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Ações da China caem com dados fracos sobre crédito; Hong Kong acompanha alta dos mercados globais

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As ações da China fecharam em queda nesta quinta-feira, devolvendo os ganhos obtidos no início do pregão uma vez que dados de crédito mostraram que a demanda doméstica permaneceu fraca, enquanto o mercado de Hong Kong acompanhou a alta dos mercados globais devido ao tom dovish do Federal Reserve.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com queda de 0,52%, enquanto o índice de Xangai caiu 0,33%.

O índice Hang Seng, de Hong Kong, teve alta de 1,07%.

As ações asiáticas avançaram de modo geral depois que o Fed sinalizou o fim de seu ciclo de aperto monetário e adotou um tom mais brando para o próximo ano.

O Fed deixou a taxa de juros inalterada na quarta-feira e o chefe do banco central dos Estados Unidos, Jerome Powell, disse que seu aperto histórico da política monetária provavelmente chegou ao fim, com a inflação caindo mais rápido do que o esperado.

As ações da China tiveram um desempenho inferior ao do índice mais amplo do MSCI de ações da região Ásia-Pacífico fora do Japão, que subiu 1,9%, ressaltando as preocupações dos investidores sobre a lenta recuperação do país.

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Os novos empréstimos bancários na China aumentaram menos do que o esperado em novembro, mesmo com o banco central mantendo a política acomodatícia para apoiar a fraca recuperação da segunda maior economia do mundo.

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,73%, a 32.686 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 1,07%, a 16.402 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,33%, a 2.958 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,52%, a 3.351 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,34%, a 2.544 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,05%, a 17.653 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,60%, a 3.122 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,65%, a 7.377 pontos.

Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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