POLÍCIA

Operação Tudo 2 mira facção criminosa que movimentou R$ 2,8 mi em MT e GO

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A Polícia Civil, o Ministério Público de Mato Grosso, a Polícia Militar, a Penal e o sistema socioeducativo, por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Barra do Garças, deflagraram, na manhã desta quinta-feira (07.05), a terceira fase da Operação “Tudo 2”.

A ação tem como objetivo combater uma facção criminosa que movimentou cerca de R$ 2,8 milhões em atividades ilegais nos estados de Mato Grosso e Goiás.

Ao todo, foram expedidas 40 ordens judiciais, sendo 19 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão. As medidas são cumpridas simultaneamente em Barra do Garças, Primavera do Leste, Rondonópolis, Novo São Joaquim e Cuiabá, em Mato Grosso, além de Aragarças, em Goiás.

Segundo as investigações, os valores têm origem no tráfico de drogas, na cobrança de taxas internas da organização e em outras atividades ilícitas, como golpes virtuais, apostas em plataformas online e jogos de azar. O dinheiro arrecadado era utilizado para financiar as ações do grupo criminoso.

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As investigações tiveram início após a segunda fase da operação, realizada em 24 de abril de 2025. Na ocasião, foram identificados líderes e demais integrantes responsáveis por gerenciar as atividades ilícitas e ocultar os recursos obtidos ilegalmente.

De acordo com o Gaeco, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas e organização na arrecadação de valores. Durante as investigações, foi identificado que, em alguns casos, as movimentações financeiras eram realizadas por pessoas que recebiam benefícios sociais. Ao todo, os investigados movimentaram cerca de R$ 2,8 milhões em aproximadamente um ano.

A operação conta com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, através do 5º Comando Regional, da Polícia Judiciária Civil e Polícia Penal e da Polícia Militar de Goiás por meio do 47ª da PM de Aragarças-GO, que atuam de forma integrada no combate ao crime organizado na região.

O Gaeco é uma força-tarefa formada pelo Ministério Público de Mato Grosso, com a participação das polícias Civil, Militar e Penal, além do sistema socioeducativo.

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O Ministério Público de Mato Grosso orienta que denúncias relacionadas à atuação de organizações criminosas podem ser feitas de forma anônima pelos canais 127 (Ouvidoria do MPMT) e 197 (Polícia Judiciária Civil).

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Federal

PF reprime organização criminosa envolvida no descaminho de vinhos argentinos

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Curitiba/PR  – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15/10), a Operação Nerovino, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela introdução clandestina, armazenamento, distribuição e comercialização de vinhos de origem argentina em território nacional, sem o devido recolhimento dos tributos federais.

A operação mobilizou mais de 100 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba, nos municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Ampére, Foz do Iguaçu e Umuarama (PR); Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Niterói (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Vila Velha e Vitória (ES); Teresina (PI); e Brasília (DF).

Além das buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de imóveis e veículos vinculados aos investigados, como medida destinada a impedir a dissipação de patrimônio supostamente adquirido com recursos provenientes das atividades criminosas. 

As investigações identificaram indícios de que bens eram registrados em nome de familiares e terceiros, com o objetivo de ocultar seus verdadeiros proprietários e dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e persecução penal.

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A operação contou ainda com o apoio da Receita Federal em um dos alvos investigados, onde havia suspeita da existência de depósito de mercadorias estrangeiras irregularmente introduzidas no país.

As investigações tiveram início em março de 2025, após uma ação policial que resultou na apreensão de aproximadamente 4.200 garrafas de vinho de origem estrangeira, avaliadas em mais de R$ 900 mil, em um depósito localizado na Região Metropolitana de Curitiba.

A partir da análise dos materiais apreendidos, a PF identificou indícios da existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e atuação em diferentes regiões do país.

Segundo as investigações, o grupo introduzia irregularmente vinhos argentinos no Brasil, transportá-los até centros de armazenamento na região de Curitiba e, posteriormente, distribuí-los a revendedores situados em diversos estados.

Para conferir aparência de legalidade às operações, os investigados utilizariam empresas de fachada, emissão de documentos fiscais ideologicamente falsos e contas bancárias de terceiros, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas atividades comerciais e pela movimentação dos recursos financeiros.

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As apurações também identificaram indícios de utilização de familiares e outras pessoas interpostas para movimentação de valores e aquisição de bens, como forma de ocultar patrimônio supostamente adquirido com os lucros da atividade criminosa.

Os investigados poderão responder, conforme a participação individual apurada, pelos crimes de descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Contato: (41) 3251-7809 / (41) 98875-1888
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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