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DAE intensifica mutirões para retirada de vazamentos e melhorar abastecimento em Várzea Grande

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As ações que têm como objetivo reduzir perdas de água e melhorar a regularidade no fornecimento de água potável aos moradores

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) intensificou, nos últimos dias, frentes de trabalho com mutirões voltados à retirada de vazamentos e melhoria no abastecimento de água em diferentes regiões do Município. Os serviços prestados pela autarquia são sucedidos por intervenções da Secretaria de Viação, Obras e Urbanismo que realiza as necessárias ações de tapa-buracos.

As equipes técnicas já realizaram ações nos bairros Jardim dos Estados, Santa Isabel, Asa Bela, Alice Gonçalves e Parque Atlântico, onde foram executados serviços de manutenção na rede de distribuição, correção de vazamentos e ajustes operacionais para garantir mais eficiência no sistema.

Nesta quarta-feira (1º), as equipes estão mobilizadas no bairro Costa Verde, dando continuidade ao cronograma de ações que tem como objetivo reduzir perdas de água e melhorar a regularidade no fornecimento para os moradores.

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O presidente do DAE-VG, Rogerinho da Dakar, destacou que os mutirões fazem parte de um planejamento estratégico para enfrentar os principais pontos críticos do abastecimento no Município.

“Estamos com equipes nas ruas todos os dias, atuando diretamente na retirada de vazamentos e na melhoria da rede de distribuição. Já avançamos em vários bairros e vamos continuar levando essas ações para outras regiões de Várzea Grande. Nosso compromisso é melhorar o abastecimento e garantir mais eficiência no fornecimento de água para a população”, afirmou Rogerinho da Dakar.

A iniciativa faz parte de um conjunto de medidas que vêm sendo adotadas para fortalecer o sistema de abastecimento. A previsão é que novas frentes de trabalho sejam levadas a outros bairros nos próximos dias, ampliando as melhorias em toda a cidade.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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