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Açúcar Fecha em Alta nas Bolsas Internacionais; Etanol Registra Queda

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Os contratos futuros de açúcar encerraram a quinta-feira (13) com alta nas bolsas internacionais, enquanto o etanol sofreu nova desvalorização. A expectativa gira em torno do balanço de safra que será divulgado pela Unica – União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia – sobre a moagem e produção na segunda quinzena de maio.

Expectativas de Produção

Alguns analistas indicam que, embora a produção de açúcar no Centro-Sul do Brasil esteja em ritmo acelerado devido às condições climáticas favoráveis, ela deve ficar um pouco abaixo do volume registrado no mesmo período de 2023. A grande dúvida reside no mix da cana-de-açúcar entre seus dois principais produtos: açúcar e etanol.

Mercado Internacional

Na bolsa ICE Futures de Nova York, todos os lotes de açúcar bruto fecharam em alta. O contrato para julho/24 foi negociado a 19,59 centavos de dólar por libra-peso, uma valorização de 49 pontos em comparação ao dia anterior. O contrato para outubro/24 subiu 56 pontos, alcançando 19,64 centavos por libra-peso. Outros vencimentos registraram altas entre 6 e 51 pontos.

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Na ICE Futures Europe de Londres, todos os lotes de açúcar branco também fecharam valorizados. O contrato para agosto/24 foi comercializado a US$ 567,40 por tonelada, um aumento de US$ 12,60 em relação ao dia anterior. O contrato para outubro/24 subiu US$ 12,70, alcançando US$ 548,80 por tonelada. Outros contratos tiveram alta entre US$ 2,20 e US$ 12,20.

Mercado Doméstico

No mercado interno brasileiro, as cotações do açúcar cristal caíram na quinta-feira, segundo o Indicador Cepea/Esalq da USP. A saca de 50 quilos foi negociada a R$ 136,41, uma queda de 1,61% em relação ao valor de R$ 138,64 registrado na quarta-feira.

Etanol Hidratado

O etanol hidratado interrompeu uma sequência de três altas consecutivas, fechando em queda conforme o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.454,00 por metro cúbico, uma desvalorização de 0,57% em relação aos R$ 2.468,00 do dia anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dia do Boi: Brasil lidera produção mundial de carne bovina em 2026 e reforça protagonismo no agro

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Avanço da produção, crescimento do rebanho e papel estratégico da carne bovina na alimentação colocam o Brasil no centro do mercado global, com atenção à saúde e ao consumo equilibrado.

Brasil assume liderança global na produção de carne bovina

Celebrado em 24 de abril, o Dia do Boi marca um momento histórico para o agronegócio brasileiro. O país consolidou sua posição como maior produtor mundial de carne bovina em 2025, superando os Estados Unidos e reforçando sua relevância no cenário global.

Dados recentes apontam que a produção nacional atingiu 11,1 milhões de toneladas em abates fiscalizados, crescimento de 7,2% em relação a 2024, segundo o IBGE. Quando considerados os abates informais, o volume total chega a 12,3 milhões de toneladas, conforme estimativas do setor.

Pecuária brasileira cresce com força e amplia presença nacional

A força da pecuária se distribui por todo o território nacional, com destaque para o Mato Grosso, que mantém a liderança com cerca de 14,4% do rebanho brasileiro.

Outros estados, como Bahia, Pará e Tocantins, também registram crescimento expressivo no número de animais, ampliando a base produtiva e fortalecendo a cadeia da carne bovina no país.

Consumo interno segue elevado no Brasil

No mercado doméstico, a carne bovina continua sendo um dos principais itens da dieta do brasileiro. O consumo médio anual gira em torno de 30 quilos por pessoa, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

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Esse patamar reforça a importância da proteína animal tanto para a alimentação quanto para a economia nacional, movimentando toda a cadeia produtiva.

Consumo equilibrado é essencial para a saúde

Especialistas destacam que, apesar dos benefícios nutricionais, o consumo de carne vermelha deve ser feito com moderação, especialmente por grupos específicos.

A recomendação geral indica ingestão semanal entre 350 e 500 gramas de carne vermelha já preparada, o equivalente a duas a três porções.

Pessoas com risco cardiovascular, histórico de câncer colorretal, doenças renais ou condições metabólicas devem ter atenção redobrada, priorizando cortes magros e evitando o consumo excessivo.

Escolha de cortes influencia qualidade da dieta

A diferença entre os cortes está diretamente relacionada ao teor de gordura e ao valor calórico.

Cortes magros como patinho, coxão mole, lagarto, músculo e filé mignon são mais indicados para o consumo frequente. Já opções com maior teor de gordura, como picanha, costela e cupim, devem ser consumidas com menor frequência.

Além disso, práticas como retirar a gordura aparente, evitar frituras e reduzir o consumo de carnes muito tostadas contribuem para uma alimentação mais saudável.

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Benefícios nutricionais reforçam importância da carne bovina

Quando consumida de forma equilibrada, a carne bovina pode trazer benefícios relevantes para a saúde. Entre os principais destaques estão:

  • Proteína de alto valor biológico, essencial para manutenção e ganho de massa muscular
  • Fonte de ferro heme, com alta absorção pelo organismo
  • Rica em vitamina B12, importante para o sistema nervoso
  • Presença de zinco, que contribui para a imunidade
  • Aporte de nutrientes essenciais, especialmente em dietas com alimentos de origem animal

Especialistas reforçam que não existe um único padrão alimentar ideal, e que a dieta deve ser individualizada, considerando necessidades, estilo de vida e preferências de cada pessoa.

Conclusão: liderança global e consumo consciente caminham juntos

O avanço da produção de carne bovina coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global do agronegócio, consolidando a força da pecuária nacional.

Ao mesmo tempo, o equilíbrio entre produção, consumo e saúde se torna cada vez mais relevante, reforçando a importância de práticas sustentáveis e de uma alimentação consciente para garantir o futuro do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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