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Ginásio Verdinho recebe finais do futsal dos Jogos Estudantis Cuiabanos nesta quinta e sexta-feira

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As finais da modalidade futsal dos Jogos Estudantis Cuiabanos (JECs) 2026 prometem movimentar o Ginásio Verdinho nesta quinta-feira e sexta-feira, reunindo os melhores atletas escolares da capital em confrontos decisivos que definirão os representantes de Cuiabá na etapa estadual da competição. As partidas serão realizadas nos dias 25 e 26 de junho.

Segundo o coordenador do futsal, professor Wendel Silva Pereira, a expectativa é de grande presença de público.

“Convidamos toda a torcida para prestigiar as decisões no Ginásio Verdinho, sempre a partir das 17h”, reforça.

A disputa pelos títulos começa na quinta-feira (25), com as decisões da Categoria A (15 a 17 anos):

17h | Masculino: Colégio Fato Educacional x Colégio Isaac Newton (CIN)

18h | Feminino: Colégio Coração de Jesus x Colégio Isaac Newton

Na sexta-feira (26), será a vez dos estudantes da Categoria B (12 a 14 anos) entrarem em quadra:

17h | Feminino: EECM Victorino Monteiro da Silva x Colégio Maxi

18h | Masculino: Colégio Isaac Newton x Colégio Coração de Jesus

A importância das finais vai além da conquista das medalhas. Na Categoria A, o técnico da equipe campeã será responsável por comandar a Seleção Cuiabana nos Jogos Escolares Mato-grossenses, que serão realizados em Sinop. Já na Categoria B, a escola vencedora garantirá vaga direta para representar a capital na fase estadual, em Sapezal. Ambas as competições servem como classificatórias para os campeonatos brasileiros escolares.

Equilíbrio e emoção marcaram as semifinais

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O professor Wendel Silva Pereira destacou o alto nível técnico e o equilíbrio que marcaram a definição dos finalistas.

“As semifinais masculinas da Categoria A foram extremamente equilibradas. O Colégio Fato garantiu sua vaga após um jogo duríssimo contra o Padre Ernesto, enquanto o Colégio Isaac Newton avançou ao vencer o Padre Vanir, consolidando a grande final entre CIN e Fato. Na Categoria B, a decisão foi definida após o CIN vencer a Escola Victorino, e o Coração de Jesus superar o Colégio Maxi em um confronto marcado pelo respeito mútuo e pelo alto nível técnico.

No feminino, as disputas também foram intensas. Pela Categoria A, a final será entre o CIN, que venceu a Escola Clênia, e o Coração de Jesus, que superou o Victorino. Já na Categoria B, o Victorino garantiu sua vaga com uma vitória expressiva por 10 a 0 sobre a Nova Pedagogia. Um dos momentos mais marcantes das semifinais aconteceu no duelo entre Coração de Jesus e Maxi. Após abrir 2 a 0, o Coração de Jesus viu o adversário buscar a virada no segundo tempo. O destaque da partida foi a camisa 9 do Coração de Jesus, atleta de apenas 12 anos que demonstrou grande talento e potencial para o futuro.”

Crescimento do futsal escolar

O caminho até as finais consolidou o alto nível técnico desta edição dos JECs, que contou com a participação de 35 escolas das redes pública estadual e privada. Desde as fases eliminatórias, disputadas em espaços como o Ginásio Dom Aquino, o equilíbrio das partidas e a maturidade dos atletas chamaram a atenção da comissão organizadora.

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De acordo com o coordenador-geral dos Jogos Estudantis Cuiabanos, professor Dinho Ribeiro, o crescimento do futsal escolar na capital ficou evidente pela alternância de forças entre equipes tradicionais e novas escolas, que surpreenderam ao longo da competição. Segundo ele, esse fortalecimento também reflete o aumento da participação das instituições de ensino e o trabalho desenvolvido no ambiente escolar.

O secretário municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves, ressaltou o papel do campeonato na formação dos jovens atletas e reafirmou o compromisso da gestão com o esporte de base.

“Os Jogos Estudantis Cuiabanos são o coração do nosso esporte de base. Ver o Ginásio Verdinho recebendo atletas de alto nível e acompanhar a evolução desses meninos e meninas nos dá a certeza de que estamos no caminho certo. Mais do que revelar talentos para representar Cuiabá nas etapas estadual e nacional, nosso maior objetivo é utilizar o esporte como ferramenta de transformação social, disciplina e cidadania. Convidamos toda a população para prestigiar essa grande festa e apoiar a nossa juventude.”

Para os estudantes, a trajetória até as finais foi construída com meses de dedicação e treinamentos intensos ao longo do primeiro semestre. Na busca pelos títulos, treinadores e organizadores destacam que os Jogos Estudantis Cuiabanos cumprem papel fundamental na inclusão social e na formação cidadã, promovendo valores como respeito, trabalho em equipe, disciplina e superação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Fertilizantes: Rabobank reduz projeção para 2026 e alerta para impacto da inadimplência recorde no agro

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Inadimplência no campo e preços elevados devem reduzir consumo de fertilizantes

O mercado brasileiro de fertilizantes deverá enfrentar uma retração mais intensa em 2026 do que a prevista anteriormente. Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o Rabobank revisou para baixo sua estimativa de vendas de adubos no país e apontou a inadimplência recorde dos produtores rurais como um dos principais fatores de pressão sobre a demanda.

A instituição projeta que as entregas de fertilizantes aos agricultores brasileiros somem 45,1 milhões de toneladas em 2026, o que representa uma queda de 8,2% em relação ao volume recorde registrado em 2025. Caso a previsão se confirme, será o menor volume comercializado desde 2022, período marcado pelos impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia sobre o mercado global de insumos.

A nova estimativa é mais conservadora do que a divulgada em abril, quando o banco previa consumo de aproximadamente 47,2 milhões de toneladas.

Segundo o Rabobank, além dos preços ainda elevados dos fertilizantes, a situação financeira de muitos produtores brasileiros tem limitado a capacidade de investimento e comprometido a aquisição de insumos para a próxima safra.

Guerra no Oriente Médio afetou mercado global de fertilizantes

O relatório destaca que os reflexos da guerra envolvendo o Irã contribuíram para a elevação dos custos dos fertilizantes em 2026. O fechamento temporário do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de matérias-primas e insumos, provocou aumento dos preços internacionais e forte volatilidade nos mercados.

Embora haja sinais de normalização logística e avanços diplomáticos para reduzir as tensões na região, o banco avalia que os impactos sobre a demanda global já foram consolidados.

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No caso da ureia, um dos fertilizantes nitrogenados mais utilizados no mundo, os preços retornaram aos níveis observados antes do conflito. Ainda assim, o Rabobank destaca que o comportamento do mercado repetiu um padrão semelhante ao registrado em 2022.

De acordo com a análise, foram necessárias cerca de seis semanas para que os preços atingissem o pico após o início das tensões, seguidas por aproximadamente dez semanas para retornar aos patamares iniciais.

Já o fosfato monoamônico (MAP), um dos fertilizantes mais utilizados na agricultura brasileira, permanece negociado em níveis mais elevados, sustentando os custos de produção para diversas culturas.

Inadimplência recorde preocupa setor agropecuário

Outro ponto de atenção destacado pelo banco é o avanço da inadimplência no crédito rural.

Com base em dados do Banco Central referentes a abril, o Rabobank observa que a inadimplência nas operações contratadas a taxas de mercado alcançou 13,3% do volume financiado, um dos maiores níveis já registrados para o setor.

O cenário reforça as dificuldades enfrentadas por parte dos produtores rurais, especialmente em segmentos que vêm acumulando margens apertadas, custos elevados e dificuldades de acesso a novas linhas de crédito.

A combinação entre menor liquidez no campo e insumos ainda caros tende a limitar o potencial de recuperação da demanda por fertilizantes ao longo do próximo ano.

Rabobank prevê queda nas exportações de milho em 2026

Além do mercado de fertilizantes, o Rabobank revisou as perspectivas para o milho brasileiro e projetou redução nas exportações do cereal.

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A expectativa é de que os embarques nacionais atinjam 39 milhões de toneladas em 2026, volume cerca de 3 milhões de toneladas inferior ao registrado no ano anterior.

Entre os fatores que explicam a revisão estão a valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional, e a forte concorrência de grandes exportadores, especialmente Estados Unidos e Argentina.

Os elevados custos do transporte rodoviário também continuam sendo um desafio para o setor exportador, reduzindo a competitividade logística do cereal brasileiro.

Demanda interna por milho deve seguir aquecida

Apesar da perspectiva menos favorável para as exportações, o consumo doméstico de milho deverá continuar avançando.

O Rabobank estima crescimento de 5% na demanda interna em 2026, alcançando cerca de 97 milhões de toneladas.

O principal motor desse avanço será o aumento do consumo pelas indústrias de ração animal e pelo setor de etanol de milho, que segue ampliando sua participação na matriz de biocombustíveis brasileira.

Diante desse cenário, o mercado agrícola brasileiro entra em 2026 com desafios relacionados ao crédito rural, custos de produção e competitividade internacional, enquanto busca equilibrar a demanda interna crescente com um ambiente global ainda marcado por incertezas econômicas e geopolíticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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