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Jogos Estudantis Cuiabanos batem recorde de inscritos e ampliam participação em 2026

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Com crescimento acima do previsto e recorde de participação, os Jogos Estudantis Cuiabanos (JECs) 2026 encerram nesta terça-feira (19), às 17h, o período de credenciamento das escolas e atletas. A edição deste ano já contabiliza 2.668 inscritos, número 30% superior ao registrado em 2025, quando a competição reuniu 2.086 estudantes. Considerando professores, equipes técnicas e representantes das unidades escolares, o evento deve mobilizar cerca de 3.418 pessoas ao longo da programação.

De acordo com a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, o crescimento também superou a expectativa inicial da organização, que previa aumento de 20% na participação. Segundo o secretário municipal adjunto de Esporte e Lazer, Pablo Queiroz, o índice geral já alcança 42%, acima da meta estabelecida pela gestão, de 30%.

O aumento da adesão levou inclusive à alteração do local da cerimônia de abertura dos jogos. Inicialmente prevista para o Ginásio Dom Aquino, a solenidade será realizada no Ginásio Verdinho, no dia 23 de maio. O espaço estará aberto ao público a partir das 17h e o início da cerimônia às 18h.

Segundo Pablo Queiroz, os números refletem o fortalecimento da política esportiva no município e os investimentos realizados na estrutura esportiva da capital. “Não temos dúvidas de que já em 2025 superamos todos os números referentes aos JECs. E este ano, mais uma vez, quebramos o recorde. Isso é resultado do apoio total do prefeito Abílio Brunini, que proporcionou à Secretaria Municipal de Esporte e Lazer uma gestão com pessoas que entendem o que estão fazendo, além da implementação de campos com gramado sintético e da revitalização de mais de 40 quadras. Isso faz com que o esporte cresça”, afirmou o secretário adjunto.

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Ele também destacou que a ampliação da estrutura e da autonomia técnica da secretaria contribuiu para ampliar o alcance dos jogos entre escolas públicas e privadas da capital. “O prefeito Abílio disse que Cuiabá seria a capital do esporte e que daria autonomia e liberdade para o pessoal trabalhar. Pela primeira vez temos uma secretaria extremamente técnica, que entende, vive e respira esporte”, declarou.

O secretário municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves, destacou que os Jogos Estudantis Cuiabanos representam um investimento no futuro da cidade, fortalecendo o esporte como ferramenta de inclusão, educação e desenvolvimento dos jovens. “Queremos ir além das medalhas, incentivando disciplina, formação de caráter e oferecendo oportunidades para que os estudantes construam trajetórias positivas dentro e fora das quadras”, afirmou.

Além da dimensão competitiva, a organização reforça o papel formativo dos Jogos Estudantis Cuiabanos. A expectativa da secretaria é garantir uma competição marcada pela organização, segurança e valorização dos estudantes-atletas. “Nossa expectativa é que os JECs 2026 transcorram com respeito e ordem, e que possamos entregar uma boa referência para a vida dos nossos atletas. Especialmente para aqueles que estarão se despedindo da categoria por questão de idade. Que eles possam seguir com sucesso na carreira esportiva e que Cuiabá deixe o melhor sentimento esportivo no coração deles ao longo da vida”, completou Pablo Queiroz.

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A 49ª edição dos Jogos Estudantis Cuiabanos será realizada entre os dias 23 de maio e 30 de junho, reunindo modalidades coletivas e individuais. O evento é considerado uma das principais ações de incentivo ao esporte escolar no município, mobilizando estudantes, professores, famílias e profissionais da área esportiva em diferentes regiões da capital.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de farelo de soja da Índia despencam e abrem espaço para Brasil ampliar vendas globais

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As exportações de farelo de soja da Índia devem registrar forte retração no ciclo 2025/26, atingindo o menor volume dos últimos quatro anos. A disparada dos preços internos, impulsionada pela quebra na produção de soja e pela demanda aquecida da indústria avícola local, reduziu drasticamente a competitividade do produto indiano no mercado internacional.

O movimento abre espaço para países da América do Sul, especialmente o Brasil e a Argentina, ampliarem sua participação nos mercados asiáticos, tradicionalmente abastecidos pela Índia.

Farelo de soja indiano perde competitividade global

Segundo representantes do setor exportador indiano, os preços do farelo de soja produzido no país ficaram muito acima das cotações praticadas pelos principais concorrentes globais.

Atualmente, o farelo de soja da Índia está sendo ofertado próximo de US$ 680 por tonelada FOB para embarques em junho, enquanto fornecedores sul-americanos trabalham com valores ao redor de US$ 430 por tonelada.

A diferença de preços praticamente inviabilizou novos contratos de exportação para os indianos.

De acordo com Manoj Agrawal, as esmagadoras locais já sentem forte redução nas consultas internacionais.

“Os preços indianos estão muito mais altos do que os preços globais. As usinas sequer estão recebendo novas consultas de exportação”, afirmou o executivo.

Exportações devem cair pela metade em 2025/26

A previsão do setor é de que a Índia exporte cerca de 900 mil toneladas de farelo de soja no atual ano comercial, que termina em setembro de 2026. No ciclo anterior, o país embarcou aproximadamente 2,02 milhões de toneladas.

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A retração representa uma queda superior a 55% nos embarques e reforça a mudança no fluxo global do mercado de proteína vegetal.

Segundo Vinod Jain, os compradores asiáticos já migraram para origens mais competitivas da América do Sul.

“O fornecimento vindo dos países sul-americanos aumentou e está muito mais competitivo que o farelo indiano”, destacou.

Brasil e Argentina podem ganhar espaço no mercado asiático

Com a redução da presença indiana no comércio internacional, o Brasil tende a ampliar oportunidades de exportação de farelo de soja para países da Ásia e também da Europa.

A Índia tradicionalmente exporta farelo para mercados como Bangladesh, Nepal, Alemanha e Holanda, aproveitando o diferencial de produzir soja não geneticamente modificada. Entretanto, a forte alta dos preços anulou essa vantagem comercial.

O cenário favorece especialmente a indústria exportadora brasileira, que já opera com ampla oferta de soja e forte competitividade logística em diversos mercados internacionais.

Além do Brasil, a Argentina também deve ampliar participação nas vendas globais de farelo, especialmente diante da maior disponibilidade de produto sul-americano nesta temporada.

Quebra na safra indiana e demanda interna sustentam preços elevados

Os preços internos do farelo de soja na Índia acumulam alta expressiva desde o início da temporada. Na última terça-feira, o produto era negociado a 64.625 rúpias indianas por tonelada, equivalente a cerca de US$ 670, avanço de 47% em relação ao mês anterior e de 85% desde outubro.

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A valorização acompanha a escalada dos preços da soja no mercado doméstico indiano.

Segundo Ashok Bhutada, o principal fator por trás da alta é a forte quebra produtiva causada pelo clima adverso.

Além disso, a demanda da indústria avícola da Índia continua aquecida, sustentando o consumo interno de farelo de soja e reduzindo a disponibilidade exportável.

“A oferta restrita mantém os preços da soja firmes e isso deve continuar sustentando os preços do farelo nos próximos meses”, avaliou Bhutada.

Mercado global monitora impacto sobre proteínas e rações

O movimento da Índia ocorre em um momento de forte atenção do mercado global sobre custos de alimentação animal e fluxos internacionais de proteínas vegetais.

A menor oferta exportável indiana tende a reforçar a relevância do farelo sul-americano para os importadores asiáticos, especialmente em um cenário de demanda consistente por carnes e ração animal.

Para o agronegócio brasileiro, o cenário pode representar novas oportunidades comerciais ao longo de 2026, principalmente para o complexo soja, que segue entre os principais motores das exportações nacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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