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Cuiabá conquista 2º lugar no Centro-Oeste em ranking nacional de cidades sustentáveis

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Cuiabá alcançou o segundo lugar na região Centro-Oeste no Ranking Cidades Sustentáveis 2026, elaborado pela plataforma Bright Cities, que avalia indicadores de desenvolvimento urbano e qualidade de vida com base na norma internacional ABNT NBR ISO 37120. O resultado posiciona a capital mato-grossense entre os municípios mais bem avaliados da região em práticas voltadas à sustentabilidade e à gestão urbana.

O ranking foi divulgado durante o Smart City Expo Curitiba 2026, considerado um dos principais eventos sobre cidades inteligentes do país. Nesta edição, foram avaliados 338 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, com base nas estimativas populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2025.

No recorte regional, Cuiabá ficou atrás apenas de Brasília (DF) e à frente de Goiânia (GO), Catalão (GO) e Rio Verde (GO), consolidando sua posição entre os municípios com os melhores indicadores de desenvolvimento sustentável do Centro-Oeste.

A metodologia utilizada pela Bright Cities é baseada na norma internacional que estabelece parâmetros para a mensuração de serviços urbanos e da qualidade de vida. Para a elaboração do ranking, foram considerados 43 indicadores distribuídos em cinco pilares: Prosperidade, Gestão, Bem-estar, Segurança e Infraestrutura e Serviços Básicos.

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Entre os aspectos avaliados estão geração de emprego, inovação, saúde financeira dos municípios, educação, saúde, segurança pública, saneamento básico, abastecimento de água, gestão de resíduos sólidos e fornecimento de energia elétrica.

O reconhecimento foi oficializado por meio de certificado encaminhado pela Bright Cities à Prefeitura de Cuiabá. Segundo a organização, o resultado reflete os esforços dos setores público e privado na implementação de ações voltadas ao desenvolvimento urbano sustentável.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, destacou que a colocação demonstra o potencial da capital para avançar ainda mais em áreas estratégicas. “Recebemos essa conquista com satisfação, mas também com responsabilidade. É um resultado que mostra que Cuiabá está no caminho certo e nos incentiva a continuar investindo em soluções que tornem a cidade mais eficiente, moderna e preparada para o futuro”, afirmou.

De acordo com a Bright Cities, o objetivo do ranking não é promover competição entre municípios, mas incentivar a mensuração de indicadores, a troca de boas práticas e a adoção de políticas públicas que contribuam para o desenvolvimento sustentável das cidades.

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O resultado reforça a importância do planejamento urbano baseado em dados e indicadores, contribuindo para a construção de políticas públicas mais eficientes e alinhadas às necessidades da população.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio brasileiro pode ampliar liderança global com proteína animal, tecnologia e biocombustíveis, afirma presidente da ABAG

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O agronegócio brasileiro reúne condições únicas para ampliar sua participação no mercado internacional de alimentos, proteínas e energia renovável. A avaliação foi feita pelo presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Ingo Plöger, durante o Veja Fórum Agro 2026, realizado nesta segunda-feira (16), em São Paulo.

Em um cenário global marcado por tensões geopolíticas, novas barreiras comerciais e crescente preocupação com a segurança alimentar, Plöger destacou que o Brasil possui vantagens competitivas relevantes para atender à demanda mundial por alimentos de forma eficiente e sustentável.

Segundo ele, a capacidade de integrar diferentes etapas da cadeia produtiva permite ao país atender consumidores de diversos mercados com produtos adaptados às mais variadas exigências.

Brasil se consolida como fornecedor estratégico de alimentos e proteínas

Durante o painel “Novas Oportunidades no Agro Brasileiro”, que reuniu representantes do setor público, pesquisadores e lideranças do agronegócio, o presidente da ABAG ressaltou que poucos países possuem a mesma capacidade brasileira de produzir alimentos em larga escala, com diversidade e competitividade.

Para Plöger, a combinação entre produtividade, tecnologia e eficiência logística coloca o Brasil em posição privilegiada para ampliar sua presença no comércio internacional, especialmente em segmentos ligados à proteína animal.

O executivo destacou ainda que a crescente demanda global por alimentos reforça a importância estratégica do agronegócio brasileiro para a segurança alimentar mundial.

Internacionalização da tecnologia agrícola é próxima fronteira

Além da exportação de commodities agrícolas, Plöger defendeu que o Brasil avance na exportação de conhecimento e inovação desenvolvidos para a agricultura tropical.

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Na avaliação do dirigente, um dos próximos passos estratégicos para o país será ampliar a atuação internacional da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), levando tecnologias adaptadas às condições tropicais para outras regiões do mundo.

A África foi apontada como um dos mercados com maior potencial para receber cooperação técnica e transferência de conhecimento brasileiro, em função de suas características climáticas e de seu potencial de expansão produtiva.

Segundo o presidente da ABAG, a experiência acumulada pelo Brasil ao longo das últimas décadas na transformação de áreas tropicais em regiões altamente produtivas representa um diferencial competitivo que pode gerar novas oportunidades econômicas e diplomáticas.

Produção de alimentos e biocombustíveis caminham juntas

Outro destaque da participação de Plöger foi a defesa do modelo brasileiro de integração entre produção de alimentos, proteína animal e biocombustíveis.

O executivo argumentou que a experiência brasileira demonstra ser possível ampliar a produção de energia renovável sem comprometer a oferta de alimentos. Pelo contrário, os sistemas produtivos adotados no país permitem ganhos de eficiência e aproveitamento de coprodutos.

O milho foi citado como exemplo dessa integração, uma vez que a cultura abastece simultaneamente a indústria de etanol, a produção de proteína animal e diversos segmentos da cadeia alimentar.

De acordo com Plöger, essa característica diferencia o Brasil em debates internacionais sobre sustentabilidade e transição energética, especialmente diante das discussões sobre redução das emissões de carbono.

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Agro impulsiona desenvolvimento regional e geração de oportunidades

Ao abordar os impactos econômicos e sociais do setor, o presidente da ABAG ressaltou que o agronegócio tem desempenhado papel fundamental na geração de renda, empregos e oportunidades em diferentes regiões do país.

Segundo ele, estados e municípios com forte dinamismo agropecuário vêm registrando crescimento econômico, atração de mão de obra qualificada e fortalecimento de pequenos e médios empreendimentos.

O executivo destacou ainda que grande parte da população brasileira vive em cidades de médio porte diretamente conectadas às cadeias produtivas do agronegócio, reforçando a importância do setor para o desenvolvimento regional.

Visão estratégica para as próximas décadas

Para a ABAG, o fortalecimento da competitividade, da inovação e do empreendedorismo será determinante para sustentar o crescimento do agronegócio brasileiro nas próximas décadas.

Plöger afirmou que o setor deve ser tratado como uma política de Estado, dada sua relevância para a economia nacional, para a geração de empregos e para a inserção do Brasil no comércio internacional.

Na avaliação do dirigente, o agronegócio continuará sendo um dos principais motores do desenvolvimento econômico e social do país, consolidando sua posição estratégica tanto para o mercado interno quanto para a segurança alimentar global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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