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ABCZ Divulga Lista de Touros Pré-selecionados para o PNAT 2025

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A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) anunciou nesta semana a primeira lista de touros pré-selecionados para a 16ª edição do Programa Nacional de Avaliação de Touros Jovens (PNAT). Os criadores interessados em participar têm até o dia 28 de março de 2025 para realizar a pré-inscrição ou até que as vagas sejam preenchidas.

De acordo com Paulo Ricardo Martins Lima, Supervisor de Provas Zootécnicas da ABCZ, a lista completa de touros pode ser consultada no site oficial da associação (abcz.org.br) e no sistema de avaliação genética SIAG, na aba PNAT. “Os animais precisam passar por avaliação nas propriedades pelos Técnicos de Registro da ABCZ, recebendo a liberação pelo EPMURAS com a classificação ‘EXCELENTE’ ou ‘MUITO BOM’, além de exame de DNA que qualifica o pai e a mãe”, destacou Lima.

Após essa etapa de avaliação, a pré-inscrição deve ser realizada exclusivamente por e-mail, sendo necessário manifestar o interesse através dos endereços [email protected] ou [email protected]. Para mais informações, os criadores podem entrar em contato pelos telefones (34) 3319-3883 ou (34) 3319-3880, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30.

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Lista dos touros pré-selecionados

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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União Europeia amplia restrições e volta a afetar exportações da piscicultura brasileira

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A nova decisão da União Europeia de suspender importações de proteína animal do Brasil voltou a acender o alerta na cadeia da piscicultura nacional. A medida, relacionada ao controle do uso de antimicrobianos na pecuária, preocupa o setor aquícola, que afirma não ter ligação com as não conformidades apontadas pelas autoridades europeias.

A manifestação foi feita pela PEIXE BR, que demonstrou preocupação com os impactos indiretos da atualização da lista de países autorizados a exportar proteína animal ao bloco europeu. O novo posicionamento da União Europeia foi divulgado na terça-feira (12) e amplia as restrições às exportações brasileiras.

Piscicultura brasileira volta a ser afetada por barreiras sanitárias

Segundo a PEIXE BR, esta não é a primeira vez que a piscicultura sofre consequências de medidas relacionadas a outros segmentos da proteína animal brasileira.

Desde 2018, o pescado nacional enfrenta limitações para acessar o mercado europeu após problemas identificados em embarcações da pesca extrativa. Embora a aquicultura não estivesse envolvida nas irregularidades apontadas na época, o segmento acabou incluído nas restrições impostas pelo bloco europeu.

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O setor vinha acompanhando com expectativa a possibilidade de retomada das exportações. No início deste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério da Pesca e Aquicultura informaram sobre a previsão de uma missão técnica da União Europeia ao Brasil em junho, considerada estratégica para reabrir o mercado europeu ao pescado brasileiro.

Com a nova suspensão, porém, a perspectiva de retomada volta a ficar comprometida.

“A aquicultura brasileira segue penalizada por problemas que não pertencem ao setor. Esperamos que o MAPA, por meio da Secretaria de Relações Internacionais, atue para reverter a perda de um mercado tão importante para as proteínas animais do Brasil”, destacou a PEIXE BR em nota.

Setor vê avanço de barreiras comerciais disfarçadas de exigências sanitárias

A entidade também avalia que a decisão europeia reforça um cenário internacional de maior protecionismo comercial. Segundo a associação, barreiras sanitárias e regulatórias vêm sendo utilizadas como instrumentos de defesa de mercado, especialmente em um momento de avanço das negociações entre Mercosul e União Europeia.

Para a piscicultura brasileira, o impacto vai além das exportações imediatas e afeta diretamente a competitividade internacional do setor.

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A PEIXE BR ressalta que a produção aquícola nacional segue padrões internacionais de controle sanitário, rastreabilidade e segurança alimentar, mantendo protocolos alinhados às exigências de mercados externos.

Exportações de pescado seguem estratégicas para expansão do setor

Mesmo diante das restrições, a piscicultura brasileira continua apostando na ampliação das exportações como uma das principais estratégias de crescimento da atividade.

Nos últimos anos, o setor vem investindo em tecnologia, manejo sanitário e profissionalização da cadeia produtiva para fortalecer a presença do pescado brasileiro em mercados internacionais de maior valor agregado.

A avaliação do segmento é que a reabertura do mercado europeu seria fundamental para ampliar oportunidades comerciais, diversificar destinos de exportação e fortalecer a imagem da aquicultura brasileira no exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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