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Ações da China aceleram queda em meio a vendas e pessimismo dos investidores

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As ações chinesas caíram ainda mais nesta sexta-feira, com o índice de referência de Xangai registrando sua pior semana em cinco anos, em meio a sinais de vendas de pânico e liquidação forçada de algumas negociações.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com queda de 1,18%, atingindo uma nova mínima desde janeiro de 2019, já que medidas de suporte não conseguiram animar os investidores.

O índice de Xangai caiu 1,46% e perdeu 6,2% na semana, o pior resultado desde outubro de 2018. O índice Hang Seng, de Hong Kong, teve baixa de 0,21%.

“O mercado acelerou sua tendência de queda, apesar do apoio da equipe nacional”, disse Yang Delong, economista-chefe da First Seafront Fund Management.

“Os sinais de liquidação forçada de derivativos e negociações de margem também aceleraram o declínio do mercado e causaram pânico entre alguns investidores.”

Em um sinal de que os investidores apoiados pelo Estado ajudaram a conter a queda do mercado, vários fundos negociados em bolsa (ETFs) de primeira linha, que são ferramentas preferidas do fundo estatal Central Huijin, registraram compras pesadas durante a última hora de negociação.

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,41%, a 36.158 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,21%, a 15.533 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,46%, a 2.730 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,18%, a 3.179 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 2,87%, a 2.615 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,51%, a 18.059 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,17%, a 3.179 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,47%, a 7.699 pontos.
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Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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