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Prefeitura intensifica manutenção viária e amplia frente de tapa-buracos na região do Nico Baracat

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, direcionou a maior ação de manutenção viária dos últimos anos na capital mato-grossense para atender a outros três bairros da região Sul. O mutirão de tapa-buracos, que já se tornou uma das principais frentes de trabalho da gestão municipal, contempla simultaneamente os bairros Jardim Presidente, Residencial Nico Baracat e Mirante do Parque.

Os trabalhos tiveram início nessas localidades na segunda-feira (4) e devem se estender ao longo da semana. De acordo com a Secretaria de Obras, o cronograma pode sofrer ajustes devido à alta demanda e às condições críticas encontradas em determinados trechos. Um exemplo é o bairro Mirante do Parque, que concentra seis equipes em atuação, considerando o volume de reparos e a estratégia para agilizar a conclusão.

“O tapa-buracos que está acontecendo para nós aqui no Mirante do Parque é um presente do Dia das Mães, que já é no próximo domingo (12), porque a gente tem sofrido muito com os buracos na frente das casas, prejuízo para os veículos, o para-choque do meu carro já quebrou com isso. Além disso, o desconforto: os veículos passam e jogam terra, pedra, lama no portão de casa. Então, estamos muito felizes com isso tudo que está acontecendo e beneficiando o nosso bairro. Porque o lugar é bom, o bairro é bom, mas com os buracos não tem como. Graças a Deus e à ação da Prefeitura, que vai acabar com os buracos, nosso bairro vai ficar valorizado”, declarou a moradora Maria Pinheiro.

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O morador Anselot Faiton também afirmou que há tempos sofriam com os buracos, mas a melhoria chegou. “É uma satisfação hoje ver o serviço que a Prefeitura está realizando. Faz tempo que sofríamos com os buracos, desde o prefeito anterior, que nos deixou abandonados, e, graças a Deus, hoje o tapa-buracos chegou à nossa porta. Estou muito agradecido porque, com esse tempo que está chegando, a poeira incomoda muito. Por fim, é um sucesso o que estão fazendo, um ótimo serviço para a comunidade. Que continuem, porque ainda há muitos buracos no bairro, nas vias. Então, tudo o que vier de melhoria é muito bem-vindo”, frisou.

Paralelamente, também acontecem ações emergenciais no Jardim das Américas, Pedregal/Renascer e nos Florais. Entre elas, está a pavimentação em áreas onde os serviços de drenagem danificaram o asfalto, como ocorre no Jardim das Américas.

A força-tarefa inclui, ainda, ações estruturais em pontos onde problemas antigos comprometiam a durabilidade do asfalto.

A iniciativa, segundo o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira, integra um esforço contínuo da Prefeitura de Cuiabá para melhorar a infraestrutura urbana e atender demandas históricas da população, especialmente em regiões que enfrentam maior desgaste da malha viária.

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A meta é avançar para outras regiões da cidade conforme a conclusão das etapas, que, no caso, estão concentradas na Região Sul.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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