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Novo secretário de Planejamento Urbano e Habitação destaca continuidade e avanços no desenvolvimento de Sinop

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Com trajetória consolidada na área de desenvolvimento urbano, o novo secretário de Planejamento Urbano e Habitação de Sinop, Luiz Magnani, assume a pasta com o compromisso de dar continuidade aos trabalhos já realizados e avançar em ações estratégicas para o crescimento ordenado do município.

Magnani possui histórico direto na estruturação da área, tendo sido o primeiro secretário quando o então Núcleo de Projetos e Desenvolvimento Urbano de Sinop (ProdeUrbs) foi transformado em secretaria. A experiência acumulada ao longo dos anos, segundo ele, será fundamental para enfrentar os desafios da nova gestão.

“Primeiro, eu ressalto a felicidade de estar retornando ao cargo. Fui o primeiro secretário quando o núcleo foi transformado em secretaria, então voltar a esse lugar é muito importante. Temos uma equipe muito boa, muito grande, que atua com desenvolvimento urbano e habitação. Poder estar junto dessas pessoas, capitaneando esses trabalhos, é motivo de muita honra”, destacou.

O secretário também enfatizou a confiança recebida da gestão municipal e reforçou o compromisso de fortalecer as ações já em andamento. “Fico muito feliz com a oportunidade que o prefeito me deu de retornar e continuar esse trabalho, fazendo com que ele cresça ainda mais no município. Temos vários desafios a serem concluídos nesta gestão e vamos trabalhar muito para que isso aconteça”, afirmou.

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Entre as principais atribuições da Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação estão a organização do crescimento da cidade, a elaboração e execução de políticas habitacionais, além da regulamentação urbanística e análise de projetos. Nesse contexto, Magnani destaca que uma das prioridades será dar sequência à implementação do Plano Diretor e suas legislações complementares.

“Estamos dando continuidade a um belo trabalho já realizado. Temos o Plano Diretor desenvolvido nos últimos anos e agora avançamos nas leis complementares, como parcelamento do solo, posturas municipais e a lei de chácaras, para garantir que o crescimento aconteça de forma organizada”, explicou.

Além da parte legislativa, o secretário ressalta que a pasta atua diretamente em serviços essenciais para a população e para o setor produtivo, como a emissão de alvarás, habite-se, regularização de imóveis e processos vinculados à RedeSim.

“É um trabalho muito amplo. Envolve desde a elaboração de leis até a execução de serviços que impactam diretamente o dia a dia da população. A população pode esperar continuidade, desenvolvimento e muito trabalho. Estamos aqui para contribuir com a gestão e, principalmente, para ajudar Sinop a continuar sendo esse município forte e em crescimento”, completou.

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Com experiência técnica e conhecimento da estrutura administrativa, Luiz Magnani reforça que a atuação integrada com as demais secretarias será essencial para garantir eficiência nas políticas públicas e manter o ritmo de desenvolvimento urbano e habitacional do município.

A pasta era administrada, desde o início do ano passado (2025) pela ex-secretária, Scheila Pedroso, que deixou o cargo ontem (30) para investir em projeto pessoal.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Roneir Corrêa

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

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Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

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Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

Fonte: Assessoria de Comunicação
Autor: Weslley Mtchaell

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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