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Parques, museu, aquário e Mercado do Porto são opções de visitação no feriado em Cuiabá

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Em razão do feriado do Dia do Trabalhador, comemorado nesta sexta-feira (1º), não haverá expediente na Prefeitura de Cuiabá e nos demais órgãos da administração municipal, conforme o Decreto nº 11.584, publicado na Gazeta Municipal em 22 de dezembro de 2025.

No feriado, foram mantidos os serviços essenciais da saúde, de coleta de lixo, abastecimento de água, Defesa Civil, fiscalização e orientação do trânsito. Na área da saúde, permanecem em funcionamento em regime de plantão 24 horas, as Unidades de Pronto Atendimento (Upas), a Policlínica do Pedra 90, o Centro Médico Infantil (CMI), o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), o Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá e o Hospital São Benedito.

Já as Unidades de Saúde da Família (USFs), os Serviços de Atenção Especializada (SAEs), o Centro de Especialidades Médicas (CEM), e o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), não realizarão atendimentos. Os atendimentos serão retomados no próximo dia útil.

Entre as opções de lazer, o Complexo Biocultural do Porto, que reúne o Aquário Municipal e o Museu do Rio, estará aberto ao público das 9h às 18h, com entrada gratuita. Considerado uma das principais atrações turísticas da capital, o espaço preserva a história da Cuiabá antiga no Museu do Rio e abriga diversas espécies de peixes dos biomas Amazônia, Pantanal e Cerrado no Aquário Municipal. O complexo também funcionará no sábado (2) e no domingo (3), fechando na segunda-feira para manutenção e retomando o atendimento de terça a domingo.

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O Mercado Antônio Moisés Nadaf, conhecido como Mercado do Porto, também é uma opção aos cuiabanos. No local, os turistas podem aproveitar com preços acessíveis um delicioso café da manhã com o famoso bolo de arroz ou almoçar ventrechas de peixe, farofa de banana, Maria Izabel e diversas diversidades da culinária regional. No feriado do Dia do Trabalhador, o Mercado do Porto funcionará em horários especiais: o atendimento será das 5h às 13h, com as lanchonetes abertas até as 16h. Quem não conseguir aproveitar o passeio no feriado pode ir ao Mercado do Porto no sábado (2), das 5h às 18h. Já no domingo (3), o local abre das 5h às 13h, com as lanchonetes também atendendo até as 16h.

As opções ao ar livre ficam por conta dos parques municipais. O Parque Tia Nair estará aberto das 5h às 22h, oferecendo pista de caminhada e mirante com vista para o lago. O Parque das Águas também funciona diariamente, das 5h às 23h, com acesso pelo Centro Político Administrativo, no bairro Paiaguás, e pela Avenida Doutor Hélio Ribeiro. No local, o público pode visitar o túnel das águas. Outro atrativo é a fonte das águas que, mesmo em fase de testes, já encanta os visitantes com seus jatos, antecipando o espetáculo do aguardado Show das Águas, que em breve será retomado no espaço.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Café robusta cresce no Brasil, dobra produção em 9 anos e reduz distância para o arábica

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Produção de robusta deve chegar a 22,1 milhões de sacas em 2026, enquanto arábica segue liderança com 44,1 milhões; cenário indica diversificação e reconfiguração da cafeicultura brasileira.

Café robusta deixa de ser coadjuvante e avança na produção nacional

O café robusta, também conhecido como conilon ou canéfora, vem ganhando protagonismo na cafeicultura brasileira e ampliando sua participação na produção nacional.

Em nove anos, a produção praticamente dobrou: passou de 10,4 milhões de sacas em 2016 para 20,8 milhões de sacas no ano passado, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa recorde histórico da variedade.

Para 2026, a expectativa é de novo crescimento, com projeção de 22,1 milhões de sacas, alta de 6,4% em relação ao ano anterior e possibilidade de novo recorde.

Arábica mantém liderança, mas crescimento do robusta muda equilíbrio do setor

Apesar da expansão do robusta, o café arábica segue como principal variedade produzida no país.

Em 2024, a produção foi de 35,7 milhões de sacas, abaixo das 43 milhões registradas em 2016. Para 2026, a Conab projeta recuperação, com 44,1 milhões de sacas.

Segundo o head da Ascenza Brasil, Hugo Centurion, o cenário não representa substituição entre as variedades, mas sim uma mudança estrutural na cafeicultura brasileira.

“O robusta não está tomando o lugar do arábica, mas o Brasil vive um movimento de diversificação da cafeicultura nacional”, afirma.

Robusta já responde por mais de um terço da produção brasileira

Na safra mais recente, a produção total de café no Brasil foi de 56,5 milhões de sacas. Desse volume, o robusta respondeu por 37%, participação considerada histórica.

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O avanço é explicado por fatores como:

  • Alta produtividade por hectare
  • Maior resistência ao calor e à seca
  • Menor custo de produção
  • Crescente demanda industrial

“O arábica continua muito importante, especialmente nas exportações, mas o robusta ganha espaço pela sua estabilidade produtiva”, destaca Centurion.

Produtividade do robusta supera em mais de 100% a do arábica

Os dados de produtividade reforçam a vantagem competitiva do robusta no campo.

  • Robusta: 400 mil hectares → 20,8 milhões de sacas (52 sacas/ha)
  • Arábica: 1,5 milhão de hectares → 35,7 milhões de sacas (24 sacas/ha)

Ou seja, o robusta apresenta produtividade mais que o dobro da registrada no arábica, com menor área cultivada.

Nova configuração da cafeicultura brasileira

Especialistas avaliam que o crescimento do robusta reflete uma mudança estrutural no setor, com maior foco em eficiência, previsibilidade e redução de riscos climáticos.

Segundo Centurion, o movimento não substitui o arábica, mas amplia a competitividade do Brasil.

“O que estamos vendo é uma reconfiguração da cafeicultura, com o robusta assumindo papel estratégico, sustentado por produtividade e pela demanda global por cafés industriais”, explica.

Expansão do robusta abre novas fronteiras agrícolas

O mapa da produção de café no Brasil também está em transformação.

O arábica se concentra principalmente em:

  • Minas Gerais (Sul de Minas, Cerrado Mineiro e Zona da Mata)
  • São Paulo
  • Paraná
  • Bahia (Chapada Diamantina e Oeste)
  • Já o robusta tem forte presença em:
  • Espírito Santo (maior produtor nacional)
  • Rondônia
  • Expansão na Bahia e Mato Grosso
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Enquanto o arábica exige clima ameno e altitude, o robusta avança em regiões mais quentes e de menor altitude, abrindo novas fronteiras agrícolas.

Café robusta atende demanda crescente da indústria global

O crescimento do robusta também está ligado ao aumento da demanda por cafés industriais, como:

  • Café solúvel
  • Cápsulas
  • Blends comerciais

Além disso, o robusta possui maior teor de cafeína e perfil mais intenso, sendo amplamente utilizado em formulações industriais e misturas com arábica.

Mudanças no consumo global reforçam importância da variedade

No mercado internacional, o arábica ainda lidera com cerca de dois terços do consumo global, enquanto o robusta representa pouco mais de um terço.

Segundo a Conab, o Brasil exportou cerca de 40 milhões de sacas de café no último ano. Deste total:

  • 75% a 80% foram de arábica
  • 20% a 25% foram de robusta

Os principais compradores incluem Estados Unidos, Alemanha, Itália, Japão e Bélgica.

Robusta ganha papel estratégico na competitividade do café brasileiro

Além de ampliar a oferta para a indústria, o robusta também contribui para estabilizar preços no mercado interno, especialmente em momentos de alta do arábica.

Com maior produtividade e menor custo, a variedade ajuda a sustentar a cadeia produtiva e manter o café mais acessível ao consumidor final.

“O robusta funciona como elemento de equilíbrio do setor e contribui para a competitividade do café brasileiro”, conclui Centurion.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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