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5º Leilão Virtual Rancho Promissão Laço & Rédeas: Transparência e Confiança Garantem 100% de Liquidez

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O 5º Leilão Virtual Rancho Promissão Laço & Rédeas, promovido pela Criar Leilões, destacou-se pela transparência e credibilidade na comercialização dos lotes de equinos. Transmitido ao vivo pela internet por mais de três horas, o evento ofereceu 22 lotes selecionados, representando a essência do ‘Quarto de Milha Rancheiro’ — conhecido por sua beleza, temperamento dócil e habilidades excepcionais.

A transmissão ao vivo do leilão alcançou 11.914 visualizações, com um pico de 811 participantes simultâneos. Uma das inovações deste ano foi a inclusão de uma sala presencial em Paragominas/PA, local com forte vínculo com o Rancho Promissão, permitindo que amigos e investidores acompanhassem o evento de maneira interativa.

O leilão alcançou uma impressionante liquidez de 100%, consolidando a confiança do mercado na qualidade dos equinos oferecidos pelo Rancho Promissão. “Alcançar 100% de liquidez é uma grande satisfação, confirmando o reconhecimento do nosso trabalho e a eficácia de nossa abordagem, refletida na competição intensa e na ampla audiência do leilão”, celebra Fred Bezerra, proprietário do Rancho Promissão.

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Os resultados financeiros foram igualmente notáveis, com médias de vendas significativas: potras não domadas foram negociadas por uma média de R$ 45 mil, éguas por R$ 173 mil, machos de até dois anos por R$ 67 mil, potros babies (menos de um ano) por R$ 17 mil e cavalos treinados por R$ 66 mil.

Rafa Leão, assessor do evento, destaca que o sucesso de um leilão depende de fatores como a transparência na comercialização e a credibilidade na entrega dos prometido. “Esses princípios são aplicados consistentemente nos eventos promovidos pelo Rancho Promissão, garantindo a fidelização do cliente”, afirma Leão.

Diferenciais dos Leilões do Rancho Promissão

Guga Trapé, da Criar Leilões, ressalta que os leilões promovidos pelo Rancho Promissão se destacam pela contínua melhoria da tropa e pela sólida reputação construída ao longo dos anos. “A credibilidade e o prestígio da marca resultam da postura consistente de Fred Bezerra com quartistas, clientes e amigos, além das parcerias duradouras”, afirma Trapé.

Leão também menciona o elevado padrão de criação, com investimentos em genética e alimentação de alta qualidade. “A equipe do haras, incluindo manejo, veterinário e marketing, está totalmente dedicada ao sucesso do leilão e ao cuidado pós-leilão”, acrescenta.

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Trapé destaca ainda a abordagem única do Rancho Promissão: “Enquanto muitos buscam valor estimado ou alta liquidez, o Rancho Promissão se preocupa em devolver ao mercado tudo o que o cavalo trouxe para a família. Essa filosofia gera uma energia especial no leilão, resultando em liquidez de 100% e resultados que fluem naturalmente.”

Por fim, Rafael Vilela, leiloeiro do evento, destaca a singularidade da abordagem do Rancho Promissão. “A diferença está na conexão genuína e amigável entre Fred e o Rancho Promissão. O slogan de garantia de satisfação vai além das palavras; reflete um verdadeiro compromisso com a qualidade e a transparência. A equipe dedica-se a detalhar cada animal com o máximo cuidado, garantindo integridade e alta qualidade. A amizade e a autenticidade são evidentes em todos os aspectos do leilão”, conclui Vilela.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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