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Capim Tamani aumenta produtividade do feno em até 160% e amplia rentabilidade na pecuária

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A produção de feno segue como uma das principais estratégias para conservação de forrageiras na pecuária brasileira, garantindo oferta de alimento volumoso de qualidade ao longo do ano. No entanto, o custo do processo exige que produtores priorizem espécies com alto valor nutritivo e elevada produtividade por área.

Tradicionalmente, as gramíneas do gênero Cynodon spp. — especialmente o Tifton 85 — dominam esse mercado, devido à boa relação folha:colmo, elevado teor de proteína e facilidade no processo de secagem e enfardamento. Apesar dessas vantagens, o modelo apresenta limitações, como alto custo de implantação, já que a propagação ocorre majoritariamente por mudas, elevando a demanda por mão de obra e investimento inicial.

Capim Tamani ganha espaço na produção de feno

Diante desse cenário, alternativas mais econômicas vêm ganhando espaço no campo. Entre elas, o capim Tamani (Panicum maximum BRS Tamani) se destaca como uma opção eficiente tanto do ponto de vista produtivo quanto nutricional.

Já consolidado em sistemas de pastejo, integração lavoura-pecuária e consórcios com culturas como milho e sorgo para silagem, o Tamani também demonstra excelente desempenho na produção de feno.

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Do ponto de vista agronômico, a forrageira apresenta características altamente favoráveis à fenação, como:

  • Alta relação folha:colmo
  • Colmos finos, que aceleram a desidratação
  • Boa digestibilidade
  • Elevado teor de proteína

Esses atributos resultam em um feno de alto valor nutricional e maior eficiência no processo produtivo.

Produtividade supera Tifton 85 em estudo técnico

Com o objetivo de avaliar o potencial do Tamani, um estudo conduzido pela Semembrás em parceria com a MS.DC Consultoria comparou o desempenho da forrageira com o Tifton 85.

Os resultados foram expressivos. O capim Tamani apresentou produção de 4.137 kg/ha de massa seca, mais que o dobro do Tifton 85, que registrou 1.581 kg/ha — um incremento de 160%.

Mesmo com maior produtividade, o Tamani manteve níveis de qualidade equivalentes, com:

  • 19,5% de proteína bruta
  • 80,5% de digestibilidade
  • 62,5% de nutrientes digestíveis totais (NDT)
  • 34% de FDA
  • 58,5% de FDN
Ganho econômico pode ultrapassar R$ 7,6 mil por hectare

Além do desempenho agronômico, os ganhos econômicos chamam atenção. Considerando o preço médio da tonelada de feno, a maior produtividade do Tamani pode gerar um incremento de aproximadamente R$ 4 mil por hectare.

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Quando avaliado o potencial de produção de leite por área, os resultados são ainda mais relevantes. O feno de Tamani pode alcançar até 5.924 kg/ha de leite, enquanto o Tifton 85 fica em torno de 2.344 kg/ha — diferença de 153%.

Com base nos preços atuais do leite, isso representa um ganho adicional estimado em R$ 7.659,00 por hectare.

Alternativa estratégica para reduzir custos e aumentar eficiência

De forma geral, o capim Tamani se consolida como uma alternativa estratégica para produtores que buscam maior eficiência produtiva e redução de custos. Entre os principais diferenciais estão:

  • Menor custo de implantação
  • Facilidade de estabelecimento
  • Rápida rebrota
  • Alta produtividade por área
  • Manutenção do valor nutricional

Diante desses fatores, a forrageira se posiciona como uma solução viável para ampliar a rentabilidade da produção de feno no Brasil, atendendo às demandas de um setor cada vez mais orientado por eficiência e sustentabilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura vistoria campo com grama sintética no Três Barras e prevê entrega ainda em maio

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e o secretário municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves, realizaram uma vistoria no novo campo de futebol com grama sintética no bairro Três Barras. A obra está em fase final e deve ser entregue à população ainda neste mês de maio.

O espaço integra um conjunto de investimentos voltados à ampliação da infraestrutura esportiva na capital, resultado de parceria entre a Prefeitura de Cuiabá e o Governo de Mato Grosso. A previsão é de implantação de novos campos semelhantes ainda no primeiro semestre, além de outras seis unidades até o fim do ano.

Durante a vistoria, o prefeito destacou a transformação do local, que antes era utilizado como campo de terra. Segundo ele, a iniciativa busca levar estrutura de qualidade para bairros que historicamente tiveram menos acesso a esse tipo de equipamento público. “Estamos aqui no bairro Três Barras, onde estamos instalando um novo campo de grama sintética. Antes, era apenas um terrão, em uma região que muitas vezes não recebia a devida valorização”, afirmou.

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O secretário Jefferson Neves reforçou que a proposta é garantir melhores condições para a prática esportiva e ampliar o acesso da população. “Queremos transformar essa realidade, levando para as periferias equipamentos esportivos com a maior qualidade possível, garantindo essa alegria para as famílias”, disse.

Outro ponto destacado pela gestão é o acesso gratuito ao espaço. De acordo com o prefeito, estruturas semelhantes, quando privadas, podem custar entre R$ 150 e R$ 200 por hora. No Três Barras, o uso será liberado à comunidade.

A proposta também prevê funcionamento contínuo. “O espaço funcionará 24 horas por dia, sem portões trancados, permitindo que qualquer criança ou morador utilize o campo sempre que desejar”, explicou o secretário.

A obra faz parte de um programa mais amplo de revitalização de áreas esportivas em Cuiabá, que prevê a recuperação de cerca de 20 campos em diferentes bairros. A iniciativa busca incentivar a prática esportiva, promover o lazer e melhorar a qualidade de vida da população, especialmente em regiões com menor oferta de infraestrutura pública.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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