AGRONEGÓCIO

ABCZ em Mato Grosso: entidade e associados participam da Show Safra, em Lucas do Rio Verde

Publicado em

A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) marcou presença na edição deste ano da Show Safra, feira do agronegócio realizada em Lucas do Rio Verde (MT). Em apoio aos pecuaristas, a entidade divulgou o seu trabalho e o dos criadores locais em prol do desenvolvimento da pecuária zebuína e do melhoramento genético.

A Supervisora de Provas Zootécnicas da ABCZ, Rayanne Lage Cordeiro, participou da feira e faz um balanço positivo do evento e da presença de representantes da criação de Zebu no local.

“Trata-se de um evento com grande impacto no estado e, por isso, a ABCZ não poderia deixar de participar. São momentos como este que nos permitem obter um relacionamento mais próximo com os associados e criadores das raças zebuínas, além de ser uma oportunidade para explicar e divulgar o trabalho feito diariamente pela ABCZ”, comenta.

Além de Rayanne, a feira também contou com a participação do Técnico de Campo Rafael Resende, além de associados da entidade – Flávio e Regiane Boita, Olímpio de Brito e Rafael Balizardo. Para eles, a interação com a associação também foi um dos pontos altos da Show Safra.

Leia Também:  Assistência Social, Educação e Saúde participam de capacitação para combate à evasão escolar e déficit na cobertura vacinal

“Para nós, da Nelore FRF, foi uma grande satisfação. Mostramos a qualidade dos animais que produzimos, destacando a preservação e o melhoramento da raça, nunca esquecendo das características raciais, e agradecemos o apoio da equipe da ABCZ. Isso nos dá certeza de que temos uma associação forte, que assessora e apoia o produtor”, comemoram Flávio e Regiane.

Fonte: ABCZ

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Reino Unido anuncia bloqueio a produtos agrícolas ligados a desmatamento

Published

on

O governo britânico anunciou nesta terça-feira (23.06), que aplicará medidas para impedir a compra de produtos agrícolas de origem estrangeira vindos de terras desmatadas. A decisão, que deve entrar em vigor em 2027, caiu como uma bomba sobre o agronegócio brasileiro que já enfrenta um embargo sanitário da União Europeia contra a carne e outros produtos de origem animal, com vigência a partir de 3 de setembro de 2026.

A nova ofensiva britânica segue a lógica do Regulamento Antidesmatamento da União Europeia (EUDR), ao ignorar a soberania da legislação ambiental brasileira. Ao desconsiderar as autorizações de supressão vegetal concedidas por órgãos oficiais do Brasil, o Reino Unido e o bloco europeu impõem critérios unilaterais que tratam qualquer área desmatada — ainda que dentro da lei — como um impeditivo para a importação.

Para o setor agroexportador, a combinação das medidas representa uma mudança estrutural na dinâmica de comércio exterior. A exigência de rastreabilidade plena e a não aceitação dos protocolos nacionais de licenciamento colocam em risco a rentabilidade das exportações para os dois blocos, que compõem o principal mercado de alto valor agregado para a proteína animal e as commodities brasileiras.

Leia Também:  Edital do "Concurso de Bolos Artísticos Lucas 35 anos" é retificado

O bloqueio sanitário, oficializado pela Comissão Europeia no dia 4 deste mês, baseia-se na alegação de falta de garantias sobre o uso de antimicrobianos e antibióticos. A proibição afeta toda a cadeia de proteína animal — carne, frango, pescado, leite e mel — e impõe um prejuízo imediato ao fluxo de caixa das indústrias exportadoras, que agora buscam, junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e entidades como a ABIEC, reverter a sanção.

A estratégia dos blocos europeus desloca o eixo de competitividade do agronegócio: a eficiência produtiva, que sustentou o crescimento do setor nas últimas décadas, cede lugar à capacidade de submissão documental a exigências ambientais e sanitárias que extrapolam o Código Florestal Brasileiro. Sem o reconhecimento mútuo das leis locais, o produtor nacional torna-se refém de um rigor técnico que, na prática, funciona como uma barreira não tarifária para proteger mercados internos europeus e britânicos.

O governo do Reino Unido disse que vai ouvir empresas e outros países antes de aplicar as novas regras contra o desmatamento, num processo que chamam de “consulta pública”. Isso vai acontecer ao longo deste ano. Na prática, é a última chance do Brasil tentar negociar e pedir que os ingleses aceitem nossas leis e documentos como prova de que o produto não veio de desmate

Leia Também:  Câmara aprova pacote fiscal sem afetar o Proagro e governo anuncia o “Desenrola Rural”

Mas, para quem entende do assunto, essa consulta tem cara de “jogo de cartas marcadas”: eles abrem para ouvir, mas raramente mudam a decisão que já tomaram de endurecer o cerco contra a carne e os grãos brasileiros. É um ritual burocrático que, no fim, serve apenas para eles dizerem que “ouviram”, antes de começar a punir quem não seguir o cartilha deles.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA