1,92%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura de Cuiabá remove sete toneladas de lixo de condomínio interditado por risco à saúde pública

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), retirou, em dois dias de trabalho, sete toneladas de lixo da área externa de um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. O imóvel foi interditado preventivamente durante a Operação Escudo Urbano por representar risco à saúde pública.

A limpeza contou com uma força-tarefa formada por 15 agentes de conservação e um operador de roçadeira da Limpurb. A execução dos serviços foi acompanhada por um profissional de segurança do trabalho da empresa, garantindo a adoção das medidas necessárias para a proteção das equipes durante a ação.

A operação envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Limpurb, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa intervenção”, destacou.

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O imóvel foi alvo de três ações fiscais ao longo de 2025, incluindo notificações para que o responsável realizasse a limpeza e a manutenção da área diante dos riscos estruturais constatados. Como as determinações não foram cumpridas, foi necessária a adoção da interdição preventiva. A medida, amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5), regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos que apresentem risco iminente, conforme previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Durante a Operação Escudo Urbano, a fiscalização lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado em razão da falta de limpeza do lote, da existência de criadouros de vetores e do abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. O segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido devido à existência de criadouros de vetores, ao abandono do imóvel, ao grave risco estrutural e à utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

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A Vigilância em Saúde Ambiental identificou condições favoráveis à proliferação de pombos, escorpiões, morcegos e mosquitos transmissores de doenças como dengue, zika e chikungunya. No local, foram realizadas ações para eliminar abrigos e focos que favoreciam a permanência desses animais, além do recolhimento de amostras para análise laboratorial e identificação de possíveis riscos à saúde.

A Defesa Civil de Cuiabá emitiu laudo técnico confirmando o comprometimento estrutural das edificações. Durante a vistoria, foram identificados 30 imóveis, vários deles com estruturas avariadas e em precárias condições de conservação. Um relatório técnico será elaborado para subsidiar a atuação da Procuradoria-Geral do Município quanto à responsabilização do proprietário, diante da necessidade de intervenções nas edificações deterioradas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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