AGRONEGÓCIO

Secretária de Saúde reúne equipe gestora para alinhar ações e fortalecer os serviços prestados à população

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou nesta segunda-feira (15) uma reunião de alinhamento entre a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, e os secretários adjuntos da pasta. O encontro teve como objetivo discutir ações estratégicas, acompanhar o andamento de projetos e fortalecer a integração entre os setores responsáveis pela assistência à população.

Participaram da reunião a secretária adjunta de Atenção Primária, Cinara Brito; o secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonsa; a secretária adjunta de Atenção Especializada, Najla Brito; a secretária adjunta de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, Erika Carvalho; a secretária adjunta de Gestão, Loicy Aparecida Cunha; a secretária adjunta de Assistência Farmacêutica, Cláudia Braga; a secretária adjunta de Saúde Bucal, Cristhiane Leite; além do chefe de gabinete, Hozano Delgado.

Durante a reunião, foram debatidos temas considerados prioritários para o fortalecimento da rede municipal de saúde, entre eles os processos seletivos em andamento, a segurança nas unidades de saúde, o funcionamento dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), o avanço de obras, as entregas previstas para os próximos meses e questões relacionadas à gestão de pessoal.

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A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que o alinhamento permanente entre as equipes é fundamental para garantir eficiência na execução das ações e a melhoria contínua dos serviços oferecidos à população.

“Nosso compromisso é trabalhar de forma integrada, acompanhando de perto cada demanda e cada desafio enfrentado pela rede municipal de saúde. Reuniões como esta permitem alinhar estratégias, corrigir rotas quando necessário e assegurar que todas as áreas caminhem na mesma direção, com foco na qualidade do atendimento e no cuidado com a população cuiabana. Estamos construindo uma gestão baseada no planejamento, na responsabilidade e na busca constante por resultados que façam a diferença na vida das pessoas”, afirmou.

A realização periódica de reuniões entre os gestores faz parte da estratégia de fortalecimento da governança da pasta, promovendo maior integração entre os setores e garantindo o acompanhamento contínuo das iniciativas que impactam diretamente a assistência à população.

A secretária adjunta de Gestão, Loicy Aparecida Cunha, ressaltou a importância do planejamento conjunto para fortalecer a administração da saúde municipal e dar mais celeridade às ações da pasta.

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“Quando todas as áreas se reúnem para compartilhar informações, avaliar resultados e definir prioridades, conseguimos otimizar recursos, aprimorar processos e garantir maior eficiência na gestão. Esse alinhamento é essencial para que as decisões sejam tomadas de forma estratégica e reflitam diretamente na melhoria dos serviços prestados aos cidadãos. O diálogo permanente entre as equipes fortalece o trabalho desenvolvido e contribui para uma saúde pública cada vez mais eficiente”, pontuou.

A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com uma saúde pública mais organizada, eficiente e preparada para atender às demandas dos cuiabanos, por meio de planejamento, diálogo e atuação integrada entre as equipes técnicas e administrativas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Carne, café e soja terão que comprovar origem a partir de 30 de dezembro

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Produtores, cooperativas e exportadores brasileiros que abastecem o mercado europeu têm menos de três meses para revisar as informações de origem dos produtos sujeitos ao Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR). A aplicação começa em 30 de dezembro para grandes e médios operadores abrangidos pela norma. A preparação exige identificar as áreas de produção, conferir fornecedores e reunir evidências de regularidade.

O regulamento alcança bovinos, cacau, café, óleo de palma, borracha, soja, madeira e determinados derivados. Para entrar no mercado europeu, os produtos incluídos precisam atender a dois critérios: estar livres de desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020 e ter sido produzidos conforme a legislação aplicável no país de origem.

Isso significa que uma autorização de supressão de vegetação concedida no Brasil não afasta, por si só, o critério europeu. O comprador responsável pela entrada da mercadoria no bloco terá de verificar tanto a legalidade da produção quanto o histórico da área.

A localização é uma das informações centrais. Para produtos agrícolas, o regulamento exige a geolocalização das áreas onde a matéria-prima foi produzida. Quando um lote reúne produção de diferentes propriedades, as respectivas origens precisam ser identificadas.

Na pecuária, a exigência envolve os estabelecimentos onde os bovinos foram mantidos. A organização dos dados, portanto, precisa alcançar as etapas anteriores ao fornecimento para o abate, conforme os requisitos aplicáveis ao produto.

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O Cadastro Ambiental Rural (CAR) pode integrar o conjunto de informações utilizado na comprovação. Sua apresentação, entretanto, precisa estar acompanhada de dados e evidências verificáveis sobre a área, a produção e sua conformidade. Divergências entre coordenadas, documentos e registros dos fornecedores podem dificultar a análise.

A obrigação de realizar a chamada diligência devida, processo de coleta de informações e avaliação de riscos, recai principalmente sobre o operador que introduz o produto no mercado europeu pela primeira vez ou o exporta da União Europeia. O produtor brasileiro que fornece a uma empresa responsável pela exportação pode receber pedidos de informações necessários ao cumprimento dessas obrigações.

Essa diferença também importa para os prazos. A maior parte dos micro e pequenos operadores abrangidos terá até 30 de junho de 2027, mas isso não assegura automaticamente um prazo adicional ao pequeno produtor brasileiro. Quem abastece um comprador sujeito às regras em dezembro precisa organizar os dados conforme as necessidades dessa cadeia.

Há uma exceção no calendário: micro e pequenos operadores já alcançados pelo regulamento europeu da madeira deverão cumprir a EUDR a partir de 30 de dezembro de 2026.

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O Brasil está classificado pela Comissão Europeia como país de risco padrão. Por isso, os produtos brasileiros não recebem, de forma geral, a simplificação da diligência reservada às origens de baixo risco. O operador deve avaliar as informações e adotar medidas para reduzir eventuais riscos de descumprimento.

Quando os dados obrigatórios não podem ser obtidos, o produto não pode ser colocado no mercado europeu pelo operador sujeito à regra. Os documentos da diligência devem ser conservados por cinco anos.

A lista de produtos também merece atenção. Segundo a Comissão Europeia, itens acrescentados ao alcance da norma em 2026, como café solúvel, determinados derivados do óleo de palma e línguas bovinas congeladas, estarão sujeitos às exigências a partir de 30 de dezembro de 2027.

Para preparar os próximos embarques, o primeiro passo é confirmar com o comprador quais produtos e operações estão abrangidos. Depois, conferir as localizações, relacionar cada fornecimento à sua origem e organizar o histórico das áreas e os documentos de legalidade. A revisão antecipada permite identificar lacunas antes que elas comprometam a comercialização.

Fonte: Pensar Agro

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