Mato Grosso

Força Tática prende mulher com 11 tabletes de supermaconha em General Carneiro

Publicado em

Policiais militares da Força Tática do 5º Comando Regional prenderam, nesta sexta-feira (15.5), uma mulher de 22 anos, suspeita por tráfico ilícito de drogas, no município de General Carneiro. Com ela foram apreendidos 11 tabletes de substância análoga à supermaconha (skunk).

A prisão ocorreu durante ações das operações Protetor de Fronteiras e Tolerância Zero.

As equipes da Força Tática abordaram um ônibus interestadual que seguia em direção ao município de Barra do Garças, na região de divisa com o Estado de Goiás, depois que militares receberam uma denúncia anônima informando que uma mulher estaria transportando drogas no ônibus.

Durante a fiscalização e entrevistas com os passageiros, a suspeita apresentou nervosismo e comportamento considerado suspeito pela equipe policial.

Na abordagem, os policiais solicitaram a passagem e os bilhetes das bagagens da mulher. Durante a checagem das malas identificadas pela suspeita, os militares localizaram 11 pacotes de substância análoga a supermaconha, conhecida como “skunk”, escondidos no interior das bagagens.

Leia Também:  Seis membros de facção criminosa são presos em flagrante pela PM com armas de fogo

Perguntada pelos militares, a suspeita informou que havia buscado o entorpecente em Mato Grosso do Sul e que levaria a droga para sua cidade no Estado do Pará.

Diante dos fatos, a mulher recebeu voz de prisão e foi encaminhada, juntamente com todo o material apreendido, para a Central de Atendimento de Barra do Garças, e posteriormente levada para a Delegacia da Polícia Judiciária Civil para o registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

Artesanato indígena de MT vira destaque nacional e movimenta R$ 68 mil em um dia na Bienal de SP

Published

on

O artesanato indígena de Mato Grosso se tornou um dos destaques da 22ª edição do Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, realizado no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, de 13 a 17 de maio. Em apenas um dia de evento, bancos esculpidos em madeira produzidos pelo artesão indígena Peti Waura movimentaram R$ 68 mil em vendas e encomendas durante uma rodada voltada a arquitetos, decoradores e lojistas de várias regiões do país.

Mato Grosso participa da feira em dois espaços distintos dentro do evento, um no estande institucional dos Estados brasileiros, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e outro do Sebrae/MT, que acompanha os artesãos durante toda a programação. A delegação mato-grossense reúne 11 artesãos individuais, associações e núcleos produtivos de municípios como Cuiabá, Tangará da Serra, Nova Mutum, São José do Rio Claro, Santo Antônio de Leverger, Gaúcha do Norte e Paranatinga.

Além das esculturas indígenas, o Estado levou ao evento peças em cerâmica, sementes, madeira, reciclagem e outras tipologias que representam diferentes regiões e culturas mato-grossenses. Segundo a coordenadora de Artesanato da Sedec, Lourdes Josafa Sampaio, a participação no salão é estratégica para ampliar mercado, fortalecer comunidades e mostrar o potencial econômico do artesanato produzido no Estado.

Ela explica que a presença de Mato Grosso em um dos maiores eventos do segmento no país também demonstra como o artesanato tem se transformado em oportunidade de negócios para comunidades indígenas e pequenos produtores do interior.

Leia Também:  Seis membros de facção criminosa são presos em flagrante pela PM com armas de fogo

“O artesanato indígena tem uma aceitação enorme. Ontem, um dos nossos artesãos vendeu sozinho R$ 68 mil em bancos diretamente da aldeia dele para arquitetos e lojistas. Isso mostra a força do artesanato mato-grossense e como essas comunidades conseguem transformar cultura em renda e empreendedorismo”, afirmou.

Lourdes também destacou que o apoio do Governo do Estado é fundamental para garantir que os artesãos consigam participar de feiras nacionais, já que os custos logísticos dificultariam a presença sem suporte institucional.

Segundo ela, o Governo Federal disponibiliza os espaços expositivos, mas cabe aos Estados oferecer estrutura, transporte e apoio operacional para que os artesãos consigam levar seus produtos até os grandes centros consumidores.

“Sem o apoio do Governo do Estado muitos deles jamais conseguiriam estar aqui. São comunidades indígenas e artesãos de municípios distantes, que precisam dessa estrutura para apresentar seus produtos e fazer negócios em um evento nacional como esse”, ressaltou.

Morador da Aldeia Álamo, em Paranatinga, Peti Waura trabalha há mais de 20 anos com esculturas em madeira. Cada banco produzido leva cerca de uma semana para ficar pronto e pode custar entre R$ 800 e R$ 5 mil. O artesão conta que começou a esculpir ainda na infância e hoje já ensina o filho a continuar o trabalho artesanal da família.

Leia Também:  PGE cumpre prazo e atesta que obras do BRT em Cuiabá respeitam a legislação

A participação na feira em São Paulo, segundo ele, representa não apenas oportunidade de venda, mas também reconhecimento do trabalho produzido dentro da aldeia.

“Desde criança eu trabalho esculpindo madeira. Hoje fico muito feliz vendo minhas peças sendo valorizadas aqui. Tem muitos clientes, arquitetos e decoradores comprando meu trabalho”, relatou.

A ceramista Valéria Menezes participa pela primeira vez da feira em São Paulo e também comemora os resultados obtidos durante o evento. Há 19 anos trabalhando com cerâmica, ela afirma que a presença em feiras nacionais é essencial para ampliar a visibilidade do trabalho artesanal mato-grossense.

Para a artesã, o apoio institucional faz diferença justamente porque permite que os produtos cheguem a novos públicos e mercados consumidores.

“Esse incentivo é muito importante porque não tem como o cliente conhecer nosso trabalho sem mostrar. Estar aqui está sendo muito importante para mim. Estou vendendo bem e sendo muito elogiada”, disse.

O Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras reúne mais de 700 artesãos de 26 Estados e do Distrito Federal. A expectativa da organização é superar os R$ 4,7 milhões em negócios registrados na edição anterior.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA