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Ex-adjunta da Prefeitura de Cuiabá assume Segurança Pública do Estado

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, destacou a competência da coronel da reserva da Polícia Militar, Susane Tamanho, que deixou o cargo de secretária adjunta de Segurança Pública de Cuiabá para assumir o comando da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Susane Tamanho assume a nova missão nesta segunda-feira (6), nomeada pelo governador Otaviano Pivetta.

“Cuiabá se orgulha de ter contado, ainda que de forma breve, com o trabalho firme e técnico da coronel Susane à frente da Secretaria Adjunta de Segurança Pública. Ela deixa uma contribuição importante para o nosso município e assume agora um desafio ainda maior, fazendo história como a primeira mulher a comandar a Segurança Pública do Estado”, afirmou o prefeito.

Susane deixou o cargo de secretária adjunta de Segurança Pública, função que vinha exercendo na gestão municipal desde 6 de janeiro de 2026, para se tornar a primeira mulher a comandar a Sesp na história de Mato Grosso.

A secretária municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, coronel Francyanne Lacerda, também destacou a importância da nomeação. “É um reconhecimento, principalmente pela representatividade feminina. Penso que uma coronel da Polícia Militar assumir a Secretaria de Estado de Segurança Pública é também uma valorização e uma oportunidade muito grande para demonstrar um excelente trabalho à frente da pasta, ocupando um cargo tão importante. Fico muito feliz por ela, desejo toda sorte e que possa desenvolver um belíssimo trabalho, como sempre fez”, afirmou.

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A coronel conta com mais de 25 anos de atuação na Polícia Militar, instituição na qual construiu uma trajetória marcada pelo pioneirismo e pela qualificação técnica. Foi comandante da 20ª Companhia Independente da Força Tática de Cuiabá e também a primeira mulher no Brasil a concluir o curso de especialização do Batalhão de Choque e Rondas Ostensivas “Tobias de Aguiar” (Rota), da Polícia Militar de São Paulo. A coronel possui, ainda, capacitação em gestão de alto comando e experiência estratégica na área de segurança pública.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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