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Ações de Hong Kong Alcançam Máxima em Mais de Dois Anos e Meio

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Na última sexta-feira, o índice Hang Seng, de Hong Kong, registrou uma elevação de quase 3%, encerrando o dia em seu nível mais elevado desde março de 2022. O desempenho positivo foi influenciado pelas medidas de estímulo econômico anunciadas pela China, em um cenário onde outros mercados globais demonstravam cautela diante do aumento das tensões no Oriente Médio.

De maneira geral, as bolsas asiáticas apresentaram resultados mistos, enquanto os preços do petróleo se encaminhavam para o maior ganho semanal em dois anos, também em decorrência das tensões na região. Os investidores permanecem atentos ao relatório de emprego dos Estados Unidos referente ao mês de setembro, a ser divulgado mais tarde.

Os mercados na China estavam fechados em razão de um feriado nacional, após terem registrado fortes ganhos na segunda-feira anterior. Pequenos investidores mostraram interesse em adquirir ações após o anúncio do pacote de estímulo mais agressivo implementado por Pequim desde o início da pandemia. O pacote inclui cortes de taxas e apoio fiscal, com o objetivo de sustentar a economia.

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O índice Hang Seng encerrou a sessão com alta de 2,82%, atingindo 22.736,87 pontos, acumulando um aumento de 25% desde 24 de setembro, quando a China iniciou os cortes nas taxas, e cerca de 33% no ano, superando Taiwan e tornando-se o mercado acionário de melhor desempenho da Ásia.

Um fator significativo para a valorização das ações foi a introdução, pelo Banco do Povo da China, de duas novas ferramentas destinadas a apoiar o mercado de capitais. Uma dessas ferramentas é um programa de swap que proporciona a fundos, seguradoras e corretoras um acesso facilitado ao financiamento. “Embora os detalhes do esquema ainda não tenham sido divulgados, o impacto do anúncio tem sido notável”, destacou Christopher Wood, analista da Jefferies.

No Japão, o índice Nikkei avançou 0,2%, alcançando 38.635 pontos. Em Seul, o índice KOSPI valorizou-se em 0,31%, atingindo 2.569 pontos. Por outro lado, em Taiwan, o índice TAIEX registrou uma queda de 0,39%, encerrando a 22.302 pontos. Em Cingapura, o índice Straits Times teve um aumento de 0,33%, alcançando 3.589 pontos, enquanto o índice S&P/ASX 200 em Sydney recuou 0,67%, fechando a 8.150 pontos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtividade da cana cresce 13% no Centro-Sul em abril e reforça expectativa positiva para a safra 2026/27

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A produtividade da cana-de-açúcar na região Centro-Sul registrou forte avanço em abril da safra 2026/27. De acordo com o Boletim De Olho na Safra, elaborado com dados da Plataforma de Benchmarking do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), a média alcançou 83,4 toneladas por hectare, crescimento de 13% em comparação ao mesmo período do ciclo anterior.

Na safra 2025/26, a produtividade média havia sido de 73,8 toneladas por hectare. O desempenho positivo reflete condições mais favoráveis para o desenvolvimento dos canaviais e reforça a expectativa de recuperação da produção sucroenergética no Centro-Sul, principal região produtora do Brasil.

Além do avanço no volume colhido por área, o levantamento também apontou melhora na qualidade da matéria-prima. O índice de Açúcar Total Recuperável (ATR) apresentou alta de 0,5%, passando de 112,1 kg ATR por tonelada para 112,6 kg ATR por tonelada de cana.

O ATR é um dos principais indicadores do setor sucroenergético, pois mede a quantidade de açúcar potencialmente recuperável na matéria-prima, influenciando diretamente a rentabilidade das usinas tanto na produção de açúcar quanto de etanol.

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Recuperação da produtividade fortalece setor sucroenergético

O aumento da produtividade agrícola chega em um momento estratégico para o setor, que acompanha com atenção os custos de produção, a demanda internacional por açúcar e o mercado de biocombustíveis.

Com maior rendimento por hectare e estabilidade na qualidade da cana, as usinas tendem a melhorar a eficiência operacional e ampliar a competitividade da produção brasileira no mercado global.

A região Centro-Sul concentra mais de 90% da produção nacional de cana-de-açúcar e tem papel decisivo no abastecimento de açúcar e etanol do país. O desempenho observado em abril reforça a perspectiva de uma safra mais robusta ao longo de 2026/27.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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