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Açúcar fecha em baixa após dados da safra na Ásia com melhora da produção na Índia e Tailândia

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Os contratos futuros do açúcar encerraram em queda nas bolsas internacionais, influenciados pelos dados animadores das safras na Índia e na Tailândia, dois importantes produtores globais da commodity. Além disso, a valorização do dólar em relação ao real e do petróleo também exerceram pressão sobre as cotações.

Em Nova York, na ICE Futures, o contrato de maior liquidez, vencimento maio/24, fechou cotado a 22,22 centavos de dólar por libra-peso, representando uma queda de 10 pontos em comparação com os preços do dia anterior. Já a tela julho/24 registrou uma queda de 16 pontos, sendo negociada a 21,84 cts/lb. Os demais lotes apresentaram recuos variando entre 9 e 21 pontos.

Na ICE Futures Europe de Londres, o açúcar branco fechou em alta apenas no lote maio/24, cotado a US$ 647,70 a tonelada, com uma valorização de 3,80 dólares em relação aos preços de terça-feira. Por outro lado, a tela agosto/24 apresentou uma queda de 10 centavos, sendo negociada a US$ 622,90 a tonelada. Os demais vencimentos registraram quedas variando entre 90 centavos e 2,60 dólares.

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Mercado Doméstico em Alta

No mercado interno, a quarta-feira foi marcada por uma alta pelo quinto dia consecutivo pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos do tipo cristal foi negociada pelas usinas a R$ 146,71, contra R$ 146,00 do dia anterior, representando uma valorização de 0,49% em relação aos dias anteriores.

Etanol Hidratado em Valorização

O etanol hidratado permaneceu em alta conforme o Indicador Diário Paulínia nesta quarta-feira. O biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.468,50 o m³, contra R$ 2.454,00 o m³ praticado na terça-feira, representando uma valorização de 0,59% em comparação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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