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ABCCC divulga programação completa do Cavalo Crioulo na 48ª Expointer

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A menos de 30 dias do início da 48ª Expointer, a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) divulgou a programação oficial das competições da raça durante o evento. A feira será realizada de 30 de agosto a 7 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

Freio de Ouro: a final mais aguardada da temporada

O grande destaque da programação é a final do Freio de Ouro, que ocorre entre os dias 1º e 6 de setembro, na Arena do Cavalo Crioulo. A prova, que consagra os melhores exemplares da raça no ciclo 2025, é o resultado de uma temporada marcada por alto nível técnico e intensa participação de criadores e público.

Neste ano, foram realizadas oito classificatórias, ocorridas no Sul do Brasil, além de etapas na Argentina e no Uruguai.

Jurados da Final do Freio de Ouro:

  • Categoria Fêmeas:
  • Mário dos Santos Suñé
  • Rodrigo Diaz de Vivar
  • Telmo de Oliveira Peixoto

Categoria Machos:

  • Carlos Marques Gonçalves Neto
  • Federico Arguelles
  • Francisco Kessler Fleck
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Jurado reserva:

  • Luciano Corrêa Passos
Final da Morfologia começa antes da feira

A Final da Morfologia será realizada entre os dias 26 e 31 de agosto, antes mesmo da abertura oficial da Expointer. Estarão em pista mais de 300 animais, classificados por meio das Passaportes, Prévia Morfológica ou Ranking das Exposições Morfológicas.

Julgamento da Morfologia:

  • Eduardo Móglia Suñe
  • Luiz Alberto Martins Bastos
  • Árbitro: Rodrigo Albuquerque Py
Supercopas reforçam agenda da ABCCC

A programação do Cavalo Crioulo na Expointer ainda conta com provas especiais que vêm ganhando destaque nos últimos anos.

Supercopa do Proprietário
  • Data: 3 a 6 de setembro
  • Jurados: Pedro Boemo Ferreira e Roberto Martins Crespo
  • Supercopa de Paleteada (2ª edição)
  • Data: 5 e 6 de setembro
  • Jurados: Cristiano Funghetto Hasse e Sandro Fonseca do Amaral
Expectativa cresce entre criadores e público

A edição de 2025 da Expointer promete reunir novamente grandes nomes da criação de Cavalos Crioulos, além de atrair amantes da raça e visitantes interessados nas provas e na beleza dos animais. O evento é um dos mais tradicionais da agropecuária brasileira e reúne, todos os anos, milhares de pessoas em Esteio.

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A programação completa está disponível nos canais oficiais da ABCCC.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtos bovinos brasileiros podem ganhar mais espaço no mercado japonês

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Estabelecimentos brasileiros registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) que produzem produtos bovinos processados têm até as 18h desta segunda-feira (31.08) para manifestar interesse em participar da auditoria sanitária que o Japão realizará no Brasil e que poderá ampliar o acesso de produtos bovinos processados ao mercado japonês. A iniciativa ocorre em meio ao esforço brasileiro para aumentar a presença da pecuária nacional em um dos mercados de carne mais exigentes e valorizados do mundo.

A chamada foi aberta pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para identificar estabelecimentos interessados e preparados para receber a missão japonesa. O trabalho será conduzido pelas autoridades sanitárias do Japão e deverá avaliar as condições brasileiras de produção e processamento.

A lista inclui produtos como carne bovina desidratada, conhecida internacionalmente como beef jerky, envoltórios bovinos submetidos a tratamento térmico e o chamado Prime Beef, produto elaborado a partir de colágeno bovino e extrato de carne.

O objetivo da auditoria é revisar o Programa de Verificação de Exportação (EVP, na sigla em inglês), conjunto de procedimentos que estabelece as condições que os estabelecimentos brasileiros precisam cumprir para vender determinados produtos ao Japão.

Na prática, uma avaliação favorável poderá permitir a inclusão de novos produtos e estabelecimentos brasileiros no comércio com o país asiático.

O prazo desta segunda-feira não significa, portanto, abertura automática do mercado. Ele representa uma etapa preparatória para a auditoria e para a negociação sanitária necessária antes da autorização das exportações.

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A movimentação ganha importância porque o Japão é fortemente dependente da importação de alimentos. Cerca de 60% das calorias consumidas pela população japonesa têm origem externa, ao mesmo tempo em que o país mantém padrões sanitários rigorosos para entrada de produtos agropecuários.

Na carne bovina, aproximadamente 70% do consumo japonês é abastecido por importações. Austrália e Estados Unidos estão entre os principais fornecedores, enquanto o Brasil ainda busca ampliar sua participação nesse mercado.

A abertura para a carne bovina brasileira in natura é uma negociação separada e muito mais ampla, que se arrasta há mais de duas décadas. Brasil e Japão decidiram acelerar as discussões e estabeleceram a realização de inspeções técnicas como uma das etapas necessárias para avançar na avaliação de risco.

Por isso, embora a auditoria relacionada ao prazo de segunda-feira seja destinada a produtos processados, o movimento ocorre dentro de uma aproximação sanitária e comercial mais abrangente entre os dois países.

Para a pecuária brasileira, conquistar espaço no Japão teria importância que vai além do volume vendido. O país asiático é considerado um mercado de elevado valor agregado e possui exigências sanitárias capazes de funcionar como referência para outros compradores.

A diversificação também ganhou importância neste segundo semestre. As exportações brasileiras de carne bovina chegaram a 1,97 milhão de toneladas entre janeiro e julho, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o setor enfrenta mudanças nas condições de acesso a alguns de seus principais destinos.

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Nesse cenário, ampliar o número de compradores reduz a dependência de poucos mercados e aumenta as alternativas comerciais dos frigoríficos. O efeito pode chegar ao pecuarista por meio de maior disputa pela matéria-prima e da valorização de animais que atendam às exigências dos destinos mais remuneradores.

A abertura de um mercado, entretanto, não termina com a autorização sanitária. Frigoríficos precisam cumprir requisitos específicos de produção, processamento, rastreabilidade e certificação para serem habilitados a exportar.

É justamente esse processo que começa agora para os produtos incluídos na chamada. Os estabelecimentos interessados devem encaminhar a documentação por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do respectivo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), para que a manifestação chegue ao Mapa dentro do prazo.

Manifestações apresentadas depois das 18h desta segunda-feira não serão consideradas.

A auditoria japonesa será o passo seguinte. Se o resultado permitir a revisão das regras atuais, o Brasil poderá acrescentar novos produtos bovinos à pauta de exportações para o Japão enquanto continua negociando o objetivo de maior peso econômico para a pecuária nacional: a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira in natura.

Fonte: Pensar Agro

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