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Blitz de Segurança Institucional termina com atividade na PGJ

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A série de Blitzes de Segurança promovida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) durante o Mês da Segurança Institucional terminou nesta quarta-feira (26), com a atividade na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Cuiabá. A iniciativa integrou a programação desenvolvida ao longo de agosto para fortalecer a cultura de prevenção, proteção e conscientização no ambiente de trabalho. Ao todo, foram realizadas quatro edições da blitz.A ação consistiu na divulgação de orientações sobre segurança cibernética, evacuação de emergência e segurança orgânica, reforçando o papel de cada integrante da instituição na proteção das pessoas, das informações e do patrimônio institucional. Ao todo, integrantes de cerca de 70 unidades participaram das atividades.Para o coordenador do Centro de Segurança e Inteligência (CSI), promotor de Justiça Mauro Zaque de Jesus, a efetividade das ações de segurança depende do comprometimento de todos os integrantes da instituição. “Se nós não estivermos comprometidos com a segurança, ela não acontece. A proteção institucional depende da participação de todos, por meio de atitudes simples e preventivas que ajudam a resguardar as pessoas, as informações e o patrimônio da instituição”, defendeu.Na abertura da atividade, a assessora técnica do Centro de Segurança e Inteligência (CSI) Maria Aparecida de Andrade Del Llano destacou que a blitz teve caráter educativo e foi planejada para que os participantes atuem como multiplicadores das informações em seus respectivos setores, contribuindo para a identificação de vulnerabilidades e o fortalecimento das medidas preventivas.O primeiro tema abordado foi a segurança cibernética. O analista de tecnologia do CSI, Lucas Rafael Muniz Rondon, apresentou orientações para a proteção de informações institucionais e prevenção de incidentes digitais. Entre as recomendações, destacou a criação de senhas fortes e exclusivas para cada sistema, a ativação da autenticação em dois fatores, a atenção redobrada a e-mails suspeitos e a importância de manter equipamentos e aplicativos sempre atualizados. Também alertou sobre os riscos da engenharia social, técnica utilizada por criminosos para obter dados por meio da manipulação das vítimas.As orientações apresentadas reforçaram as “10 Dicas de Segurança Tecnológica e Orgânica” elaboradas pelo CSI, que incluem ainda o bloqueio da tela do computador ao se ausentar da estação de trabalho, o não uso de dispositivos externos desconhecidos, o compartilhamento responsável de informações e a comunicação imediata de situações suspeitas. Conforme o material, “cada usuário é uma camada de proteção” para a segurança institucional.Na sequência, a 1º sargento Bombeiro Militar Cíntia Penha Leite apresentou orientações sobre evacuação segura em situações de incêndio. Com base na cartilha distribuída aos participantes, explicou os procedimentos que devem ser adotados durante uma emergência, como manter a calma, acionar o alarme, seguir as rotas de fuga sinalizadas e utilizar exclusivamente as escadas. Também orientou sobre a necessidade de proteger as vias respiratórias da fumaça, verificar a temperatura das portas antes de abri-las, auxiliar pessoas com mobilidade reduzida e dirigir-se ao ponto de encontro após a evacuação.Encerrando as apresentações, 3º sargento PM Tânia Noemia Costa Freitas falou sobre segurança orgânica e o papel dos servidores na prevenção de riscos. Ela explicou as quatro camadas de proteção adotadas pela instituição: a sala ou gabinete, as áreas comuns de circulação, o estacionamento e a área externa das unidades.Entre as orientações, destacou os cuidados com documentos físicos e digitais, o controle de acesso de visitantes, a observação de comportamentos suspeitos e a utilização individual de crachás e da biometria facial. As recomendações estão alinhadas às boas práticas de controle de acesso divulgadas pelo GSI, que incluem o uso visível do crachá, a proibição de compartilhamento de credenciais e o acompanhamento de visitantes nas dependências da instituição.Na avaliação dos participantes, a blitz cumpriu o objetivo de ampliar a conscientização sobre segurança no ambiente institucional. A chefe de Cerimonial do MPMT, Janã Pinheiro Soares Souza, destacou a relevância das orientações relacionadas à proteção de dados e ao uso de senhas seguras. “A palestra chamou a atenção para hábitos que muitas vezes adotamos sem perceber os riscos, como utilizar a mesma senha em diferentes sistemas e aplicações. A partir de agora, vou me policiar mais. São pequenas ações que podem colocar nossa segurança em risco”, afirmou.A servidora do Departamento de Engenharia (Denge) Thalita Severo Ribeiro ressaltou a importância das informações repassadas sobre procedimentos em situações de emergência e segurança orgânica. “A capacitação foi muito importante porque mostrou como devemos agir em casos de incêndio e como orientar os colegas nesses momentos. Também reforçou a necessidade de estarmos atentos ao entorno, às pessoas que circulam na instituição e aos cuidados que contribuem para um ambiente mais seguro para todos”, avaliou.Promovido em consonância com as diretrizes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o Mês da Segurança Institucional busca disseminar práticas de prevenção e gestão de riscos, fortalecendo a segurança das pessoas, a proteção das informações e a preservação do patrimônio institucional.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Penas de condenados por homicídio e organização criminosa somam 67 anos

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O Tribunal do Júri da Comarca de Sinop (a 500 km de Cuiabá) condenou, na quarta-feira (26 de agosto), Leonardo dos Santos Pires e Hailton Viana de Paula pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e organização criminosa. As penas aplicadas aos dois réus somam mais de 67 anos de reclusão. O Conselho de Sentença acolheu a tese sustentada em plenário pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), representado pelo promotor de Justiça Herbert Dias Ferreira. As condenações foram fixadas em regime inicial fechado, com determinação de execução imediata das penas.
Apontado como uma das lideranças do Comando Vermelho em Mato Grosso, Leonardo dos Santos Pires foi condenado a 33 anos, nove meses e 11 dias de reclusão, além de 10 dias-multa. Os jurados reconheceram que, além de participar do homicídio qualificado, ele exercia função de comando na organização criminosa. O condenado já acumula mais de 262 anos de penas impostas pela Justiça por outros crimes, incluindo homicídios praticados em Sinop.
Já Hailton Viana de Paula foi condenado a 33 anos, nove meses e 12 dias de reclusão, além de 10 dias-multa. Na sentença, a juíza presidente do Tribunal do Júri, Giselda Regina Sobreira de Oliveira Andrade, destacou a gravidade dos fatos e considerou, na dosimetria da pena, a idade da vítima, que era menor de 18 anos.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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