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Escola André Avelino Ribeiro conquista título masculino dos JECs 2026; finais femininas serão hoje

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A Escola Estadual Militar André Avelino Ribeiro conquistou o título do voleibol masculino dos Jogos Estudantis Cuiabanos (JECs) 2026 na quinta-feira (11), ao vencer o Colégio Isaac Newton por 3 sets a 1, em uma partida marcada pelo equilíbrio, pela intensidade das disputas e pela forte presença das torcidas, que incentivaram suas equipes durante todo o confronto no Ginásio Verdinho, em Cuiabá.

Agora, as atenções se voltam para as finais femininas da modalidade, que serão disputadas nesta sexta-feira (12), também no Ginásio Verdinho. Às 17h, o Centro Educacional Maria Auxiliadora (Cema) enfrenta o Colégio Isaac Newton pela categoria feminina de 12 a 14 anos. Em seguida, às 18h, o Colégio Isaac Newton encara a Escola Estadual Pascoal Moreira Cabral na decisão da categoria feminina de 15 a 17 anos.

Os Jogos Estudantis Cuiabanos seguem até o dia 30 de junho, reunindo estudantes de escolas públicas e privadas da capital em diversas modalidades esportivas.

Título masculino foi decidido em jogo equilibrado

A final masculina da categoria 15 a 17 anos encerrou a programação de quinta-feira com um confronto disputado entre a Escola André Avelino Ribeiro e o Colégio Isaac Newton. Após uma partida de alto nível técnico, a equipe campeã venceu por 3 sets a 1 e garantiu o título da competição.

O jogo foi acompanhado por estudantes, professores, familiares e torcedores, que lotaram as arquibancadas do Ginásio Verdinho e contribuíram para o clima de decisão.

A conquista coroou a campanha da Escola André Avelino Ribeiro ao longo do torneio e confirmou a consistência da equipe durante toda a competição.

Finais femininas prometem equilíbrio

As finais femininas reúnem equipes que se destacaram ao longo dos JECs 2026 e chegam à decisão após campanhas marcadas por dedicação e superação.

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Na categoria de 12 a 14 anos, Centro Educacional Maria Auxiliadora e Colégio Isaac Newton disputam o título a partir das 17h.

Logo depois, às 18h, o Colégio Isaac Newton enfrenta a Escola Estadual Pascoal Moreira Cabral na decisão da categoria de 15 a 17 anos.

As equipes garantiram vaga nas finais após superarem adversários em confrontos equilibrados nas fases anteriores da competição.

Atletas destacam preparação e dedicação

Entre os estudantes que chegaram às fases decisivas, o esforço nos treinamentos aparece como um dos principais fatores para o desempenho alcançado.

O atleta Arthur Carlos Caseros Dias, de 14 anos, do Colégio Isaac Newton, destacou a preparação da equipe durante a competição.

“Muito treinamento e foco. Sempre treinando bastante para conseguir chegar nesse nível, na final.”

Ele também ressaltou o equilíbrio dos confrontos disputados ao longo do torneio.

“Foi difícil, muito disputado. Tem muito time bom.”

Pela equipe feminina do Colégio Isaac Newton, Ana Beatriz Ouro dos Santos, de 15 anos, afirmou que a união do grupo foi fundamental para chegar à decisão.

“A nossa preparação foi bem intensa, com treinos todos os dias, foco total e motivação sempre, uma motivando a outra. O time está bem unido e todo mundo animando.”

Ela também destacou a importância de representar a escola nos Jogos Estudantis Cuiabanos.

“Para mim, é muito gratificante representar a minha escola em uma competição desse nível.”

Escola estadual busca conquista inédita

Do lado da Escola Estadual Pascoal Moreira Cabral, as atletas também destacam a dedicação necessária para alcançar a final.

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Maria Eduarda de Oliveira, de 16 anos, afirmou que a equipe conciliou estudos e treinamentos para chegar à decisão.

“Nós treinamos bastante, inclusive fora do horário de aula, e nos dedicamos muito. A nossa expectativa para hoje é vencer. Estamos com foco total e muita fé.”

Para ela, a campanha representa um momento importante para a escola.

“Chegar à final é uma honra imensa e serve para mostrar o nosso valor.”

A atleta Amanda Vitória Pinheiro de Souza, também de 16 anos, ressaltou o comprometimento do grupo durante a preparação.

“Treinamos bastante, inclusive aos sábados, e nos dedicamos muito para poder chegar até aqui. A nossa expectativa é vencer e jogar muito bem.”

Famílias acompanham a trajetória das equipes

Nas arquibancadas, familiares acompanham de perto o desempenho dos estudantes. Mãe da atleta Giovana Camille, da Escola Estadual Pascoal Moreira Cabral, Ana Isaura Dias destacou o orgulho de ver a equipe alcançar a decisão.

“É extraordinário ver a raça e a luta delas para estar nesta final. É muito gratificante vê-las competindo de igual para igual contra equipes muito fortes e chegando a uma final.”

Ela também ressaltou a contribuição do esporte para a formação dos jovens.

“O esporte é fundamental porque ensina limites, responsabilidade e, principalmente, humildade para reconhecer quando erram, ganham ou perdem.”

Com as finais femininas desta sexta-feira, o voleibol encerra sua programação nos Jogos Estudantis Cuiabanos 2026. A competição segue até o dia 30 de junho, promovendo integração, desenvolvimento esportivo e participação estudantil entre escolas das redes pública e privada de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Soja enfrenta pressão de oferta global após relatórios do USDA e Conab; preços em Chicago recuam para mínimas de quatro meses

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O mercado global da soja segue pressionado por um quadro de ampla oferta, reforçado pelos mais recentes levantamentos divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os números confirmam a perspectiva de produção elevada nas principais regiões produtoras do mundo e mantêm os preços internacionais sob pressão.

Em Chicago, os contratos futuros da soja se aproximaram da faixa de US$ 11,00 por bushel, atingindo os menores patamares dos últimos quatro meses. O movimento reflete a combinação de estoques confortáveis, projeções de safra robustas e demanda global incapaz de absorver rapidamente o crescimento da oferta.

Queda em Chicago reduz ritmo dos negócios no Brasil

Mesmo com o dólar apresentando momentos de valorização ao longo da semana, aproximando-se de R$ 5,20, a desvalorização dos contratos internacionais limitou a sustentação dos preços no mercado brasileiro.

O resultado foi um enfraquecimento das negociações, com produtores retraídos diante dos preços ofertados e compradores adotando postura cautelosa, à espera de novas definições do mercado.

A combinação entre a pressão externa e a expectativa de uma grande safra nacional tem contribuído para reduzir a liquidez no mercado físico da oleaginosa.

USDA mantém projeções para safra dos Estados Unidos

No relatório de junho, o USDA manteve praticamente inalteradas suas estimativas para a safra norte-americana de soja 2026/27.

A produção dos Estados Unidos foi projetada em 4,435 bilhões de bushels, equivalentes a aproximadamente 120,7 milhões de toneladas. A produtividade permanece estimada em 53 bushels por acre.

Os estoques finais foram calculados em 310 milhões de bushels, ou cerca de 8,44 milhões de toneladas, praticamente em linha com as expectativas do mercado.

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As projeções de esmagamento e exportações também foram mantidas, indicando consumo doméstico de 2,75 bilhões de bushels e vendas externas de 1,63 bilhão de bushels.

Para a safra 2025/26, os estoques de passagem foram estimados em 340 milhões de bushels, ligeiramente acima das expectativas do mercado.

Produção mundial permanece em níveis históricos

O USDA estima que a produção global de soja alcance 441,34 milhões de toneladas na temporada 2026/27, mantendo o mercado amplamente abastecido.

Os estoques finais mundiais foram projetados em 124,88 milhões de toneladas, volume que continua elevado e reforça o cenário de conforto na oferta internacional.

Apesar de pequenas revisões em relação ao relatório anterior, os números seguem apontando para um equilíbrio favorável aos compradores e desafiador para os vendedores.

Brasil caminha para novas safras recordes

O relatório do USDA manteve a projeção de produção brasileira de soja em 180 milhões de toneladas para a temporada 2025/26.

Para o ciclo 2026/27, a expectativa é ainda mais otimista, com uma safra estimada em 186 milhões de toneladas, consolidando o Brasil como o maior produtor mundial da oleaginosa.

Já para a Argentina, o órgão norte-americano elevou a estimativa da safra 2025/26 para 50 milhões de toneladas, dois milhões acima da previsão anterior.

O crescimento da produção sul-americana reforça o aumento da concorrência global e amplia a disponibilidade de soja no mercado internacional.

China mantém forte demanda, mas não altera cenário

Principal importadora mundial de soja, a China deverá adquirir 112 milhões de toneladas na temporada 2025/26 e 114 milhões de toneladas em 2026/27, segundo o USDA.

Embora os volumes permaneçam elevados, eles não são suficientes para alterar significativamente o cenário de ampla oferta global, diante do forte crescimento da produção nos países exportadores.

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Conab projeta safra histórica e exportações em alta

No Brasil, a Conab elevou sua projeção para a safra 2025/26, estimando produção de 180,25 milhões de toneladas no nono levantamento da temporada.

O volume representa crescimento de 5,1% em relação à safra anterior, quando foram colhidas 171,48 milhões de toneladas.

Com a produção recorde, a Companhia Nacional de Abastecimento também revisou para cima as perspectivas de exportação, que deverão atingir 116,1 milhões de toneladas.

Além disso, o processamento interno da oleaginosa deve alcançar 61,58 milhões de toneladas, impulsionado pela demanda das indústrias de farelo e óleo de soja.

Segundo a Conab, o estoque final brasileiro deverá ficar próximo de 9,2 milhões de toneladas, reforçando a disponibilidade interna e contribuindo para o equilíbrio do abastecimento nacional.

Mercado segue atento ao comportamento da demanda

Embora os fundamentos continuem apontando para uma oferta abundante, analistas destacam que o comportamento da demanda global será determinante para a trajetória dos preços nos próximos meses.

Fatores como o ritmo das compras chinesas, a evolução da economia mundial, as condições climáticas durante o desenvolvimento da safra norte-americana e as oscilações cambiais seguirão no radar dos agentes de mercado.

Por enquanto, os números divulgados por USDA e Conab reforçam um cenário predominantemente baixista para a soja, mantendo pressão sobre as cotações internacionais e exigindo atenção redobrada dos produtores brasileiros na gestão da comercialização da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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